É certo que todos nós precisamos exercer o autocontrole para não fazermos tudo aquilo que nos dá vontade. Imagine se fôssemos dar vazão a todos os nossos instintos e vontades, sem respeitarmos os padrões morais de conduta nem a vontade alheia?!
O mundo seria ainda muito pior e caótico do que é, e não teríamos nenhum padrão de conduta estabelecido para vivermos em sociedade. Assim, quer queiramos ou não, todos nós de uma forma ou de outra precisamos nos proteger e proteger os outros, restringindo nossa vontade e impulsos naturais pecaminosos; mesmo aqueles que não querem obedecer à Palavra de Deus e os seus princípios são socialmente forçados a se reprimir constantemente. Somos forçados a representar aquilo que intimamente nem sempre somos: tolerantes, amigáveis, confiáveis, ternos, puros e santos.
Infelizmente é no ambiente cristão que mais representamos, a começar com a forma de vestir e falar. No ambiente cristão, via de regra, somos todos cordiais, fraternos, atenciosos, etc. Sai dali e voltamos (se nossa postura não for real e transparente sempre) às atitudes grosseiras, ríspidas, agressivos e egoístas. É claro que aquele que é regenerado de fato tem uma vida mais transparente, mais próxima da realidade de seu íntimo, sem máscara, sem cera... Mas o problema maior é que, de tanto representarmos aquilo que gostaríamos de ser, ou como desejamos que os outros nos considerem, acabamos nos habituando a ir a Deus com nossas máscaras, como se fôssemos realmente aquilo que representamos com nossas atitudes e gestos; sem nos darmos conta de que Ele, o Senhor da glória, nos conhece intimamente.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Tirando A Máscara
_ “Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva. Nasceu-lhe o sol, quando ele atravessava Peniel; e manquejava de uma coxa” (Gn 32.30-31).
Quando eu era garoto ficava apavorado quando, em tempo de Carnaval, encontrava algum mascarado. Não entendia que debaixo daquela máscara havia alguém com cara normal igual à minha. Depois ficava imaginando qual o motivo e prazer que levava alguém a sair na rua pulando e dançando sem que outros pudessem reconhecê-lo... Na verdade, ainda hoje eu não entendo como alguém pode se satisfazer em “brincar o carnaval” como anônimo, sem poder desfrutar do companheirismo e da cordialidade humana. Porém, isso também me faz pensar na realidade de nossa religiosidade aparente e superficial com a qual procuramos impor respeito e admiração das demais pessoas ao nosso redor.
Na verdade, todos nós, conscientes ou não, estamos sempre representando algum tipo de papel na vida. Estamos sempre tentando ser aquilo ou como gostaríamos de fazer com que os outros nos vissem; ou agimos da maneira que melhor agrada e satisfaz ao modelo esperado por quem, como nós, ocupa determinada função ou posição social na qual estamos vivendo. Dificilmente conseguimos ser autênticos e transparentes todo o tempo e em todos os lugares onde vivemos. Daí o fato de que alguns, em tempo de Carnaval, ainda que usando uma fantasia fisicamente, na realidade é quando estão sendo o que sempre desejaram ser ou que de fato são no íntimo. Alguns se vestem de mulher porque no fundo sempre foram homossexuais, mas sempre procuraram se conter, se reprimir, devido tanto à posição que ocupam como pelo desejo de viverem de acordo com os padrões morais recebidos desde a infância.
Fico imaginando com quanta freqüência nos apresentamos diante de Deus e das pessoas portando uma máscara de alegria, santidade, humildade, fidelidade conjugal, etc; quando na realidade nosso pensamento e sentimento estão longe daquilo que fazemos ou fingimos sentir. E o mais lamentável é que de tão acostumados a viver com nossas máscaras, elas acabam se incorporando em nosso modo de ser e viver. Acabamos nos adaptando ao seu uso até acreditarmos que somos aquilo que representamos. É como o mentiroso, de tanto afirmar determinadas mentiras ele acaba acreditando que aquilo de fato é a pura verdade. Aí já não conseguimos nos despir das máscaras, mesmo quando nos apresentamos diante de Deus em oração pessoal, solitária.
Quando eu era garoto ficava apavorado quando, em tempo de Carnaval, encontrava algum mascarado. Não entendia que debaixo daquela máscara havia alguém com cara normal igual à minha. Depois ficava imaginando qual o motivo e prazer que levava alguém a sair na rua pulando e dançando sem que outros pudessem reconhecê-lo... Na verdade, ainda hoje eu não entendo como alguém pode se satisfazer em “brincar o carnaval” como anônimo, sem poder desfrutar do companheirismo e da cordialidade humana. Porém, isso também me faz pensar na realidade de nossa religiosidade aparente e superficial com a qual procuramos impor respeito e admiração das demais pessoas ao nosso redor.
