_ “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo. Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia” (Sl 91.1-6).
Precisamos ter a certeza de que é Deus quem nos esconde, e nos proporciona viver em triunfo, através da oração da fé. Por tudo isso, mais do que nunca, precisamos estar sempre diante do Senhor em oração, a fim de fugirmos dos laços do pecado Quando as lágrimas teimosas continuam a jorrar de nossos olhos, o mundo e o diabo procuram nos levar para baixo para vivermos deprimidos e revoltados, lembremo-nos de que Deus nos criou para vivermos nas alturas. E, quando Ele nos faz descer, é para sermos abençoados e para abençoarmos aos que nos cercam.
Mesmo quando não entendemos as circunstâncias nas quais Deus nos conduz, precisamos crer no que a Palavra nos diz: “Graças, porém, a Deus, em Cristo, que sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem. Para com estes, cheiro de morte para a morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?” (2 Co 2.14-16). Problemas, impossibilidade ou oportunidade para servir?
A perseverança do crente no sofrimento tem a ver com a obediência à vontade soberana de Deus, a fim de que Ele cumpra em nós, ou para nós, os Seus propósitos eternos (Sl 23.1-2; Hc 2.1-3). Assim, Deus atingirá o propósito para o qual Ele nos criou e determinou todas as coisas que nos acontecem. Quem sabe Deus está nos proporcionando uma rara oportunidade para nos aproximar mais dEle, abrindo, assim, nosso coração e nosso entendimento para as verdades eternas. Além disso, talvez seja esse o meio através do qual Deus vai salvar alguma vida, através de nosso sofrimento. Não podemos nos esquecer do caso de Estêvão. Deus permitiu, determinou, que ele morresse de forma cruel com o propósito de sensibilizar o coração do então sanguinário Saulo de Tarso e para a glória de Deus. Pense nisto!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Deus Nos Oferece Consolação
_ “Houve uma jovem cujo pai falecera. Era crente, mas amara tanto ao pai que ficou amargurada, não querendo aceitar a vontade de Deus. Seu pastor, visitando-a, encontrou-a a trabalhar num lindo bordado. Enquanto conversavam, ela observou:
_ ‘Pastor, não compreendo por que Deus leva um homem como meu pai, tão bom crente, tão bondoso para a família, tão útil à igreja e a todo o mundo, e deixa tanta gente que não presta para nada, que é uma vergonha e desgraça para todos’. O ministro não respondeu logo, mas continuou a conversar sobre outros assuntos. Daí a pouco pediu para ver o bordado em que a moça trabalhava. Quando ela lho entregou, ele, de propósito virou-o do avesso e, olhando esse lado, disse: ‘Não compreendo por que uma moça inteligente como você gasta seu tempo a fazer uma coisa tão feia: um alinhavo aqui, outro ali, sem um plano ou harmonia. Que coisa feia!’ A moça atalhou de pronto: “Mas, pastor, o senhor está vendo o lado avesso do bordado; está vendo o lado errado.” Então o pastor viu o bordado e fixou a vista no lado direito. Como era lindo o desenho! E disse: “Minha jovem, o que fiz com seu bordado é o que fazemos com o plano de Deus. Olhamos de baixo. Vemos somente, por assim dizer, o lado avesso, de modo que não podemos compreender a sua beleza, perfeição e sabedoria. Se pudéssemos vê-lo de cima, do ponto de observação de Deus, seríamos capazes de compreender, de ver a harmonia de suas várias partes. Seríamos capazes de compreender como cada acontecimento se ajusta ao plano divino, até aqueles que nos perturbam e fazem sofrer muito” (Falcão, Samuel – Escolhidos em Cristo, p.64).
Pelo que podemos perceber, tanto em Efésios como, principalmente, em Filipenses, as prisões de Paulo provocava sempre a reação dos demais crentes no sentido de levá-los a pregar o evangelho de Cristo: Fl 1.12-21.Deus permite que alguns de nós enfrentem dificuldades, para que todos sejam desafiados e motivados a orar. Precisamos atentar para essa lição: Antes de ficarmos procurando culpados pelo que sofremos, precisamos agradecer a Deus por nos conceder o privilégio de sermos instrumentos vivos de estímulo à oração do povo de Deus.
