sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

NÃO DEIXE O DIABO ROUBAR A TUA ESPERANÇA

Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
(1º João 2: 1)



Quando um filho de Deus vacila e se deixa levar pela tentação, tendo consumado ou não o pecado, sente-se um miserável


Nessa hora, ele não deve tomar nenhuma atitude, a não ser a de confessar seu erro e pedir tanto o perdão ao Senhor quanto a restituição da sua alegria. É nesse momento que Satanás surge e tenta convencê-lo de que errou porque não serve para seguir o Senhor e não há mais jeito para ele. Então, se você não quer se perder e deseja alcançar o perdão e a restituição da sua posição em Cristo, o melhor é esperar no Senhor.

(Não deixe o diabo roubar a tua Esperança.)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A PERSEVERANÇA NA ORAÇÃO

Houve uma noite em que acordei às 3,00h. devido a um intenso barulho provocado por trabalhadores de um abatedouro de frangos ao lado de minha casa. Não conseguindo mais dormir, fiquei questionando o incidente, relacionando-o com a vida cristã: O que levaria as pessoas a passarem uma noite em claro, trabalhando com tanta determinação? Quais seriam as motivações que as mantinham alertas e entusiasmadas até ao romper da manhã? E o que tudo isto tem a ver com a nossa situação eclesiástica?

O Livro de Atos nos apresenta a história da igreja nos seus primeiros passos. E tudo começou com a oração: “Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele” (At 1.14). Então houve a manifestação do Espírito, no Pentecostes, resultando na salvação de muitas vidas, num processo contínuo: “Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas. E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações... louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At 2:41, 42, 47).


Quando o povo de Deus ora confiantemente e vive a verdadeira vida cristã, na comunhão do Espírito Santo, o próprio Senhor toma a iniciativa de apresentar à Igreja as pessoas destinadas à salvação. Como o mesmo escritor nos informa mais à frente: “Os gentios, ouvindo isto, regozijavam-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna. E divulgava-se a palavra do Senhor por toda aquela região... Os discípulos, porém, transbordavam de alegria e do Espírito Santo” (At 13.48, 49, 52).


No caso de Cornélio, Deus trabalhou com Pedro. O Espírito Santo guiou-o até à casa de Cornélio e fê-lo transmitir a Palavra de Salvação. Enquanto o Espírito Santo atuava na vida de um perdido, ia, ao mesmo tempo, preparando um salvo para ser o mensageiro da Palavra. Mas não podemos deixar de observar que tudo aconteceu em meio à oração, tanto de Pedro como de Cornélio, embora este ainda não fosse salvo. O texto nos mostra Deus efetivando a salvação à família de um homem que O buscava com toda a sinceridade de seu coração: “Morava em Cesaréia um homem de nome Cornélio, centurião da coorte chamada Italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus... Cornélio! Este, fixando nele os olhos e possuído de temor, perguntou: Que é, Senhor? E o anjo lhe disse: As tuas orações e as tuas esmolas subiram para memória diante de Deus” (At 10:1, 2, 4).

Ou seja, as suas orações e o seu desprendimento material foram aceitos diante de Deus. Deus se agradara de seu culto sincero, mesmo antes de conhecer a Jesus como seu único Salvador e Senhor. Havia em seu coração o desejo de ser salvo, ter segurança da vida eterna, e Deus lhe concedeu essa graça.

É certo que a salvação é dom de Deus, operada pelo Espírito Santo, através da fé. Ninguém é salvo por seus próprios méritos e vontade; porém, de uma forma maravilhosa, a salvação vem àqueles que são movidos pelo próprio Espírito a buscá-la com fé em oração. Os eleitos de Deus são movidos pelo Espírito de Deus a buscá-Lo em oração.

Por outro lado, o texto nos diz que o apóstolo Pedro se dirigia para a oração, quando teve uma visão celestial determinando qual deveria ser a sua atividade naquela noite: “No dia seguinte, indo eles de caminho e estando já perto da cidade, subiu Pedro ao eirado, por volta da hora sexta, a fim de orar” (At 10:9). Antes, porém, de recolher-se em oração, Deus mostrou-lhe o que deveria fazer. A Bíblia não diz quais seriam os pedidos que Pedro intencionava fazer ao Senhor, mas apenas a resposta da orientação e direção que precisava.

