O apóstolo Paulo é um exemplo para todos nós. Um homem que amava a Cristo. A sua conversão é um estimulo para o nosso coração. O viver dele era Cristo e o morrer, lucro (Fil 1.21).
Cristo era o centro da mensagem de Paulo, e isso é verdade quando disse aos irmãos em Corinto: “Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque, decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.” (1 Co 2. 1-5).
Na verdade, a mensagem de Cristo oxigenava a vida do apóstolo e tudo o que fazia. Cristo era o contentamento da sua vida e do seu ministério. Tudo o que ele fazia frutificava porque ele era fiel ao Senhor. O seu foco era Cristo. A suficiência do Salvador era a razão de sua vida e ministério.
No texto paulino, encontramos quatro lições sobre a pregação cristã. Primeira, a forma da pregação cristã é simples, sem ostentação (v.1); segunda, o conteúdo da pregação cristã é o evangelho do Cristo crucificado e ressurreto (v.2); terceira, o mensageiro da pregação cristã está comprometido com Cristo (v.3); quarta, a base ou o fundamento da pregação cristã é o poder de Deus, (vv.4,5). A pregação cristã é o testemunho da simplicidade de Cristo com consciência de incapacidade e com base no poder de Deus. Paulo mesmo asseverou que ele não era capaz por si mesmo de repartir o evangelho de Cristo quando disse: “Não que sejamos capazes, por nós mesmos, de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus” ( 2 Co 3.5). Alguém disse sabiamente que Deus não chama os capacitados, mas capacita os chamados.
Vivemos num tempo de mensagens egocêntricas. Pregações que exaltam o homem, que enfatizam apenas benefícios meramente físicos e que não têm fundamentação bíblica. A pregação cristã tem Cristo como o seu centro. A mensagem é veiculada de forma simples, sem ostentação de linguagem. Jesus era assim. Se pregarmos numa linguagem que a criança entenda pregaremos de forma simples e todos a entenderão. Jesus usou a criança como prova de simplicidade, dependência, pureza e sinceridade. Estas são as características da fé que legitima um homem para entrar no Reino de Deus. A pregação do evangelho de Cristo enfatiza a simplicidade, a dependência , a pureza e a sinceridade do coração. Não podemos pregar de outra forma.
O conteúdo da pregação genuína é o evangelho do Cristo crucificado, que morreu por nós. É o que Paulo chama de Palavra da cruz. “Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1 Co 1.18). A paixão do apóstolo era Cristo. O seu viver era Cristo. “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fil 1.21).
O apóstolo estava crucificado com Cristo. “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.20). Paulo vivia e pregava em função da Pessoa de Cristo. Ele era homem de uma só mensagem: Cristo e este crucificado. O pregador aos gentios estava comprometido com a suficiência da obra de Cristo na cruz e na ressurreição. Era testemunha da vida do Messias. Fez uma apologia da ressurreição do Mestre (1 Co 15). Todas as suas epístolas focam a Grandeza e Majestade do Senhor Jesus Cristo. O apóstolo deixou claro que não se envergonhava do evangelho de Cristo porque ó poder de Deus para a salvação de todo o que crê (Rm 1.16).
O mensageiro, à semelhança de Paulo na pregação cristã, está profundamente cônscio de sua fragilidade. O apóstolo não se sentia capaz de pregar. Ele foi claro ao dizer que “foi em fraqueza, temor e grande tremor que esteve entre os Coríntios” (v.3). Na pregação cristã, o mensageiro se sente fraco em si mesmo, tem temor no coração e treme na presença de Deus. Por outro, confia na suficiência de Cristo que pode todas as coisas. Lembro-me de Moisés que não sentia em condições de tirar o povo do Egito. “Então disse Moisés a Deus: Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel? “ (Ex 3.11).
O profeta Jeremias diante do desafio do Senhor para pregar ao povo de Judá se achava uma criança. “Então, lhe disse eu: ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma criança” (Jr 1.6). João Batista se sentia menos que um escravo em relação a Jesus, quando disse: “mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar” (Mt 3.11). O mensageiro do evangelho não se apóia em sabedoria humana, mas, sim, no poder de Deus (1 Co 2.5). Quando oramos, estudamos a Palavra, fazemos uma leitura madura do tempo em que vivemos, nos relacionamos amorosamente com as pessoas, Deus realiza a Sua obra em nós usando a Sua Palavra por meio da pregação eficaz, que atinge as pessoas e glorifica o Seu nome.