_ ‘Pastor, não compreendo por que Deus leva um homem como meu pai, tão bom crente, tão bondoso para a família, tão útil à igreja e a todo o mundo, e deixa tanta gente que não presta para nada, que é uma vergonha e desgraça para todos’. O ministro não respondeu logo, mas continuou a conversar sobre outros assuntos. Daí a pouco pediu para ver o bordado em que a moça trabalhava. Quando ela lho entregou, ele, de propósito virou-o do avesso e, olhando esse lado, disse: ‘Não compreendo por que uma moça inteligente como você gasta seu tempo a fazer uma coisa tão feia: um alinhavo aqui, outro ali, sem um plano ou harmonia. Que coisa feia!’ A moça atalhou de pronto: “Mas, pastor, o senhor está vendo o lado avesso do bordado; está vendo o lado errado.” Então o pastor viu o bordado e fixou a vista no lado direito. Como era lindo o desenho! E disse: “Minha jovem, o que fiz com seu bordado é o que fazemos com o plano de Deus. Olhamos de baixo. Vemos somente, por assim dizer, o lado avesso, de modo que não podemos compreender a sua beleza, perfeição e sabedoria. Se pudéssemos vê-lo de cima, do ponto de observação de Deus, seríamos capazes de compreender, de ver a harmonia de suas várias partes. Seríamos capazes de compreender como cada acontecimento se ajusta ao plano divino, até aqueles que nos perturbam e fazem sofrer muito” (Falcão, Samuel – Escolhidos em Cristo, p.64).
Pelo que podemos perceber, tanto em Efésios como, principalmente, em Filipenses, as prisões de Paulo provocava sempre a reação dos demais crentes no sentido de levá-los a pregar o evangelho de Cristo: Fl 1.12-21.Deus permite que alguns de nós enfrentem dificuldades, para que todos sejam desafiados e motivados a orar. Precisamos atentar para essa lição: Antes de ficarmos procurando culpados pelo que sofremos, precisamos agradecer a Deus por nos conceder o privilégio de sermos instrumentos vivos de estímulo à oração do povo de Deus.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Não Temas!
A Bíblia faz mais de quinhentas referências ao medo, dizendo geralmente: “Não temas!” como Jesus disse em Mt 10.28.
Ouvi recentemente uma frase que bem caracteriza essa segurança e paz da presença divina conosco: “Quando a ave pousa sobre o filhote, quando a tempestade ameaça arremessá-la... Ela fica firme como que a dizer: Pode derrubar-me, ainda tenho asas para voar...”
Se vivemos com Cristo aqui na terra, a morte não nos assusta, ou pelo menos, não nos causa pavor... O salmista assim se expressou: “Compadece-te de mim, SENHOR, porque me sinto atribulado; de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo. Gasta-se a minha vida na tristeza, e os meus anos, em gemidos; debilita-se a minha força, por causa da minha iniqüidade, e os meus ossos se consomem. Tornei-me opróbrio para todos os meus adversários, espanto para os meus vizinhos e horror para os meus conhecidos; os que me vêem na rua fogem de mim. Estou esquecido no coração deles, como morto; sou como vaso quebrado. Pois tenho ouvido a murmuração de muitos, terror por todos os lados; conspirando contra mim, tramam tirar-me a vida. Quanto a mim, confio em ti, SENHOR. Eu disse: tu és o meu Deus. Nas tuas mãos, estão os meus dias; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos meus perseguidores” (Sl 31:9-15). E Paulo acrescenta: “Antes, com toda ousadia, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Fl 1.20 b).
Os quatro relatos dos evangelhos estão repletos de ricas promessas de nosso Senhor Jesus Cristo. Promessas das mais diferentes bênçãos. Bênçãos materiais, poder de curar enfermidades, de expulsar demônios, repouso para os oprimidos, saúde para uma infinidade de doenças....etc. Porém, a mais gloriosa de todas as promessas é a de vida eterna: “É esta a promessa que ele nos fez: a vida eterna” (I Jo 2.25). É a promessa que o Senhor mais repetiu. O evangelista João a registrou dezesseis vezes.
_ “Quando irei para o céu? Como será ele?” Essas eram, certamente, as perguntas em que Paulo estava pensando quando escreveu Fl 3.20-21. E qual tem sido a nossa maior preocupação quando nos deparamos com as sombras da morte?
Ouvi recentemente uma frase que bem caracteriza essa segurança e paz da presença divina conosco: “Quando a ave pousa sobre o filhote, quando a tempestade ameaça arremessá-la... Ela fica firme como que a dizer: Pode derrubar-me, ainda tenho asas para voar...”
