Na verdade a pergunta foi dirigida à Maria Madalena, e não à mãe de Jesus. Mas podemos imaginar e aplicar a mesma pergunta para cada mulher, mãe ou apenas filha, quando celebramos e homenageamos a todas as mães; do passado, presente e futuro. E certamente seriam muitas as respostas, porque muitos são os motivos pelos quais choram as mulheres hoje, no Brasil e no mundo; mas especialmente as mães brasileiras.
Lágrimas vertidas pelas viúvas pobres, que não sabem como vão arrumar alimentos para alimentar seus dois filhos ainda dependentes...
Lágrimas de mulheres indignadas com a brutalidade e desumanidade de seus maridos, insensíveis às suas necessidades femininas, físicas, emocionais e espirituais...
Lágrimas da Mulher Criança, explorada sexualmente, que chora a perda de sua dignidade, saúde e o direito de ser feliz com o homem a quem deseja escolher para passar com ele o resto de sua vida.
Lágrimas da mulher espancada e humilhada por um bando de bandidos acobertados pelo dinheiro fácil de seus pais, e pela condição social privilegiada que ocupam.
Lágrimas da mulher mãe que vê seu filho sendo levado para um presídio por causa do envolvimento com as drogas e com pessoas perigosas.
Lágrimas da mãe cujo marido e filhos tiveram suas vidas abreviadas por motivos fúteis, brutais e prematuramente... Chora porque parece que levaram o seu Senhor e O esconderam de si.
_ "Porque levaram meu Senhor, e não sei onde o puseram" (Jo 20.13b).
Maria Madalena e as demais que foram com ela ao sepulcro choraram por um motivo especial: Porque, na concepção delas, Aquele em quem depositaram toda a esperança de lhes dar a paz permanente e a libertação de seus pecados lhes fora tirado de forma brutal e prematuramente. Elas ainda não haviam percebido que aqueles momentos, embora significativos e realmente tristes, seriam breves e passageiros em comparação com a exuberante e permanente alegria da ressurreição de seu Mestre e Senhor.
Assim também, hoje quero lembrar às queridas mães que choram as perdas de seus maridos e filhos as palavras do Senhor Jesus para todos nós que cremos nEle como nosso Senhor e Salvador:
_ “Em verdade, em verdade eu vos digo que chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria. A mulher, quando está para dar à luz, tem tristeza, porque a sua hora é chegada; mas, depois de nascido o menino, já não se lembra da aflição, pelo prazer que tem de ter nascido ao mundo um homem. Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar” (João 16.20-22).
Jesus não nega que passaríamos tribulações e tristeza; mas deixa para todos quantos o amam e crêem nEle uma palavra de esperança e consolação: “Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar”
Para você Maria de todas as raças, de todas as crenças, de todas as partes, querida mãe chorosa, aceite meus sinceros votos de que a bênção da consolação do Senhor repouse sobre sua vida e sobre a vida de toda a sua família.
Portanto, aceite meu afetuoso abraço (ainda que distante) de felicitações. Parabéns pelo seu dia! E, por favor, não chore mais! Mas se chorar, confie na promessa divina que um dia haveremos de tomar posse. Então, “Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima”.[1]
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
[1] Apocalipse 7.16.17
sábado, 7 de maio de 2011
SEGUINDO O FEIXE DE LUZ
"Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante: É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo,e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pode abalar,porque estava fundada sobre a rocha. Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a corrente, elogo caiu; e foi grande a ruína daquela casa" (Lucas6:47-49).
Humphrey Lee narra uma experiência ao visitar um pequeno aeroporto e assistir a decolagem de um avião à noite."Enquanto o avião se coloca na cabeceira da pista, uma ssistente aciona um interruptor e um feixe de luz se acende ao longo do caminho da aeronave. O avião segue a rota traçada por aquelas luzes até deixar, graciosamente, o chão e continuar seu caminho através da escuridão. O assistente,então, desliga o feixe de luz. Ele fez tudo que ele podia fazer. Ele não dispersou a escuridão--mas ele ajudou o piloto a ter um bom começo."
