“A pele é tudo quanto queremos que os outros vejam de nós,
por baixo dela nem nós próprios conseguimos saber quem somos.”
( José Saramago)
Ao refletir sobre o título deste texto, percebi que essa pergunta foi dirigida duas vezes a Maria Madalena, o que me deixou deveras intrigado. Logo lembrei-me de um antigo filme dos anos 70, “Gritos e sussurros” de Ingmar Bergmam. Um filme de terror, ou melhor, um filme sobre o terror do universo feminino caído, que, por tantas vezes, foge até mesmo à própria compreensão delas, e a maldição que lhe pesa.
O filme apresenta três irmãs que se veem convivendo novamente debaixo de um mesmo teto, porque uma delas está com câncer e próxima à morte. Há ainda uma empregada na casa. Literalmente, cada uma dessas mulheres se verá espremida pela câmera do diretor contra uma parede de um tom vermelho forte e, nestes momentos, elas são levadas ao extremo e confessam suas culpas, seus medos, suas dores, suas mentiras. A irmã mais nova, Maria, fútil, cínica e adúltera, fora a preferida da mãe e, por causa disso, suas duas irmãs nutrem por ela ciúmes e ódios. Karin é a irmã mais velha, amargurada por um casamento infeliz e por seus próprios sentimentos de culpa, chega a se cortar nas genitálias com um pedaço de vidro para não ter que fazer sexo com o marido. Agnes está morrendo (de inveja?) sobre a cama e suas irmãs não conseguem lhe dar o carinho e o consolo que ela só encontra nos cuidados da empregada, Anna. Esta vem cuidando da paciente há 12 anos e o que sabemos dela é a perda precoce de sua filha única.
Karin e Maria
Os “sussurros” são os segredos do passado que o vento insiste em trazer de volta. Os “gritos” são a inveja e a remorso que atormentam a cada uma delas nessa convivência forçada. Há uma cena no filme de Bergman, que mostra que Agnes continua a sofrer mesmo depois de morta. E, mesmo testemunhando seu sofrimento pós-morte, suas irmãs continuam incapazes de manifestar quaisquer reais atitudes de carinho e amor por ela. Somente Anna, a empregada, lhe oferece o consolo suplicado numa cena construída para nos lembrar a pietá de Michelângelo, Maria segurando Jesus morto em seus braços. Contudo, ou exatamente por isso, Anna é abandonada pelas irmãs de Agnes após a morte desta. Mas, por que elas choram?
Anna e Agnes
Jesus teve encontros decisivos com muitas mulheres. Na casa de Simão, o fariseu, Jesus exalta a expressão de amor da mulher de má fama, enquanto expõe a verdade sobre a hipocrisia daquele líder religioso, que o recebia. No poço, Jesus entrega a uma samaritana de vida duvidosa o que a Nicodemus, doutor da lei, não fora dado experimentar: o novo nascimento. Enfim, na tentativa de apedrejamento da mulher adúltera, Jesus denuncia o pecado da instituição machista que preservara o amante e trouxera, tão somente, a pecadora pega em flagrante adultério para morrer.O pecado e sua maldição atingiu nossa natureza humana. Obviamente, à semelhança do que ocorreu com a nossa masculinidade, a natureza da mulher foi também corrompida em toda extensão de seu universo feminino com agravantes físicos (o aumento nas dores de parto), volitivos (a guerra dos sexos) e morais (a submissão forçada ao homem). Assim, vejo aqui a chave para entendermos a indagação: Mulher, por que choras? Creio que a pergunta confronta toda mulher para que elas percebam as dimensões abissais atingidas pela ressurreição de Cristo e não apenas uma simples constatação de um fato histórico, que é a ressurreição em si. A maravilhosa mensagem do túmulo vazio é que não há mais razões pelas quais chorar, porque Jesus quebrou a maldição que trouxe danos terríveis à mulher. E ninguém melhor do que Maria Madalena para compreender isso: ela fora liberta da possessão de sete demônios, ela havia sido prostituta, usada, humilhada, subjugada por uma teia social machista que a sufocava e se beneficiava dela. Surpreendo-me com essa mensagem poderosa de salvação, restauração, restituição e resgate do valor verdadeiro da mulher em Cristo Jesus.
A Bíblia nos oferece um quadro claro quando, na primeira incursão missionária pela Europa, é uma mulher, Lídia, quem primeiro tem seu coração aberto às verdades do Evangelho e, logo após, é na libertação e conversão de uma mulher possessa de espírito adivinhador, e que era usada como fonte de lucro para seus senhores (homens), que, mais uma vez, o Evangelho encontra sua plena realização de redenção do universo feminino oprimido não só por suas próprias incongruências e idiossincrasias, como, também, pela maldição demoníaca do machismo.
Maravilho-me por Jesus não ter se revelado nem a Pedro e nem a João naquela manhã de domingo. Eles foram ao túmulo de Jesus e nada encontraram. Mas a uma mulher que sabia que seu testemunho seria desqualificado diante de qualquer tribunal naquele tempo, a ela é que foi entregue a missão de anunciar a ressurreição em toda a sua extensão libertadora.