Se vivemos com Cristo aqui na terra, a morte não nos assusta, ou pelo menos, não nos causa pavor... O salmista assim se expressou: “Compadece-te de mim, SENHOR, porque me sinto atribulado; de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo. Gasta-se a minha vida na tristeza, e os meus anos, em gemidos; debilita-se a minha força, por causa da minha iniqüidade, e os meus ossos se consomem. Tornei-me opróbrio para todos os meus adversários, espanto para os meus vizinhos e horror para os meus conhecidos; os que me vêem na rua fogem de mim. Estou esquecido no coração deles, como morto; sou como vaso quebrado. Pois tenho ouvido a murmuração de muitos, terror por todos os lados; conspirando contra mim, tramam tirar-me a vida. Quanto a mim, confio em ti, SENHOR. Eu disse: tu és o meu Deus. Nas tuas mãos, estão os meus dias; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos meus perseguidores” (Sl 31:9-15). E Paulo acrescenta: “Antes, com toda ousadia, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Fl 1.20 b).
Os quatro relatos dos evangelhos estão repletos de ricas promessas de nosso Senhor Jesus Cristo. Promessas das mais diferentes bênçãos. Bênçãos materiais, poder de curar enfermidades, de expulsar demônios, repouso para os oprimidos, saúde para uma infinidade de doenças....etc. Porém, a mais gloriosa de todas as promessas é a de vida eterna: “É esta a promessa que ele nos fez: a vida eterna” (I Jo 2.25). É a promessa que o Senhor mais repetiu. O evangelista João a registrou dezesseis vezes.
_ “Quando irei para o céu? Como será ele?” Essas eram, certamente, as perguntas em que Paulo estava pensando quando escreveu Fl 3.20-21. E qual tem sido a nossa maior preocupação quando nos deparamos com as sombras da morte?
domingo, 2 de dezembro de 2007
Para O Louvor Da Glória De Deus
_ “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho” (Ef 6.18-19).
Normalmente, quando pensamos em oração pensamos em recebimento de bênçãos, pensamos nas dádivas de Deus para nós. Poucas vezes pensamos em oração como um tributo de gratidão, adoração e glorificação ao nome do Senhor. Daí a distorção do conceito de adoração em nossos arraiais. Hoje, quando se fala em louvor, só se pensa em cânticos (especialmente quando é apresentado por um grupo intitulado de ministério de louvor).
Talvez este seja o principal obstáculo, ou a nossa maior dificuldade, para nos desenvolvermos na prática da oração. Isto porque algumas vezes pensamos que os nossos problemas são tão complicados que nem mesmo Deus poderia solucioná-los. Outras vezes vemos os nossos problemas como algo tão fútil, ou banal, que não sentimos necessidade de pedir ajuda divina. Ou, como dizem alguns, não precisamos incomodar o Senhor com pedidos insignificantes; nós mesmos podemos e devemos resolvê-los – assim racionalizamos. Ou talvez não oramos porque reconhecemos que, se assim o fizermos, inevitavelmente teremos que nos reconciliar com alguém a quem detestamos; teremos que reconsiderar nossas atitudes diante de Deus; teremos que renunciar e rejeitar alguma coisa. Teremos que abrir mão de algum sentimento, ou de algum posicionamento; e somos muito auto-suficientes (para não dizer arrogantes) para abrir mão de nossos pressupostos.
Por isso, creio, Jesus nos ensinou a orar para que a vontade de Deus seja feita. E, mais ainda, reconhecendo que é Ele a quem pertencem o Reino, o poder e a glória. Portanto, quando oramos, precisamos reconhecer e expressar isto – que ao Senhor pertencem o Reino (domínio e soberania absoluta sobre tudo e sobre todos); o poder (toda a autoridade e controle, sobre tudo e sobre todos; e a glória (toda honra e toda adoração, de tudo e de todos), como fez Paulo no texto acima. Amém.
Normalmente, quando pensamos em oração pensamos em recebimento de bênçãos, pensamos nas dádivas de Deus para nós. Poucas vezes pensamos em oração como um tributo de gratidão, adoração e glorificação ao nome do Senhor. Daí a distorção do conceito de adoração em nossos arraiais. Hoje, quando se fala em louvor, só se pensa em cânticos (especialmente quando é apresentado por um grupo intitulado de ministério de louvor).
Talvez este seja o principal obstáculo, ou a nossa maior dificuldade, para nos desenvolvermos na prática da oração. Isto porque algumas vezes pensamos que os nossos problemas são tão complicados que nem mesmo Deus poderia solucioná-los. Outras vezes vemos os nossos problemas como algo tão fútil, ou banal, que não sentimos necessidade de pedir ajuda divina. Ou, como dizem alguns, não precisamos incomodar o Senhor com pedidos insignificantes; nós mesmos podemos e devemos resolvê-los – assim racionalizamos. Ou talvez não oramos porque reconhecemos que, se assim o fizermos, inevitavelmente teremos que nos reconciliar com alguém a quem detestamos; teremos que reconsiderar nossas atitudes diante de Deus; teremos que renunciar e rejeitar alguma coisa. Teremos que abrir mão de algum sentimento, ou de algum posicionamento; e somos muito auto-suficientes (para não dizer arrogantes) para abrir mão de nossos pressupostos.
