Por gentileza repassem esse e-mail.
O JORNAL DA REDE GLOBO MOSTROU UMA REPORTAGEM SOBRE O HOSPITAL DOS OLHOS DE SOROCABA.ESSE HOSPITAL É DA MAÇONARIA, SEM FINS LUCRATIVOS. ELE É CONVENIADO COM O SUS, E TEM CAPACIDADE PARA REALIZAR CERCA DE 300 (TREZENTOS) TRANSPLANTES DE CÓRNEAS . POR MÊS, POIS HÁ
UM ESTOQUE DE CÓRNEAS SUFICIENTE PARA A REALIZAÇÃO DOS MESMOS. ENTRETANTO, ESSE HOSPITAL ESTÁ REALIZANDO SOMENTE CERCA DE 120 (CENTO E VINTE) TRANSPLANTES POR MÊS, DEVIDO A FALTA DE PACIENTES.
AS CÓRNEAS NÃO UTILIZADAS ESTÃO SENDO JOGADAS FORA POR PASSAREM DO TEMPO DE UTILIZAÇÃO E VALIDADE! REPASSANDO DE MÃO EM MÃO ESTE E-MAIL PODERÁ CAIR NA MÃO DE ALGUÉM QUE CONHEÇA UMA PESSOA QUE ESTÁ A ESPERA DE CÓRNEAS. ELA PODE ENTRAR EM CONTATO COM O HOSPITAL OFTALMOLOGICO DE SOROCABA - SP E SE CURAR!
TELEFONE - (15) 3212-7009- DE 2ª A 6ª FEIRA
ATENCIOSAMENTE, DR.. EDUARDO BEZERRA - MÉDICO REPASSE ESTE E- MAIL. VOCÊ PODE NÃO PRECISAR, MAS ALGUÉM SEMPRE ESTARÁ A ESPERA.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
A GUERRA OFENSIVA
Consideremos, agora, a Guerra Ofensiva. Ofensiva e agressiva, porém estrategicamente positiva em seus efeitos. E isto no sentido espiritual. A Bíblia nos diz ainda como vencer a guerra espiritual, ofensiva e positivamente – Tomando posse da armadura de Deus (Ef 6.10-20).
Paulo fala do Espírito Santo como o poder de Deus que nos proporciona a vitória. Quando nos tornamos cristãos entra em nós o poder do Espírito de Deus. Então, Ele mesmo nos encoraja a fazer uso da Palavra de Deus para o nosso crescimento espiritual e para nos fortalecer na “força do seu poder que habita em nós”. O Espírito nos muniu da instrução que se acha na Palavra, porém, não podemos usá-la sem Ele... Portanto, certifique-se de que você está salvo realmente e firme-se nessa certeza; fazendo uso da Espada do Espírito: “...que é a palavra de Deus...” (Ef 6.17b).
No texto de Efésios (Ef 6.18-20), Paulo nos exorta a fazer uso “de toda a armadura de Deus” (v.13). Isto nos faz entender que precisamos tomar posse de todos os recursos que Deus nos oferece. É importante destacar que, além de nos alertar para a amplitude de nosso combate, para a acirrada e permanente luta contra as hostes do mal, Paulo nos adverte para não deixarmos de fazer uso de todos os recursos que temos disponíveis: "Toda a armadura de Deus!" Creio que é justamente aqui que reside o nosso maior descuido. Por isto, ele nos apresenta toda a armadura necessária e disponível ao cristão a fim de que não nos contentemos apenas com algumas peças dessa armadura.
Ao mesmo tempo, Paulo procura nos instruir e nos acalmar quanto a este assunto: “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia. Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1 Co 10.13). E Pedro completa: “É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia do Juízo” (2 Pe 2.9). Pedro ainda nos exorta: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo” (1 Pe 5.8-9). Tiago confirma as doutrinas expostas da seguinte forma: “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7).
A nossa batalha é espiritual, e só alcançaremos a vitória por meio de um poderoso avivamento espiritual. Porém, é bom lembrar que esse avivamento não consiste de meios humanos, chavões e barulho. Nem mesmo o crescimento numérico pode servir de parâmetro para avaliação do que seja avivamento. Não significa só ajuntamento, aparência de algo saudável... Você se vê derrotado, humilhado e infeliz? Mas o verdadeiro avivamento vem do Senhor. É Ele quem nos conduz à oração a fim de que Ele mesmo proporcione o avivamento e a restauração da paz para as nossas cidades.