A fundamentação da pregação cristã é o poder de Deus (v.5). O que nos interessa como pregadores sérios é a manifestação do poder de Deus. Ele se manifesta na vida do mensageiro que o ama de todo coração. Deus fala por meio do Seu servo que se submete. A humildade é um traço preponderante na vida do homem que Deus usa para a Sua glória, para a salvação dos perdidos e para a edificação da Sua igreja. A fé do povo de Deus não se apóia no braço humano, mas sim no poder do Senhor (v.5).
A fundamentação da mensagem cristã é o poder do Pai que exalta o Filho e que se manifesta pelo Espírito Santo. Esta era a realidade dos apóstolos Pedro e João que pregaram no Pentecostes e diante do Sinédrio. Ninguém podia barrar-lhes o testemunho acerca de Jesus. A pregação cristã é eficaz porque está alicerçada no poder de Deus. A pregação genuinamente cristã tem a Palavra de Deus como base fundamental. Todo alicerce da pregação cristã está na Triunidade de Deus. O evangelho foi proclamado de Jerusalém (Oriente) a Roma (Ocidente) sem impedimento algum, isto é, sem que ninguém pudesse barrar a sua impetuosidade. Esta é a realidade da pregação cristã.
Oswaldo Luiz Gomes Jacob, Pastor
wwww.oswaldojacob.blogspot.com
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
O AMIGO
Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai.
Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, asobrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelono seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.
- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes namedidaem que você envelhecer.Independentemente, do quanto você ame sua família, os filhos que porventuravenham a ter, você sempre precisará de amigos.Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles;telefone para eles...
Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minhaesposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para darsentido à minha vida!Contudo, ele obedeceu ao pai.Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número deles.
Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu paisabia do que falava.Conforme o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre umhomem, amigos são baluartes de sua vida.
Passados mais de 40 anos, eis o que ele aprendeu:O Tempo passa.A vida acontece.A distância separa.As crianças crescem.Os empregos vão e vêem.O amor fica mais frouxo.As pessoas não fazem o que deveriam fazer.O coração se rompe.Os pais morrem.Os colegas esquecem os favores.As carreiras terminam.MAS...
Os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantosquilômetros estão entre a gente.Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade,torcendo pela gente, intervindo em nosso favor, e esperando de braçosabertos, abençoando nossa vida!Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveisalegrias ou tristezas que estavam adiante.Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.Remeta este texto a todos os amigos que ajudam a dar sentido à sua vida."
"A Paz que excede todo o entendimento esteja contigo através de Cristo Jesus!"
"ECONOMIZE PAPEL - PENSE ANTES DE IMPRIMIR!"
Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, asobrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelono seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.
- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes namedidaem que você envelhecer.Independentemente, do quanto você ame sua família, os filhos que porventuravenham a ter, você sempre precisará de amigos.Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles;telefone para eles...
Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minhaesposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para darsentido à minha vida!Contudo, ele obedeceu ao pai.Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número deles.
Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu paisabia do que falava.Conforme o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre umhomem, amigos são baluartes de sua vida.
Passados mais de 40 anos, eis o que ele aprendeu:O Tempo passa.A vida acontece.A distância separa.As crianças crescem.Os empregos vão e vêem.O amor fica mais frouxo.As pessoas não fazem o que deveriam fazer.O coração se rompe.Os pais morrem.Os colegas esquecem os favores.As carreiras terminam.MAS...
Os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantosquilômetros estão entre a gente.Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade,torcendo pela gente, intervindo em nosso favor, e esperando de braçosabertos, abençoando nossa vida!Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveisalegrias ou tristezas que estavam adiante.Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.Remeta este texto a todos os amigos que ajudam a dar sentido à sua vida."
"A Paz que excede todo o entendimento esteja contigo através de Cristo Jesus!"
"ECONOMIZE PAPEL - PENSE ANTES DE IMPRIMIR!"
VALERÁ A PENA?
"Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, seperder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da suaalma?" (Mateus 16:26).
O presidente Lyndon Johnson gostava de contar uma história de um professor à procura de um trabalho. Aconteceu nos dias iniciais da Depressão quando era difícil conseguir-se um emprego.
O professor, a princípio, fez um bom relato sobre sua experiência, antes de ouvir as perguntas da diretoria da Escola Rural onde havia se apresentado. Sua palavra foi firme e causou boa impressão. Ele mostrou que era competente e que sabia do que estava falando.