Por isso, creio, Jesus nos ensinou a orar para que a vontade de Deus seja feita. E, mais ainda, reconhecendo que é Ele a quem pertencem o Reino, o poder e a glória. Portanto, quando oramos, precisamos reconhecer e expressar isto – que ao Senhor pertencem o Reino (domínio e soberania absoluta sobre tudo e sobre todos); o poder (toda a autoridade e controle, sobre tudo e sobre todos; e a glória (toda honra e toda adoração, de tudo e de todos), como fez Paulo no texto acima. Amém.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Aos Filhos, Com Carinho
O sofrimento do povo de Deus não é uma forma de justiça retributiva, ou castigo de Deus para com os Seus filhos, mas, sim, uma disciplina amorosa de quem nos trata com carinho e zelo paternal. Não é para que outros descarreguem em nós as suas próprias frustrações e ignorância. O apóstolo Pedro nos diz claramente que algumas vezes Deus nos proporciona sofrimentos de acordo com a Sua própria vontade: “porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal. Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (1 Pe 3:17-18).
É fácil dar testemunho de bênçãos materiais, quando somos agraciados com sucesso, dinheiro, ou posição social. Difícil, porém convincente, é o testemunho vivo de quem está morrendo por amor a Cristo, e por sua fidelidade a Ele, como Estevão, João Batista, Paulo. E, principalmente, tendo como nosso supremo exemplo o Senhor Jesus Cristo e Sua lealdade ao Pai até à morte, e morte de cruz. Que consolação é crer na soberania de Deus e poder glorificá-Lo em todas as circunstâncias! Você já pensou nisso?
Quando sou confrontado com a Palavra de Deus, encontro estímulo através do comportamento dos servos do passado; como o apóstolo Paulo, nas diversas vezes em que se encontrava prisioneiro por causa de seu testemunho do evangelho de Cristo, procurando confortar e estimular os demais servos de Deus.
Paulo, em tudo procurava glorificar a Deus, colocando-se disponível para que Deus se dispusesse dele como bem desejasse. Os meios pelos quais Deus haveria de cumprir os Seus propósitos não causavam nenhum constrangimento, amargura, ou auto-comiseração, ao apóstolo. Não faz nenhuma oração reivindicando seus “direitos adquiridos na cruz de Jesus”, ou sua posição de cidadão do reino de Deus. Nenhum direito, nenhum privilégio é lembrado, nem mesmo quando se vê preso injustamente. Embora alguns judaizantes procurassem ridicularizá-lo, negando seu apostolado, exatamente por estar sofrendo numa prisão.
É fácil dar testemunho de bênçãos materiais, quando somos agraciados com sucesso, dinheiro, ou posição social. Difícil, porém convincente, é o testemunho vivo de quem está morrendo por amor a Cristo, e por sua fidelidade a Ele, como Estevão, João Batista, Paulo. E, principalmente, tendo como nosso supremo exemplo o Senhor Jesus Cristo e Sua lealdade ao Pai até à morte, e morte de cruz. Que consolação é crer na soberania de Deus e poder glorificá-Lo em todas as circunstâncias! Você já pensou nisso?
Quando sou confrontado com a Palavra de Deus, encontro estímulo através do comportamento dos servos do passado; como o apóstolo Paulo, nas diversas vezes em que se encontrava prisioneiro por causa de seu testemunho do evangelho de Cristo, procurando confortar e estimular os demais servos de Deus.
Paulo, em tudo procurava glorificar a Deus, colocando-se disponível para que Deus se dispusesse dele como bem desejasse. Os meios pelos quais Deus haveria de cumprir os Seus propósitos não causavam nenhum constrangimento, amargura, ou auto-comiseração, ao apóstolo. Não faz nenhuma oração reivindicando seus “direitos adquiridos na cruz de Jesus”, ou sua posição de cidadão do reino de Deus. Nenhum direito, nenhum privilégio é lembrado, nem mesmo quando se vê preso injustamente. Embora alguns judaizantes procurassem ridicularizá-lo, negando seu apostolado, exatamente por estar sofrendo numa prisão.
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