Na verdade, todos nós, conscientes ou não, estamos sempre representando algum tipo de papel na vida. Estamos sempre tentando ser aquilo ou como gostaríamos de fazer com que os outros nos vissem; ou agimos da maneira que melhor agrada e satisfaz ao modelo esperado por quem, como nós, ocupa determinada função ou posição social na qual estamos vivendo. Dificilmente conseguimos ser autênticos e transparentes todo o tempo e em todos os lugares onde vivemos. Daí o fato de que alguns, em tempo de Carnaval, ainda que usando uma fantasia fisicamente, na realidade é quando estão sendo o que sempre desejaram ser ou que de fato são no íntimo. Alguns se vestem de mulher porque no fundo sempre foram homossexuais, mas sempre procuraram se conter, se reprimir, devido tanto à posição que ocupam como pelo desejo de viverem de acordo com os padrões morais recebidos desde a infância.
Fico imaginando com quanta freqüência nos apresentamos diante de Deus e das pessoas portando uma máscara de alegria, santidade, humildade, fidelidade conjugal, etc; quando na realidade nosso pensamento e sentimento estão longe daquilo que fazemos ou fingimos sentir. E o mais lamentável é que de tão acostumados a viver com nossas máscaras, elas acabam se incorporando em nosso modo de ser e viver. Acabamos nos adaptando ao seu uso até acreditarmos que somos aquilo que representamos. É como o mentiroso, de tanto afirmar determinadas mentiras ele acaba acreditando que aquilo de fato é a pura verdade. Aí já não conseguimos nos despir das máscaras, mesmo quando nos apresentamos diante de Deus em oração pessoal, solitária.
domingo, 4 de maio de 2008
Para Deus Não Há Impossíveis
_ “Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado” (1 Pe 4:1).
Em Primeira Pedro temos a visão completa do valor e propósito dos sofrimentos dos salvos nesta vida. Alguns usam a expressão “sofrimentos não merecidos”. Entendo, porém, ser questionável a idéia de que não merecemos tais tribulações. Vez por outra somos confrontados com uma inquietação tenebrosa: Por que sofrem os filhos de Deus? Algumas vezes nos deixamos abater e somos esmorecidos por não termos uma compreensão satisfatória deste assunto. Outras vezes somos levados a interpretações precipitadas e confusas, também devido a essa incompreensão. Nosso objetivo neste estudo é refletirmos juntos, na certeza de que Deus nos dá força para vivermos, apesar e em meio aos sofrimentos.
Precisamos entender que para Deus não há impossíveis: “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1.37).
Quantas vezes nos deparamos com dificuldades, problemas intransponíveis, insolúveis aos nossos olhos, no mar da vida! Sentimo-nos distantes de Jesus... Nesses momentos, vale a pena nos lembrarmos de que a presença de Jesus sobre o mar não só acalmou os corações dos discípulos, como nos faz pensar que Ele deseja, quer mesmo, nos transportar sobre as ondas, sempre.
Não rejeite a Cristo por causa das perseguições, doenças e sofrimentos. Todas essas coisas serão banidas para sempre. Pense nisto! Sabendo que a nossa luta não é contra a carne e sangue (Ef 6.12); sabendo que não devemos temer os que matam o corpo, e depois disso nada mais podem fazer, antes temer Àquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno... (Lc 12.4-5).
Sabendo que temos disponível a armadura divina (Ef 6.13); armemo-nos, pois, através:
· Do entendimento de que não somos melhores do que o nosso Mestre.
· Entendimento de que, assim como Ele venceu, podemos ser vitoriosos também, se estivermos ligados a Ele.
· Entendimento de que esta é a vontade de Deus para conosco.
· Entendimento de que este é o principal canal de bênçãos para nós.
· Entendimento de que este é o principal meio de comunicação da nossa fé.
· Entendimento de que fomos chamados para glorificar e agradar a Deus, independente das circunstâncias.Através da fé, esperança, com segurança e firmeza, “sabendo que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus...” (Rm 8.18,28).