Finalmente, precisamos enfatizar dois aspectos da armadura do cristão: Vigiar e orar. É interessante destacar um detalhe pouco discutido: Tanto Jesus, como Paulo, quase sempre colocam o vigiar em primeiro lugar. Como é mais fácil orar e atribuir tudo a Deus ou ao diabo, muitas vezes nos descuidamos da nossa responsabilidade pessoal nessa guerra, em nosso combate. Daí o resultado de tanto fracasso na questão moral, ética, em nosso meio. Precisamos nos lembrar de que não basta apenas crer e orar, mas também vigiar. Orar todos nós temos consciência de que precisamos, embora nem sempre o pratiquemos. Mas, e quanto à vigilância? Portanto, precisamos destacar a importância da vigilância. Jesus acrescenta ainda mais dois recursos indispensáveis para vencermos as provações e tentações: ORAÇÃO E JEJUM. Na verdade, como os termos aparecem nas citações do Senhor Jesus sempre relacionados, podemos dizer que é uma só. Desta forma, podemos dizer que oração e jejum se fundem numa só atividade caracterizando a intensa e persistente comunhão com Deus.
Assim, a violência e o caos urbano são apenas meios através dos quais Deus conduz o Seu povo ao arrependimento e a comunhão com Ele através do jejum e oração, como nos diz o Senhor: “Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar” (2 Cr 7.13-15). Antes de mais nada vale a pena considerarmos que o texto diz que só pode de fato orar aqueles que fazem parte específica do povo de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome”. Você faz parte desse povo?
Nesse texto o Senhor exorta o Seu povo no sentido de observar os Seus preceitos, para que possa firmar-se na verdadeira sabedoria divina. Deus falou ao Seu povo, o povo escolhido com propósitos específicos. Deus não está fazendo um apelo à raça humana de um modo geral no sentido de que alguém dê crédito à Sua palavra e se volte para Ele. Ao contrário, esta é uma mensagem dirigida especificamente ao povo escolhido de Deus, propriedade exclusiva do Senhor, como nos diz o apóstolo Pedro: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1 Pe 2:9-10).
_ “E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus... e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal... O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!”.[1]
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
[1] Fl 1.9-11; Mt 6.13a ; 2Tm 4.8
Paulo fala do Espírito Santo como o poder de Deus que nos proporciona a vitória. Quando nos tornamos cristãos entra em nós o poder do Espírito de Deus. Então, Ele mesmo nos encoraja a fazer uso da Palavra de Deus para o nosso crescimento espiritual e para nos fortalecer na “força do seu poder que habita em nós”. O Espírito nos muniu da instrução que se acha na Palavra, porém, não podemos usá-la sem Ele... Portanto, certifique-se de que você está salvo realmente e firme-se nessa certeza; fazendo uso da Espada do Espírito: “...que é a palavra de Deus...” (Ef 6.17b).
No texto de Efésios (Ef 6.18-20), Paulo nos exorta a fazer uso “de toda a armadura de Deus” (v.13). Isto nos faz entender que precisamos tomar posse de todos os recursos que Deus nos oferece. É importante destacar que, além de nos alertar para a amplitude de nosso combate, para a acirrada e permanente luta contra as hostes do mal, Paulo nos adverte para não deixarmos de fazer uso de todos os recursos que temos disponíveis: "Toda a armadura de Deus!" Creio que é justamente aqui que reside o nosso maior descuido. Por isto, ele nos apresenta toda a armadura necessária e disponível ao cristão a fim de que não nos contentemos apenas com algumas peças dessa armadura.
Ao mesmo tempo, Paulo procura nos instruir e nos acalmar quanto a este assunto: “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia. Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1 Co 10.13). E Pedro completa: “É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia do Juízo” (2 Pe 2.9). Pedro ainda nos exorta: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo” (1 Pe 5.8-9). Tiago confirma as doutrinas expostas da seguinte forma: “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7).