É isso que acontece quando abrimos o nosso coração para Jesus, nosso Senhor e Salvador. Ele não nos livra da escuridão, nem das lutas, nem dos problemas, nem das dificuldades, nem das tempestades deste mundo. Mas Ele nos mostra o caminho, dirige nossos passos, conduz-nos em segurança até que possamos alcançar os nossos objetivos.Ele é a luz que e moldura as sendas por onde passamos. Ele é o conforto quando a angústia nos atinge. Ele é o braço amigo quando nos sentimos sós e desalentados. Ele é o bem mais precioso que podemos guardar no peito. Ele é o ponto de partida para alcançarmos os Céus.
Como mostra os versos de nosso início,as enchentes de aflição se lançam contra todos -- tanto os que constroem sua casa espiritual na areia, sem firmeza, como os que constroem suas casas na rocha, na presença de Deus. Os últimos, com toda certeza, ficam firmes e gozam das bênçãos maravilhosas do Senhor.Você continua envolvido pela escuridão ou tem seguido o feixe de luz?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
Visite minha homepage:Escuro Iluminado
Humphrey Lee narra uma experiência ao visitar um pequeno aeroporto e assistir a decolagem de um avião à noite."Enquanto o avião se coloca na cabeceira da pista, uma ssistente aciona um interruptor e um feixe de luz se acende ao longo do caminho da aeronave. O avião segue a rota traçada por aquelas luzes até deixar, graciosamente, o chão e continuar seu caminho através da escuridão. O assistente,então, desliga o feixe de luz. Ele fez tudo que ele podia fazer. Ele não dispersou a escuridão--mas ele ajudou o piloto a ter um bom começo."
É isso que acontece quando abrimos o nosso coração para Jesus, nosso Senhor e Salvador. Ele não nos livra da escuridão, nem das lutas, nem dos problemas, nem das dificuldades, nem das tempestades deste mundo. Mas Ele nos mostra o caminho, dirige nossos passos, conduz-nos em segurança até que possamos alcançar os nossos objetivos.Ele é a luz que e moldura as sendas por onde passamos. Ele é o conforto quando a angústia nos atinge. Ele é o braço amigo quando nos sentimos sós e desalentados. Ele é o bem mais precioso que podemos guardar no peito. Ele é o ponto de partida para alcançarmos os Céus.
Como mostra os versos de nosso início,as enchentes de aflição se lançam contra todos -- tanto os que constroem sua casa espiritual na areia, sem firmeza, como os que constroem suas casas na rocha, na presença de Deus. Os últimos, com toda certeza, ficam firmes e gozam das bênçãos maravilhosas do Senhor.Você continua envolvido pela escuridão ou tem seguido o feixe de luz?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
COMPANHEIROS NO REINO
_ “Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (Ap 1.9).
Havia o conforto de saber que, além de poder contar com um grande número de irmãos em Cristo, pessoas que compartilhavam da mesma esperança; além de poder contar com companheiros de jornada, homens, mulheres e crianças, que sofriam pelos mesmos motivos que ele... Essas pessoas não apenas viviam na expectativa do reino celestial no futuro, mas, principalmente, viviam sob a autoridade e domínio do Rei. Portanto, ainda que soubessem que a plenitude do reino ainda não fora consumada, já estavam experimentando o ante-gozo do reino aqui na terra. Nesta certeza absoluta, caminhavam resolutos, confiantes e vibrantes.
Além disso, essas pessoas não eram apenas companheiros para este mundo, mas eram pessoas que tinham segurança de possuírem o reino de Deus, companheiros do Reino. E, nessa certeza, perseveravam. Mantinham-se apegados, firmados, sabendo que “a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo de sua glória, segundo a sua eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas” (Fl 3.20-21). Portanto, quando oramos: “Pai nosso...” não podemos fazê-lo sem amor para com o próximo, porque somos ensinados que somos um todo. Não apenas o EU exclusivo. Não podemos ter a pretensão de nos achar melhores uns que os outros. Somos partícipes de uma comunidade multifacetada, onde a graça de Cristo atinge pessoas de todas as raças, culturas e posições sociais.