Em Primeira Pedro temos a visão completa do valor e propósito dos sofrimentos dos salvos nesta vida. Alguns usam a expressão “sofrimentos não merecidos”. Entendo, porém, ser questionável a idéia de que não merecemos tais tribulações. Vez por outra somos confrontados com uma inquietação tenebrosa: Por que sofrem os filhos de Deus? Algumas vezes nos deixamos abater e somos esmorecidos por não termos uma compreensão satisfatória deste assunto. Outras vezes somos levados a interpretações precipitadas e confusas, também devido a essa incompreensão. Nosso objetivo neste estudo é refletirmos juntos, na certeza de que Deus nos dá força para vivermos, apesar e em meio aos sofrimentos.
Precisamos entender que para Deus não há impossíveis: “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1.37).
Quantas vezes nos deparamos com dificuldades, problemas intransponíveis, insolúveis aos nossos olhos, no mar da vida! Sentimo-nos distantes de Jesus... Nesses momentos, vale a pena nos lembrarmos de que a presença de Jesus sobre o mar não só acalmou os corações dos discípulos, como nos faz pensar que Ele deseja, quer mesmo, nos transportar sobre as ondas, sempre.
Não rejeite a Cristo por causa das perseguições, doenças e sofrimentos. Todas essas coisas serão banidas para sempre. Pense nisto! Sabendo que a nossa luta não é contra a carne e sangue (Ef 6.12); sabendo que não devemos temer os que matam o corpo, e depois disso nada mais podem fazer, antes temer Àquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno... (Lc 12.4-5).
Sabendo que temos disponível a armadura divina (Ef 6.13); armemo-nos, pois, através:
· Do entendimento de que não somos melhores do que o nosso Mestre.
· Entendimento de que, assim como Ele venceu, podemos ser vitoriosos também, se estivermos ligados a Ele.
· Entendimento de que esta é a vontade de Deus para conosco.
· Entendimento de que este é o principal canal de bênçãos para nós.
· Entendimento de que este é o principal meio de comunicação da nossa fé.
· Entendimento de que fomos chamados para glorificar e agradar a Deus, independente das circunstâncias.Através da fé, esperança, com segurança e firmeza, “sabendo que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus...” (Rm 8.18,28).
sábado, 3 de maio de 2008
Glorificai A Deus No Vosso Corpo
Paulo nos exorta a glorificar a Deus através de nosso corpo e do nosso espírito: “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co 6:20). Ele não diz, absolutamente, que isto só seja possível sem enfermidade, mas, sim, sem o pecado.
Deus quer que O glorifiquemos com o nosso corpo, seja num hospital, no laser, no trabalho, seja onde for. Em quaisquer circunstâncias, Ele é digno de nossa adoração e louvor. E, finalmente, Ele quer ser glorificado, também, quando a morte chegar. Assim, pois, que nós O glorifiquemos através de nosso corpo e do nosso espírito, independente das circunstâncias. Portanto, quando formos atingidos pelos sofrimentos, antes de lastimarmos, ou nos revoltarmos, pensemos nos propósitos de Deus em nós e para nós.
Pensemos no quanto Deus quer ser glorificado através de nosso testemunho em meio ao sofrimento. Pensemos nos nossos queridos que Deus pode estar conduzindo à salvação, fazendo uso de uma enfermidade ou perda significativa em nossa família. Ele, o Senhor, continua sendo digno de todo louvor e glória. A Ele, portanto, a nossa gratidão e a nossa adoração! Não se pode atribuir o mal apenas às pessoas más. Não se justifica o terrorismo de que toda a enfermidade seja fruto da desobediência aos princípios bíblicos. E nem ficarmos revoltados, envergonhados, ou desesperados, se ela vem a quem ama e é amado por Jesus. A enfermidade, por si mesma, não é algo para nos infelicitar, mas para glorificarmos a Deus em meio às dores e lágrimas.
_ “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25-27).
Com estas convicções, posso admirar e apreciar a grandeza das revelações de Deus, porque em todo o tempo estou apenas seguindo o desenho elaborado e exigido pelo verdadeiro Dono da obra. Deus é soberano e misericordioso, vale a pena servi-Lo, honrá-Lo, glorificá-Lo e amá-Lo, sempre e em todas as circunstâncias. Se os sofrimentos que suportamos são devido ao nosso viver cristão, somos bem-aventurados. E, quanto mais nos assemelharmos a Cristo, mais ódio e revolta receberemos do mundo ímpio. Assim, pois, o sofrimento há de nos caracterizar como servos de Cristo Jesus. Lembremo-nos, porém, que a graça de Cristo será sempre superior ao sofrimento suportado por amor a Cristo: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3:12).