Então, o diretor da Escola lhe fez uma pergunta de cisiva: "Bem, acho que desejamos que o Senhor venha ensinar em nossa escola... Mas, diga-nos uma coisa: existe uma pequena diferença de opinião em nossa comunidade, sobre Geografia, e desejamos saber de que lado você está. Você ensina que o mundo é redondo ou uma superfície plana?"
O candidato respondeu sem hesitação: "eu posso ensinar sobre isso de um modo ou de outro." Até que ponto estamos dispostos, para alimentar interesses, a aceitar a situação com que deparamos, mesmo que seja contrária às nossas convicções? Será que tudo é válido quando achamos que tiraremos algum proveito?
Valerá a pena o ganho passageiro e incerto? O professor de nossa ilustração estava pronto a ceder à vontade daquela diretoria. Tudo para obter o emprego desejado, mesmo contrariando seu conhecimento e sua formação. E será que não acontece o mesmo com muitos de nós?
A secretária atende o telefone e diz que o patrão não está, mesmo sabendo que ele encontra-se em sua sala. O contador dá um jeitinho nos registros para sonegar um pouquinho de dinheiro à Receita Federal. O vendedor diz que o aparelho faz de tudo e mais um pouco, embora saiba que é fraco e logo estará estragado. Tudo para preservar o emprego ou faturar um pouquinho mais no fim do mês.
Mas será isso bom para a vida espiritual do cristão? Poderá ele dobrar seus joelhos e orar a Deus com a consciência pesada, mostrando seu mau testemunho? Poderá entrar na igreja e cumprimentar aos irmãos como se tivesse duas vidas, uma para a igreja e outra para o mundo?De que adiantam os muitos ganhos diante do muito que se perderá?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
Visite minha homepage: Escuro Iluminado
O presidente Lyndon Johnson gostava de contar uma história de um professor à procura de um trabalho. Aconteceu nos dias iniciais da Depressão quando era difícil conseguir-se um emprego.
O professor, a princípio, fez um bom relato sobre sua experiência, antes de ouvir as perguntas da diretoria da Escola Rural onde havia se apresentado. Sua palavra foi firme e causou boa impressão. Ele mostrou que era competente e que sabia do que estava falando.
Então, o diretor da Escola lhe fez uma pergunta de cisiva: "Bem, acho que desejamos que o Senhor venha ensinar em nossa escola... Mas, diga-nos uma coisa: existe uma pequena diferença de opinião em nossa comunidade, sobre Geografia, e desejamos saber de que lado você está. Você ensina que o mundo é redondo ou uma superfície plana?"
O candidato respondeu sem hesitação: "eu posso ensinar sobre isso de um modo ou de outro." Até que ponto estamos dispostos, para alimentar interesses, a aceitar a situação com que deparamos, mesmo que seja contrária às nossas convicções? Será que tudo é válido quando achamos que tiraremos algum proveito?
Valerá a pena o ganho passageiro e incerto? O professor de nossa ilustração estava pronto a ceder à vontade daquela diretoria. Tudo para obter o emprego desejado, mesmo contrariando seu conhecimento e sua formação. E será que não acontece o mesmo com muitos de nós?
A secretária atende o telefone e diz que o patrão não está, mesmo sabendo que ele encontra-se em sua sala. O contador dá um jeitinho nos registros para sonegar um pouquinho de dinheiro à Receita Federal. O vendedor diz que o aparelho faz de tudo e mais um pouco, embora saiba que é fraco e logo estará estragado. Tudo para preservar o emprego ou faturar um pouquinho mais no fim do mês.
Mas será isso bom para a vida espiritual do cristão? Poderá ele dobrar seus joelhos e orar a Deus com a consciência pesada, mostrando seu mau testemunho? Poderá entrar na igreja e cumprimentar aos irmãos como se tivesse duas vidas, uma para a igreja e outra para o mundo?De que adiantam os muitos ganhos diante do muito que se perderá?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
TEMPO OPORTUNO
"Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todopropósito debaixo do céu" (Eclesiastes 3:1).
Um fazendeiro cristão era constantemente escarnecido por um não-cristão por não trabalhar no final de semana, ir à igreja e dar o dízimo fielmente para o trabalho do Senhor. Ao final de uma estação, teve uma colheita muito fraca e o não-cristão disse a ele: "Onde está o seu Deus? Pelo que vejo, Ele falhou com você, não é?"
"Oh, não", disse o cristão, "meu Deus não fecha Seus livros no fim da estação de colheitas. Qual o tempo indicado para Deus nos atender? Que prazo devemos Lhe dar para que nos responda e nos abençoe? Devemos estipular um tempo para Deus ou é Ele quem sabe a ocasião oportuna?