Quando lágrimas teimosas continuam a jorrar de nossos olhos... Somos, então, desafiados a desenvolver a nossa fé. É quando mais precisamos nos lembrar de que somos filhos do Pai celeste, e como tais, não seremos abandonados, jamais. Somos filhos do mesmo Pai. Pessoas que compartilham a gloriosa experiência e esperança da salvação efetuada na cruz por Cristo Jesus. Ainda quando as sombras da morte nos atingem, Deus continua sendo o nosso Pai amado! Ele é fiel! Portanto, é tempo de sentir junto, chorar junto, chegar junto; compartilhando o amor de Cristo uns com os outros!
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
Havia o conforto de saber que, além de poder contar com um grande número de irmãos em Cristo, pessoas que compartilhavam da mesma esperança; além de poder contar com companheiros de jornada, homens, mulheres e crianças, que sofriam pelos mesmos motivos que ele... Essas pessoas não apenas viviam na expectativa do reino celestial no futuro, mas, principalmente, viviam sob a autoridade e domínio do Rei. Portanto, ainda que soubessem que a plenitude do reino ainda não fora consumada, já estavam experimentando o ante-gozo do reino aqui na terra. Nesta certeza absoluta, caminhavam resolutos, confiantes e vibrantes.
Além disso, essas pessoas não eram apenas companheiros para este mundo, mas eram pessoas que tinham segurança de possuírem o reino de Deus, companheiros do Reino. E, nessa certeza, perseveravam. Mantinham-se apegados, firmados, sabendo que “a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo de sua glória, segundo a sua eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas” (Fl 3.20-21). Portanto, quando oramos: “Pai nosso...” não podemos fazê-lo sem amor para com o próximo, porque somos ensinados que somos um todo. Não apenas o EU exclusivo. Não podemos ter a pretensão de nos achar melhores uns que os outros. Somos partícipes de uma comunidade multifacetada, onde a graça de Cristo atinge pessoas de todas as raças, culturas e posições sociais.
Quando lágrimas teimosas continuam a jorrar de nossos olhos... Somos, então, desafiados a desenvolver a nossa fé. É quando mais precisamos nos lembrar de que somos filhos do Pai celeste, e como tais, não seremos abandonados, jamais. Somos filhos do mesmo Pai. Pessoas que compartilham a gloriosa experiência e esperança da salvação efetuada na cruz por Cristo Jesus. Ainda quando as sombras da morte nos atingem, Deus continua sendo o nosso Pai amado! Ele é fiel! Portanto, é tempo de sentir junto, chorar junto, chegar junto; compartilhando o amor de Cristo uns com os outros!
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
O PODER DA LÍNGUA
Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).
No tribunal, o caluniador disse ao juiz:- Comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu:- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...Quem ama não vê defeitos... quem odeia não vê qualidades e, quem é amigo, vê as duas coisas!!!
(anônimo)
No tribunal, o caluniador disse ao juiz:- Comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu:- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se...Quem ama não vê defeitos... quem odeia não vê qualidades e, quem é amigo, vê as duas coisas!!!
(anônimo)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
COMPANHEIROS NA TRIBULAÇÃO
_ “Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (Ap 1.9).
João sentia-se encorajado a prosseguir, sabendo que seus irmãos em Cristo Jesus também tinham que enfrentar e suportar as agruras das perseguições: “....e companheiros na tribulação” (Ap 1.9b).