A nossa batalha é espiritual, e só alcançaremos a vitória por meio de um poderoso avivamento espiritual. Porém, é bom lembrar que esse avivamento não consiste de meios humanos, chavões e barulho. Nem mesmo o crescimento numérico pode servir de parâmetro para avaliação do que seja avivamento. Não significa só ajuntamento, aparência de algo saudável... Você se vê derrotado, humilhado e infeliz? Mas o verdadeiro avivamento vem do Senhor. É Ele quem nos conduz à oração a fim de que Ele mesmo proporcione o avivamento e a restauração da paz para as nossas cidades.
Finalmente, precisamos enfatizar dois aspectos da armadura do cristão: Vigiar e orar. É interessante destacar um detalhe pouco discutido: Tanto Jesus, como Paulo, quase sempre colocam o vigiar em primeiro lugar. Como é mais fácil orar e atribuir tudo a Deus ou ao diabo, muitas vezes nos descuidamos da nossa responsabilidade pessoal nessa guerra, em nosso combate. Daí o resultado de tanto fracasso na questão moral, ética, em nosso meio. Precisamos nos lembrar de que não basta apenas crer e orar, mas também vigiar. Orar todos nós temos consciência de que precisamos, embora nem sempre o pratiquemos. Mas, e quanto à vigilância? Portanto, precisamos destacar a importância da vigilância. Jesus acrescenta ainda mais dois recursos indispensáveis para vencermos as provações e tentações: ORAÇÃO E JEJUM. Na verdade, como os termos aparecem nas citações do Senhor Jesus sempre relacionados, podemos dizer que é uma só. Desta forma, podemos dizer que oração e jejum se fundem numa só atividade caracterizando a intensa e persistente comunhão com Deus.
Assim, a violência e o caos urbano são apenas meios através dos quais Deus conduz o Seu povo ao arrependimento e a comunhão com Ele através do jejum e oração, como nos diz o Senhor: “Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar” (2 Cr 7.13-15). Antes de mais nada vale a pena considerarmos que o texto diz que só pode de fato orar aqueles que fazem parte específica do povo de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome”. Você faz parte desse povo?
Nesse texto o Senhor exorta o Seu povo no sentido de observar os Seus preceitos, para que possa firmar-se na verdadeira sabedoria divina. Deus falou ao Seu povo, o povo escolhido com propósitos específicos. Deus não está fazendo um apelo à raça humana de um modo geral no sentido de que alguém dê crédito à Sua palavra e se volte para Ele. Ao contrário, esta é uma mensagem dirigida especificamente ao povo escolhido de Deus, propriedade exclusiva do Senhor, como nos diz o apóstolo Pedro: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” (1 Pe 2:9-10).
_ “E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus... e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal... O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!”.[1]
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
[1] Fl 1.9-11; Mt 6.13a ; 2Tm 4.8
MELODIA, OU APENAS BARULHO?
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, enão tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine" (1 Coríntios 13:1).
Certa noite, um adolescente voltou cedo para casa após o ensaio do Coral Jovem da igreja. Seu pai ficou bastante surpreso. O rapaz jamais voltava cedo de qualquer coisa.Olhando por cima do jornal que estava lendo, o pai perguntou: "Por que você voltou tão cedo?"
"Nós tivemos que cancelar o ensaio desta semana", disse o jovem. "O organista e o regente do Coral tiveram uma disputa terrível sobre como cantar 'Amor Divino', então, nós encerramos por hoje à noite."
Parece engraçado o fato de alguém discutir ao tentar passar uma mensagem de amor divino, mas, na realidade, é muito triste. De que adianta eu falar ou cantar o amor de Deus se este amor não existe em mim? O meu testemunho, ao falar do amor do Senhor, deveria transmitir paz e tranquilidade e jamais contendas e desentendimento.
Deus é amor e nós, como Seus filhos, devemos mostrar o que dEle aprendemos -- o amor. E o amor não exige direitos, não promove dissensões, não justifica atitudes egoístas, não provoca mal-estar. O apóstolo Paulo diz que o amor tudo sofre, tudo suporta. Quem ama oferece e não reivindica,serve ao próximo e não espera ser servido. Oferece o que teme não espera recompensa.