Muitas vezes murmuramos contra o Senhor por nossos sonhos demorarem a ser realizados. Queixamo-nos ao ver outras pessoas relatarem testemunhos das coisas maravilhosas que Deus faz em suas vidas enquanto nós continuamos esperando por nossos anseios. Mas estamos errados.
Deus sabe o que é melhor para nós e o tempo certo para termos as nossas bênçãos alcançadas. A Ele pertence o tempo, a vida, as respostas, as bênçãos. Glórias devem ser dadas a Ele. As pessoas que não têm Cristo no coração não entendem o que é fé e confiança. Querem ver os resultados imediatos. Pensam apenas no hoje e se esquecem de que aquela pretensa alegria ou aquele rápido sucesso pode se acabar logo no dia de amanhã. São êxitos enganosos, sem base, sem firmeza, sem garantia de que permanecerão.
O mundo, quase sempre, é uma escada de dois lados. Com a mesma velocidade que se sobe de um lado, começa-se a descer do outro. A grande alegria de uma noite pode converter-se no choro do dia seguinte. As bênçãos do Senhor podem não vir no tempo desejado, mas serão verdadeiras e se estenderão por toda a eternidade.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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Um fazendeiro cristão era constantemente escarnecido por um não-cristão por não trabalhar no final de semana, ir à igreja e dar o dízimo fielmente para o trabalho do Senhor. Ao final de uma estação, teve uma colheita muito fraca e o não-cristão disse a ele: "Onde está o seu Deus? Pelo que vejo, Ele falhou com você, não é?"
"Oh, não", disse o cristão, "meu Deus não fecha Seus livros no fim da estação de colheitas. Qual o tempo indicado para Deus nos atender? Que prazo devemos Lhe dar para que nos responda e nos abençoe? Devemos estipular um tempo para Deus ou é Ele quem sabe a ocasião oportuna?
Muitas vezes murmuramos contra o Senhor por nossos sonhos demorarem a ser realizados. Queixamo-nos ao ver outras pessoas relatarem testemunhos das coisas maravilhosas que Deus faz em suas vidas enquanto nós continuamos esperando por nossos anseios. Mas estamos errados.
Deus sabe o que é melhor para nós e o tempo certo para termos as nossas bênçãos alcançadas. A Ele pertence o tempo, a vida, as respostas, as bênçãos. Glórias devem ser dadas a Ele. As pessoas que não têm Cristo no coração não entendem o que é fé e confiança. Querem ver os resultados imediatos. Pensam apenas no hoje e se esquecem de que aquela pretensa alegria ou aquele rápido sucesso pode se acabar logo no dia de amanhã. São êxitos enganosos, sem base, sem firmeza, sem garantia de que permanecerão.
O mundo, quase sempre, é uma escada de dois lados. Com a mesma velocidade que se sobe de um lado, começa-se a descer do outro. A grande alegria de uma noite pode converter-se no choro do dia seguinte. As bênçãos do Senhor podem não vir no tempo desejado, mas serão verdadeiras e se estenderão por toda a eternidade.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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PAZ QUE VEM DE DEUS
“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:7 RC)
No versículo anterior lemos: “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças.” O resultado de fazermos conhecidas de Deus as nossas petições, é a Paz que vem de Deus. Vejamos três coisas sobre essa paz prometida:
1) Ela vem de Deus – Isso significa que ela se origina em Deus e é uma qualidade espiritual que passamos a possuir por intermédio do Espírito Santo: “...o fruto do Espírito é: ...paz...” (Gálatas 5:22 RC). Isso significa também que ela independe das circunstâncias. Nós temos essa paz, mas ela pertence a Deus. Jesus mesmo disse: “Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo.” (João 14:27 BLH)
2) Ela excede o entendimento – Na letra de uma música antiga, cantada por Marcos Witt, o autor se expressa:
“Bem no fundo da minha alma há uma doce quietude,
que se difunde invadindo o meu ser;
é uma calma infinita que só poderão
os amados de Deus compreender”
“Paz, paz, quão doce paz, é aquela que o Pai me dá!
Eu lhe rogo que inundes prá sempre o meu ser
em suas ondas de amor celestial”
A paz que vem de Deus transcende o poder de raciocínio do homem. Como entender, por exemplo, a presença da paz onde não há razões aparentes para a sua presença? Veja o exemplo de Estêvão em Atos 7:55-60. Veja também o de Paulo e Silas na prisão em Filipos, em Atos 16:20-25.