João não podia se dar ao direito de ficar se lamentando pelas privações a que estava submetido. Havia alguém em circunstâncias semelhantes, ou piores que a sua. Por causa disso, sentia-se no dever de repassar o conforto e consolação do Espírito Santo aos seus queridos distantes. Eles também compartilhavam da difícil e desafiadora experiência de viverem sob pressão. Assim, João sentia-se profundamente compelido a compartilhar estímulo e encorajamento àqueles que estavam testemunhando com entusiasmo e vibração, apesar das dores e aflições que lhes eram impostas.
Veja o exemplo semelhante que a Bíblia relata na experiência de quatro leprosos que descobriram alimentação e foram compartilhar com seus patrícios famintos: 2 Rs 7.3-15.
João, sentia-se animado com o fato de saber que não estava só; tanto porque tinha a companhia de seu Senhor como pelo sentimento de estar em sintonia com seus irmãos e companheiros de batalha. Ao mesmo tempo, isto lhe dava estímulo para repassar aos outros o consolo que sentia.
Não sou melhor que eles, não tenho nenhum motivo para reivindicar qualquer privilégio especial, somos irmãos em Cristo. Se alguma bênção material ou espiritual é concedida a mim, é pela graça de Cristo Jesus. Eu não mereço absolutamente nada mais que os meus irmãos. Somos todos membros da família de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, pela misericordiosa graça do Senhor Jesus.
Procure desenvolver sua intimidade com o Pai, através da oração e da observação aos preceitos de Sua Palavra – A Bíblia Sagrada. Faça isso com dedicação e amor a Ele, para, assim, poder desfrutar de Sua doce e confortadora companhia. Porque Ele assim nos afirma: “Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada. Deus faz que o solitário more em família; tira os cativos para a prosperidade; só os rebeldes habitam em terra estéril” (Sl 68.5-6). Portanto, levante a cabeça, regozije-se no Senhor, porque você nunca foi e jamais será órfão! Aleluia!
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
João sentia-se encorajado a prosseguir, sabendo que seus irmãos em Cristo Jesus também tinham que enfrentar e suportar as agruras das perseguições: “....e companheiros na tribulação” (Ap 1.9b).
João não podia se dar ao direito de ficar se lamentando pelas privações a que estava submetido. Havia alguém em circunstâncias semelhantes, ou piores que a sua. Por causa disso, sentia-se no dever de repassar o conforto e consolação do Espírito Santo aos seus queridos distantes. Eles também compartilhavam da difícil e desafiadora experiência de viverem sob pressão. Assim, João sentia-se profundamente compelido a compartilhar estímulo e encorajamento àqueles que estavam testemunhando com entusiasmo e vibração, apesar das dores e aflições que lhes eram impostas.
Veja o exemplo semelhante que a Bíblia relata na experiência de quatro leprosos que descobriram alimentação e foram compartilhar com seus patrícios famintos: 2 Rs 7.3-15.
João, sentia-se animado com o fato de saber que não estava só; tanto porque tinha a companhia de seu Senhor como pelo sentimento de estar em sintonia com seus irmãos e companheiros de batalha. Ao mesmo tempo, isto lhe dava estímulo para repassar aos outros o consolo que sentia.
Não sou melhor que eles, não tenho nenhum motivo para reivindicar qualquer privilégio especial, somos irmãos em Cristo. Se alguma bênção material ou espiritual é concedida a mim, é pela graça de Cristo Jesus. Eu não mereço absolutamente nada mais que os meus irmãos. Somos todos membros da família de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, pela misericordiosa graça do Senhor Jesus.
Procure desenvolver sua intimidade com o Pai, através da oração e da observação aos preceitos de Sua Palavra – A Bíblia Sagrada. Faça isso com dedicação e amor a Ele, para, assim, poder desfrutar de Sua doce e confortadora companhia. Porque Ele assim nos afirma: “Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada. Deus faz que o solitário more em família; tira os cativos para a prosperidade; só os rebeldes habitam em terra estéril” (Sl 68.5-6). Portanto, levante a cabeça, regozije-se no Senhor, porque você nunca foi e jamais será órfão! Aleluia!
Vanderlei Faria
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