O Coral Jovem daquela igreja dispensou seus participantes porque não houve acordo no cantar o "Amor Divino". Melhor seria se reunisse os "brigões" para que aprendessem o que significa o amor de Deus. Cantavam sem saber o que é louvar,se reuniam sem entender o que significa estar unidos,estavam entre os que pregam, mas, deveriam estar entre os que necessitavam ouvir a pregação.Eles eram apenas metais fazendo barulho. Não transmitiam a verdadeira melodia celestial. E nós?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
Visite minha homepage:Escuro Iluminado
Certa noite, um adolescente voltou cedo para casa após o ensaio do Coral Jovem da igreja. Seu pai ficou bastante surpreso. O rapaz jamais voltava cedo de qualquer coisa.Olhando por cima do jornal que estava lendo, o pai perguntou: "Por que você voltou tão cedo?"
"Nós tivemos que cancelar o ensaio desta semana", disse o jovem. "O organista e o regente do Coral tiveram uma disputa terrível sobre como cantar 'Amor Divino', então, nós encerramos por hoje à noite."
Parece engraçado o fato de alguém discutir ao tentar passar uma mensagem de amor divino, mas, na realidade, é muito triste. De que adianta eu falar ou cantar o amor de Deus se este amor não existe em mim? O meu testemunho, ao falar do amor do Senhor, deveria transmitir paz e tranquilidade e jamais contendas e desentendimento.
Deus é amor e nós, como Seus filhos, devemos mostrar o que dEle aprendemos -- o amor. E o amor não exige direitos, não promove dissensões, não justifica atitudes egoístas, não provoca mal-estar. O apóstolo Paulo diz que o amor tudo sofre, tudo suporta. Quem ama oferece e não reivindica,serve ao próximo e não espera ser servido. Oferece o que teme não espera recompensa.
O Coral Jovem daquela igreja dispensou seus participantes porque não houve acordo no cantar o "Amor Divino". Melhor seria se reunisse os "brigões" para que aprendessem o que significa o amor de Deus. Cantavam sem saber o que é louvar,se reuniam sem entender o que significa estar unidos,estavam entre os que pregam, mas, deveriam estar entre os que necessitavam ouvir a pregação.Eles eram apenas metais fazendo barulho. Não transmitiam a verdadeira melodia celestial. E nós?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O BEM MAIOR
_ “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lc 11.13).
Lucas descreve uma palavra surpreendente de Jesus: “quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” Ora, Jesus não estava falando para quem ainda não tinha o Espírito Santo na condição de salvo; Ele se dirigia especialmente aos Seus discípulos. Logo, não se trata de uma palavra evangelística. Assim, creio que Jesus está se referindo propriamente à plenitude, ou ao batismo do Espírito Santo. O que Mateus diz, referindo-se às “boas dádivas”, está diretamente relacionado com o que Lucas diz ser o próprio Espírito Santo que nos seria concedido em resposta à oração.
Assim como Jesus fez a distinção entre atitudes boas humanas da atitude divina; creio que não há como comparar qualquer “boa dádiva” materialmente com a boa dádiva divina, o próprio Espírito Santo. Aliás, Tiago também afirma: “Não vos enganeis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1.16-18). Logo, se fazemos alguma coisa boa, não é por nós mesmos, nem vem de nós o que é bom. É o Senhor quem nos proporciona, “segundo o seu querer”, as boas dádivas. Porém, o Espírito Santo é incomparável, Ele não é uma boa dádiva, Ele é A BOA DÁDIVA, ou O Dom precioso de Deus para nós.
Quando pedimos o Espírito Santo, pedimos o que há de melhor – a plenitude do Espírito Santo. Certamente há de ser a plenitude, ou o preenchimento de todas as nossas necessidades, tanto materiais como espirituais. Ele preenche toda a nossa necessidade. Ele é Deus presente em nós, é o Consolador que Jesus nos deixou. A plenitude do Espírito Santo é a nossa maior carência. Deveria ser a nossa maior ambição, nosso pedido mais constante e veemente. Só Ele pode nos bastar, nos completar e nos consolar realmente.
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
Lucas descreve uma palavra surpreendente de Jesus: “quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” Ora, Jesus não estava falando para quem ainda não tinha o Espírito Santo na condição de salvo; Ele se dirigia especialmente aos Seus discípulos. Logo, não se trata de uma palavra evangelística. Assim, creio que Jesus está se referindo propriamente à plenitude, ou ao batismo do Espírito Santo. O que Mateus diz, referindo-se às “boas dádivas”, está diretamente relacionado com o que Lucas diz ser o próprio Espírito Santo que nos seria concedido em resposta à oração.