Somente os vencedores são os verdadeiros crentes. Os demais são apenas os espectadores da Igreja. Nem a morte prejudica totalmente o crente! Nesse tempo de aflição, o irmão já considerou o quanto ainda pode glorificar ao Senhor, através das lágrimas e dores, ou apesar delas? Deus, o nosso Pai celeste, continua sendo digno de sua profunda e sincera adoração, apesar das aflições? Pense nisto!
Deus quer que O glorifiquemos com o nosso corpo, seja num hospital, no laser, no trabalho, seja onde for. Em quaisquer circunstâncias, Ele é digno de nossa adoração e louvor. E, finalmente, Ele quer ser glorificado, também, quando a morte chegar. Assim, pois, que nós O glorifiquemos através de nosso corpo e do nosso espírito, independente das circunstâncias. Portanto, quando formos atingidos pelos sofrimentos, antes de lastimarmos, ou nos revoltarmos, pensemos nos propósitos de Deus em nós e para nós.
Pensemos no quanto Deus quer ser glorificado através de nosso testemunho em meio ao sofrimento. Pensemos nos nossos queridos que Deus pode estar conduzindo à salvação, fazendo uso de uma enfermidade ou perda significativa em nossa família. Ele, o Senhor, continua sendo digno de todo louvor e glória. A Ele, portanto, a nossa gratidão e a nossa adoração! Não se pode atribuir o mal apenas às pessoas más. Não se justifica o terrorismo de que toda a enfermidade seja fruto da desobediência aos princípios bíblicos. E nem ficarmos revoltados, envergonhados, ou desesperados, se ela vem a quem ama e é amado por Jesus. A enfermidade, por si mesma, não é algo para nos infelicitar, mas para glorificarmos a Deus em meio às dores e lágrimas.
_ “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25-27).
Com estas convicções, posso admirar e apreciar a grandeza das revelações de Deus, porque em todo o tempo estou apenas seguindo o desenho elaborado e exigido pelo verdadeiro Dono da obra. Deus é soberano e misericordioso, vale a pena servi-Lo, honrá-Lo, glorificá-Lo e amá-Lo, sempre e em todas as circunstâncias. Se os sofrimentos que suportamos são devido ao nosso viver cristão, somos bem-aventurados. E, quanto mais nos assemelharmos a Cristo, mais ódio e revolta receberemos do mundo ímpio. Assim, pois, o sofrimento há de nos caracterizar como servos de Cristo Jesus. Lembremo-nos, porém, que a graça de Cristo será sempre superior ao sofrimento suportado por amor a Cristo: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3:12).
Somente os vencedores são os verdadeiros crentes. Os demais são apenas os espectadores da Igreja. Nem a morte prejudica totalmente o crente! Nesse tempo de aflição, o irmão já considerou o quanto ainda pode glorificar ao Senhor, através das lágrimas e dores, ou apesar delas? Deus, o nosso Pai celeste, continua sendo digno de sua profunda e sincera adoração, apesar das aflições? Pense nisto!
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Precisamos Falar Com Deus Face A Face
Alguns crentes (pastores e líderes) gostam de se sentir procurados para orarem em favor dos outros. Alguns até tentam passar a idéia de que se eles não orarem não haverá solução para os problemas dos demais. E há aqueles que crêem no ‘poder da oração’ de seus pastores e guias de tal forma que nada fazem sem primeiro consultá-los. É claro que a Bíblia nos ensina a orar uns pelos outros; mas em lugar nenhum ela nos ensina a confiar nossos problemas aos homens, antes de fazê-lo a Deus.
É claro que precisamos das orações de nossos irmãos. E os apóstolos também pediram orações em seu favor. Mas isto não deve servir de pretexto para deixarmos de buscar a Deus pessoalmente, de reservarmos tempo para estarmos a sós com Ele. Nada pode proporcionar a paz duradoura ao coração aflito, nem a ajuda e companheirismo dos amigos, nem as súplicas dos santos, senão a comunhão pessoal com Deus. Embora tudo isso seja importante e relevante para nos consolar, somente um encontro pessoal com Deus pode nos proporcionar alento e encorajamento necessários para enfrentarmos os problemas sem temor.