Assim como o Espírito atuou no caso da igreja primitiva, cremos, continua atuando hoje. Quanto mais pessoas salvas se disponham a servir, obedecer, deixar que o Espírito atue em suas vidas, mais pessoas serão apresentadas para ouvir a mensagem de salvação. Embora, primeiramente, seja obra do Espírito Santo o acrescentar vidas à Igreja, isso não nos isenta de nossa responsabilidade em proporcionar as condições favoráveis e adequadas para a salvação dos perdidos. E não apenas em ficarmos esperando que eles nos procurem a fim de serem recepcionados.

Paulo nos diz de sua intensa preocupação e responsabilidade para com aqueles que se acham distantes da salvação: “Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes” (Rm 1.14). Sua atitude não recomenda o comodismo e conformismo, mas a ação vibrante e destemida de quem sai ao encontro do náufrago; ou a atitude do bombeiro em busca do ferido e perdido num grande incêndio. Poderá o Senhor nos acrescentar tantas vidas como na experiência daquela Igreja? Ou, pelo menos, na mesma proporção? Como o Senhor é o mesmo ontem, hoje e eternamente, e Seu poder continua operando em nós, podemos concluir que sim; desde que haja de nossa parte as condições favoráveis para tal manifestação gloriosa do poder de Deus. Ou seja, oração e consagração total de nossas vidas a Ele.

Pr. Vanderlei Faria
LEIA EM BREVE O LIVRO “ENSINA-NOS A CONTAR OS NOSSOS DIAS” – VANDERLEI FARIA
Visite o Portal: www.midiasound.comOu acesse o Blog: www.mananciaisdevida.blogspot.com

VIDA ÍNTEGRA

"ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; e escudopara os que caminham em integridade" (Provérbios 2:7).

Na China antiga, as pessoas desejavam estar seguras contraas hostes bárbaras e, por isso, construíram a grande muralha chinesa. Ela era tão alta que ninguém poderia subir através dela e tão espessa que nada poderia derrubá-la. Eles se colocaram por trás da muralha para apreciar sua segurança.

Durante os primeiros cem anos da existência da muralha, a China foi invadida três vezes. Em nenhuma delas as hostes bárbaras derrubaram a muralha ou subiram por ela. Em todas oportunidades eles subornaram um porteiro e marcharam direto pelo portão.

Os chineses estavam tão ocupados confiando nas paredes de pedra que se esqueceram de ensinar integridade aos seus filhos.

Até que ponto Deus pode confiar em nossa integridade? Como tem sido o nosso testemunho em relação à corrupção reinante no mundo atual? Como os nossos irmãos da igreja contemplam nossas atitudes? E os nossos amigos incrédulos, que conclusão tiram de nossa vida espiritual?

A maior fonte de poder espiritual que podemos demonstrar a todos que nos conhecem é uma vida de íntimo relacionamento com o nosso Senhor Jesus Cristo. Seu ensino nos diz: "Sede santos porque Eu sou santo".

E como podemos ser santos comoo Senhor? Buscando experimentar uma vida de comunhão com Sua Palavra e de oração diante de Seu altar. Seremos então perfeitos? Claro que não, mas estaremos dizendo ao Senhor que confiamos nEle para moldar o nosso caráter e nos fazer viver de uma maneira íntegra que glorifique sempre o Seu santo nome.

Pela corrupção de alguns chineses, muitos sofreram. Se agirmos da mesma forma, todo um trabalho pode ser destruído. Que estejamos prontos a ser apenas bênção tanto para a nossa igreja como para nossos amigos não cristãos. Agindo assim estaremos glorificando o nome do nosso Deus e iluminando o caminho de muitos.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

VIVENDO A VIDA ABUNDANTE

_ “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fl 1.6).