Assim como Jesus fez a distinção entre atitudes boas humanas da atitude divina; creio que não há como comparar qualquer “boa dádiva” materialmente com a boa dádiva divina, o próprio Espírito Santo. Aliás, Tiago também afirma: “Não vos enganeis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1.16-18). Logo, se fazemos alguma coisa boa, não é por nós mesmos, nem vem de nós o que é bom. É o Senhor quem nos proporciona, “segundo o seu querer”, as boas dádivas. Porém, o Espírito Santo é incomparável, Ele não é uma boa dádiva, Ele é A BOA DÁDIVA, ou O Dom precioso de Deus para nós.
Quando pedimos o Espírito Santo, pedimos o que há de melhor – a plenitude do Espírito Santo. Certamente há de ser a plenitude, ou o preenchimento de todas as nossas necessidades, tanto materiais como espirituais. Ele preenche toda a nossa necessidade. Ele é Deus presente em nós, é o Consolador que Jesus nos deixou. A plenitude do Espírito Santo é a nossa maior carência. Deveria ser a nossa maior ambição, nosso pedido mais constante e veemente. Só Ele pode nos bastar, nos completar e nos consolar realmente.
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
O ANDAR DE BAIXO E O DE CIMA
"E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus" (Lucas 12:19-21).
Existe em Kansas, Estados Unidos, uma casa grande e pitoresca. Um cidadão local chamado Stone começou a construir uma mansão para ele. Depois de um certo tempo,seu dinheiro acabou. O primeiro piso era magnífico: escadarias esculpidas, lareiras maciças, painéis de almofadados de madeira muito caros . Mas o piso de cima foi concluído com o pinho mais barato. No local a construção foi apelidada de"Loucura de Stone".
De que forma nos parecemos com Stone? Até onde vai a nossa loucura? Temos nos preocupado, também, apenas com o "piso debaixo", ignorando completamente o "piso de cima"?Muitas vezes gastamos todas as nossas energias na busca de uma pretensa alegria, passageira, enganadora. Esquecemos que o vento dos anos logo soprará tudo e, então, perceberemos que não haverá nada que garanta a nossa felicidade durante a eternidade.Investimos o que temos na construção de uma vida material próspera, luxuosa, capaz de causar inveja a muitos outros,igualmente insensatos. O que nos interessa é apenas o pisode baixo. Não nos importamos com o andar de cima, com a vida espiritual, que definirá se somos ou não abençoados e vitoriosos.
Stone queria construir um palácio mas foi chamado de louco.Nós, quando o imitamos, ignorando o mais importante -- o andar de cima -- também estaremos agindo como loucos.Se queremos e podemos construir um belo primeiro piso,excelente. Contudo, o mais importante, em nossa construção de vida, é o piso superior -- o nosso relacionamento com o Senhor, que permanecerá para sempre.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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Existe em Kansas, Estados Unidos, uma casa grande e pitoresca. Um cidadão local chamado Stone começou a construir uma mansão para ele. Depois de um certo tempo,seu dinheiro acabou. O primeiro piso era magnífico: escadarias esculpidas, lareiras maciças, painéis de almofadados de madeira muito caros . Mas o piso de cima foi concluído com o pinho mais barato. No local a construção foi apelidada de"Loucura de Stone".
De que forma nos parecemos com Stone? Até onde vai a nossa loucura? Temos nos preocupado, também, apenas com o "piso debaixo", ignorando completamente o "piso de cima"?Muitas vezes gastamos todas as nossas energias na busca de uma pretensa alegria, passageira, enganadora. Esquecemos que o vento dos anos logo soprará tudo e, então, perceberemos que não haverá nada que garanta a nossa felicidade durante a eternidade.Investimos o que temos na construção de uma vida material próspera, luxuosa, capaz de causar inveja a muitos outros,igualmente insensatos. O que nos interessa é apenas o pisode baixo. Não nos importamos com o andar de cima, com a vida espiritual, que definirá se somos ou não abençoados e vitoriosos.
Stone queria construir um palácio mas foi chamado de louco.Nós, quando o imitamos, ignorando o mais importante -- o andar de cima -- também estaremos agindo como loucos.Se queremos e podemos construir um belo primeiro piso,excelente. Contudo, o mais importante, em nossa construção de vida, é o piso superior -- o nosso relacionamento com o Senhor, que permanecerá para sempre.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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