Todos nós, mais dia, menos dia, seremos confrontados com os gigantes assustadores ou com a necessidade de ultrapassarmos barreiras “intransponíveis” e indesejáveis. Circunstancias aterradoras, ainda que possam parecer insignificantes para os outros. Mas, acima de tudo, cada um de nós tem um encontro marcado com Deus. Quando haveremos de prestar contas de nossa mordomia de vida. Quando nada que se faça, no sentido humano, será o bastante para nos dar a paz e a tranqüilidade necessárias. Então chega o momento indispensável, intransferível com Deus. Porém, antes que ocorra aquele dia final, podemos e devemos nos achegar a Deus, sem pressa, sem a interferência de telefone, internet, amizades ou companhias humanas. Precisamos falar com Deus face a face; derramar nossa alma com Ele, e ouvir dEle, de forma clara e contundente, qual a Sua resposta, qual a direção e solução para o nosso caso.
Há certas coisas que ninguém pode fazer por mim, nem Deus. Por exemplo, Deus me dá a fé e o arrependimento, mas Ele não pode exercer a fé e o arrependimento em meu lugar. Eu tenho que me apropriar e exercer a fé e o arrependimento e não esperar que Deus o faça por mim. Da mesma forma, ainda que eu conte com as orações dos outros, ainda que eu saiba e creia que Deus Se agrada daqueles que O buscam com sinceridade de seus corações, isso não basta se eu mesmo não for a Deus pessoalmente em oração. Esse encontro com Deus é intransferível e inalienável.
Não posso terceirizar meu compromisso pessoal de buscar a Deus em oração. Não há como atribuir ao meu pastor ou a quem quer que seja a responsabilidade de falar com Deus. Não há como mandar-Lhe recados através de algum “subalterno”, nem chegar a Ele através de algum “pistolão’. Tenho que chegar a Ele sozinho, face a face com Sua majestade divina, por meio unicamente de Seu Filho Jesus Cristo e pela instrumentalidade do Espírito Santo. Isto é tremendo, mas também divino, maravilhosos, fantástico e extraordinário. Faça-o já, enquanto é tempo, em nome do Senhor Jesus. Amém!
É claro que precisamos das orações de nossos irmãos. E os apóstolos também pediram orações em seu favor. Mas isto não deve servir de pretexto para deixarmos de buscar a Deus pessoalmente, de reservarmos tempo para estarmos a sós com Ele. Nada pode proporcionar a paz duradoura ao coração aflito, nem a ajuda e companheirismo dos amigos, nem as súplicas dos santos, senão a comunhão pessoal com Deus. Embora tudo isso seja importante e relevante para nos consolar, somente um encontro pessoal com Deus pode nos proporcionar alento e encorajamento necessários para enfrentarmos os problemas sem temor.
Todos nós, mais dia, menos dia, seremos confrontados com os gigantes assustadores ou com a necessidade de ultrapassarmos barreiras “intransponíveis” e indesejáveis. Circunstancias aterradoras, ainda que possam parecer insignificantes para os outros. Mas, acima de tudo, cada um de nós tem um encontro marcado com Deus. Quando haveremos de prestar contas de nossa mordomia de vida. Quando nada que se faça, no sentido humano, será o bastante para nos dar a paz e a tranqüilidade necessárias. Então chega o momento indispensável, intransferível com Deus. Porém, antes que ocorra aquele dia final, podemos e devemos nos achegar a Deus, sem pressa, sem a interferência de telefone, internet, amizades ou companhias humanas. Precisamos falar com Deus face a face; derramar nossa alma com Ele, e ouvir dEle, de forma clara e contundente, qual a Sua resposta, qual a direção e solução para o nosso caso.
Há certas coisas que ninguém pode fazer por mim, nem Deus. Por exemplo, Deus me dá a fé e o arrependimento, mas Ele não pode exercer a fé e o arrependimento em meu lugar. Eu tenho que me apropriar e exercer a fé e o arrependimento e não esperar que Deus o faça por mim. Da mesma forma, ainda que eu conte com as orações dos outros, ainda que eu saiba e creia que Deus Se agrada daqueles que O buscam com sinceridade de seus corações, isso não basta se eu mesmo não for a Deus pessoalmente em oração. Esse encontro com Deus é intransferível e inalienável.
Não posso terceirizar meu compromisso pessoal de buscar a Deus em oração. Não há como atribuir ao meu pastor ou a quem quer que seja a responsabilidade de falar com Deus. Não há como mandar-Lhe recados através de algum “subalterno”, nem chegar a Ele através de algum “pistolão’. Tenho que chegar a Ele sozinho, face a face com Sua majestade divina, por meio unicamente de Seu Filho Jesus Cristo e pela instrumentalidade do Espírito Santo. Isto é tremendo, mas também divino, maravilhosos, fantástico e extraordinário. Faça-o já, enquanto é tempo, em nome do Senhor Jesus. Amém!
Assinar:
Postagens (Atom)