Paulo ora em favor dos irmãos de Filipos, para que eles não ficassem estagnados nos primeiros passos da vida cristã. Paulo ora para que Deus complete a obra iniciada na vida deles a fim de que eles crescessem na sabedoria e entendimento no seu relacionamento com Deus: “O que eu peço a Deus é que o amor de vocês cresça cada vez mais e que tenham sabedoria e um entendimento completo” (v.9).

Ou seja, ao mesmo tempo em que o apóstolo estava orando estava, também, encorajando-os a buscarem esse crescimento, através da comunhão com Deus.

Paulo os desafia a não se contentar com as águas nos artelhos. Eles precisavam continuar se aprofundando nas coisas espirituais; tanto para que adquirissem o discernimento necessário para fazerem escolhas acertadas na vida como, e principalmente, para que “A vida de vocês estará cheia das boas qualidades que só Jesus Cristo pode produzir, para a glória e o louvor de Deus”.

A fim de que eles produzissem frutos para a glória e louvor de Deus; frutos que haveriam de glorificar a Deus, acima de tudo. É sempre assim, Deus quer mais de nós, porque Ele tem mais para nós!

A cegueira espiritual nos impede de querer mais de Deus, tanto para a nossa própria edificação como para abençoar a outros. Esquecemo-nos de que somos salvos para servir, e não para retermos egoisticamente a consolação do Senhor.

Creio que um dos maiores empecilhos neste sentido é que a maioria das pessoas vive, na maior parte de suas vidas, como crianças espirituais. Chega a ser patético e muito triste observarmos pessoas adultas com atitudes infantis.

Fico pensando na quantidade de crentes infantis de nossas igrejas. Às vezes até mesmos pastores e líderes.

Homens e mulheres que, por estarem vazios, e por não serem frutíferos, vivem como água parada, estagnada. Se aborrecem com qualquer coisa, ficam azedos por ninharia. São ciumentos, invejosos, irritadiços e tristes. Ao invés de atraírem, elas afastam as pessoas. E por terem sido ensinados que já possuem tudo, que já receberam todas as bênçãos espirituais, contentam-se em viver no raso, na superfície do raso, com águas nos artelhos.

E, pior ainda, há quem esteja convencido de que já estão vivendo a vida abundante, estando ainda como os ossos secos da visão de Ezequiel, sem a verdadeira vida. Jesus disse que veio para nos dar vida, e vida em abundância.

Pr. Vanderlei Faria
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UM FUTURO MELHOR!

Há uma palavra que Deus concedeu à humanidade de maneira especial: esperança!

A vida cristã está fundamentada na esperança. Sem ela, o que somos e fazemos perde a razão de ser. Desorientados, poderemos seguir por caminhos perigosos e repletos de desistência, amargura e dor.

A única alternativa viável acontece quando a esperança habita nosso coração e nos enche de possibilidades e vislumbres, ainda que as últimas notícias estejam permeadas de pessimismo e derrota.

No principio do ano somos convidados a ouvir o que Deus quer nos dizer. Carinhosamente, Ele se aproxima e nos diz que há muitas lições sobre a palavra esperança.

Em primeiro lugar, devemos aprender que a esperança é fruto da experiência decorrente da perseverança daqueles que enfrentaram a tribulação; ou seja, a esperança é uma atitude que marca homens e mulheres que, ao longo do tempo, foram forjados pela vida e pelas circunstâncias. Com o passar dos dias, eles e elas aprenderam que não devemos deixar a esperança de lado, pois é ela quem nos move para o futuro (Romanos 5.4).

Em segundo lugar, aprendemos que a esperança é uma verdade clareadora que nos acompanha quando enfrentamos dificuldades (Romanos 5.5).

Graça divina concedida aos seus filhos e suas filhas, a esperança não confunde, antes nos tranqüiliza e orienta, a fim de que estejamos preparados para que vier.

Finalmente, podemos dizer que nossa esperança está firmada em Cristo, razão de nossa vida e morte. Sua vida, sua palavra e suas atitudes nos remetem a crer que o futuro será melhor. Sem ufanismos, acreditamos amadurecidamente que nEle somos e seremos mais que vencedores.


Rev. Sérgio Andrade
Deão da Catedral Anglicana da Santíssima Trindade - Recife - PE