A paz que vem de Deus excede o entendimento justamente por não ser produto de circunstâncias favoráveis, e sim um dos aspectos do fruto do Espírito.
3) Ela guarda os nossos corações e os nossos sentimentos – Guarda contra o quê? Guarda justamente contra os ataques externos que querem nos arrancar a paz do coração. A nossa paz própria, dependente das circunstâncias, pode facilmente ser arrancada, mas a paz que vem de Deus não pode ser arrancada e ainda nos protege contra esse perigo que é justamente o da falta de paz, o que pode trazer sérios prejuízos à nossa vida física, social e espiritual. A paz que vem de Deus é a sentinela de Deus que guarda o nosso homem interior.
Louvado seja Deus por tão grandioso presente!
Quero encerrar com um soneto de Mário Barreto França com alguma modificações feitas por mim:
A Pergunta Oportuna
Encontrando um camponês em pleno trabalho,
Um jovem triste, a demonstrar canseira,
Pergunta: - “É essa a estrada da cachoeira?”
- “Sim!” – o camponês responde. Ele agradece e se afasta.
O camponês, entretanto, orando,
Com o olhar o segue. E, quando na primeira
Curva o nota, lhe indaga com voz branda:
- “Moço, a estrada da paz você conhece?”
O jovem para, atônito. Regressa;
E o seu desejo de morrer confessa
Ao lavrador que à crença em Deus o induz...
Que nós também, na senda do destino
Possamos ajudar um peregrino
A encontrar a paz e ser feliz nos braços de Jesus.
Porto Meira – Julho de 2009
No versículo anterior lemos: “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças.” O resultado de fazermos conhecidas de Deus as nossas petições, é a Paz que vem de Deus. Vejamos três coisas sobre essa paz prometida:
1) Ela vem de Deus – Isso significa que ela se origina em Deus e é uma qualidade espiritual que passamos a possuir por intermédio do Espírito Santo: “...o fruto do Espírito é: ...paz...” (Gálatas 5:22 RC). Isso significa também que ela independe das circunstâncias. Nós temos essa paz, mas ela pertence a Deus. Jesus mesmo disse: “Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo.” (João 14:27 BLH)
2) Ela excede o entendimento – Na letra de uma música antiga, cantada por Marcos Witt, o autor se expressa:
“Bem no fundo da minha alma há uma doce quietude,
que se difunde invadindo o meu ser;
é uma calma infinita que só poderão
os amados de Deus compreender”
“Paz, paz, quão doce paz, é aquela que o Pai me dá!
Eu lhe rogo que inundes prá sempre o meu ser
em suas ondas de amor celestial”
A paz que vem de Deus transcende o poder de raciocínio do homem. Como entender, por exemplo, a presença da paz onde não há razões aparentes para a sua presença? Veja o exemplo de Estêvão em Atos 7:55-60. Veja também o de Paulo e Silas na prisão em Filipos, em Atos 16:20-25.
A paz que vem de Deus excede o entendimento justamente por não ser produto de circunstâncias favoráveis, e sim um dos aspectos do fruto do Espírito.
3) Ela guarda os nossos corações e os nossos sentimentos – Guarda contra o quê? Guarda justamente contra os ataques externos que querem nos arrancar a paz do coração. A nossa paz própria, dependente das circunstâncias, pode facilmente ser arrancada, mas a paz que vem de Deus não pode ser arrancada e ainda nos protege contra esse perigo que é justamente o da falta de paz, o que pode trazer sérios prejuízos à nossa vida física, social e espiritual. A paz que vem de Deus é a sentinela de Deus que guarda o nosso homem interior.
Louvado seja Deus por tão grandioso presente!
Quero encerrar com um soneto de Mário Barreto França com alguma modificações feitas por mim:
A Pergunta Oportuna
Encontrando um camponês em pleno trabalho,
Um jovem triste, a demonstrar canseira,
Pergunta: - “É essa a estrada da cachoeira?”
- “Sim!” – o camponês responde. Ele agradece e se afasta.
O camponês, entretanto, orando,
Com o olhar o segue. E, quando na primeira
Curva o nota, lhe indaga com voz branda:
- “Moço, a estrada da paz você conhece?”
O jovem para, atônito. Regressa;
E o seu desejo de morrer confessa
Ao lavrador que à crença em Deus o induz...
Que nós também, na senda do destino
Possamos ajudar um peregrino
A encontrar a paz e ser feliz nos braços de Jesus.
Porto Meira – Julho de 2009
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