À semelhança das mulheres do filme de Bergman, sei que muitas ainda choram por sofrer as angústias de uma natureza caída e amaldiçoada pelo pecado sem conseguir encontrar nenhuma saída que lhes dê esperança. É preciso pregar e ensinar sobre o significado e libertação que a ressurreição de Jesus trouxe para a própria vida de cada uma delas. Ainda que saibam da ressurreição, ainda que tenham ouvido o testemunho acerca do Cristo ressurreto, muitas não experimentaram a verdade surpreendente de que um homem se entregou e morreu para quebrar a maldição do pecado que paira sobre elas. A promessa gloriosa da ressurreição de Cristo é que o próprio Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima.
Portanto, mulher, vai e anuncia para todos que você encontrar as mesmas palavras jubilosas de Maria Madalena: "Eu vi o Senhor"!
--
Lucila
www.casal20ribas.blogspot.com
terça-feira, 10 de maio de 2011
SAPATOS TROCADOS
"Entrega o teu caminho ao SENHOR..." (Salmos 37:5).
Um pequeno menino reclamou que os sapatos novos estavam machucando os seus pés. Sua tia, olhando para baixo, lhe disse: "Não é de admirar que esteja doendo. Eles estão trocados! Você colocou o sapato direito no pé esquerdo e o sapato esquerdo no pé direito. Ela o ajudou a colocar os sapatos corretamente e, a partir daquele momento, o menino passou a brincar alegremente como os demais.
Às vezes nossas vidas parecem amargas e secas. Nós culpamos a todos que nos cercam por nossas angústias. Mas, devemos parar um pouco e olhar para nossos pés. Se estivéssemos calçando os sapatos corretamente, estaríamos andando tranquilos e cheios de gozo e felicidade.
Quantos problemas poderíamos evitar se os nossos sapatos não estivessem trocados! Quantas dores deixaríamos de sentir seos nossos sapatos não estivessem trocados! Quanta alegria já estaríamos gozando se os nossos sapatos não estivessem trocados!Os sapatos trocados nos levam para direções erradas, retiram a nossa paz e não permitem que desfrutemos os verdadeiros prazeres da vida. Se não forem usados corretamente, corremos o risco de passar os dias com mau humor, de não perceber obrilho do sol e a beleza da criação de Deus.
Não haverá alegria no coração se insistirmos em andar com os sapatos calçados incorretamente. Se seus sapatos estão trocados, não adianta murmurar e culpar os outros. O que você precisa é acertá-los. Tome a decisão certa, não dê mais nem um passo sem ajustá-los. Deixe Jesus entrar em seu coração e nunca mais seus sapatos serão trocados. Seus pés não vão mais doer e todo o seu caminho será pleno de gozo e felicidade.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
Visite minha homepage:Escuro Iluminado
Um pequeno menino reclamou que os sapatos novos estavam machucando os seus pés. Sua tia, olhando para baixo, lhe disse: "Não é de admirar que esteja doendo. Eles estão trocados! Você colocou o sapato direito no pé esquerdo e o sapato esquerdo no pé direito. Ela o ajudou a colocar os sapatos corretamente e, a partir daquele momento, o menino passou a brincar alegremente como os demais.
Às vezes nossas vidas parecem amargas e secas. Nós culpamos a todos que nos cercam por nossas angústias. Mas, devemos parar um pouco e olhar para nossos pés. Se estivéssemos calçando os sapatos corretamente, estaríamos andando tranquilos e cheios de gozo e felicidade.
Quantos problemas poderíamos evitar se os nossos sapatos não estivessem trocados! Quantas dores deixaríamos de sentir seos nossos sapatos não estivessem trocados! Quanta alegria já estaríamos gozando se os nossos sapatos não estivessem trocados!Os sapatos trocados nos levam para direções erradas, retiram a nossa paz e não permitem que desfrutemos os verdadeiros prazeres da vida. Se não forem usados corretamente, corremos o risco de passar os dias com mau humor, de não perceber obrilho do sol e a beleza da criação de Deus.
Não haverá alegria no coração se insistirmos em andar com os sapatos calçados incorretamente. Se seus sapatos estão trocados, não adianta murmurar e culpar os outros. O que você precisa é acertá-los. Tome a decisão certa, não dê mais nem um passo sem ajustá-los. Deixe Jesus entrar em seu coração e nunca mais seus sapatos serão trocados. Seus pés não vão mais doer e todo o seu caminho será pleno de gozo e felicidade.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
PARA O LOUVOR DA GLÓRIA DE DEUS
_ “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho” (Ef 6.18-19).
Normalmente, quando pensamos em oração pensamos em recebimento de bênçãos, pensamos nas dádivas de Deus para nós. Poucas vezes pensamos em oração como um tributo de gratidão, adoração e glorificação ao nome do Senhor. Daí a distorção do conceito de adoração em nossos arraiais. Hoje, quando se fala em louvor, só se pensa em cânticos (especialmente quando é apresentado por um grupo intitulado de ministério de louvor).
Talvez este seja o principal obstáculo, ou a nossa maior dificuldade, para nos desenvolvermos na prática da oração. Isto porque algumas vezes pensamos que os nossos problemas são tão complicados que nem mesmo Deus poderia solucioná-los. Outras vezes vemos os nossos problemas como algo tão fútil, ou banal, que não sentimos necessidade de pedir ajuda divina. Ou, como dizem alguns, não precisamos incomodar o Senhor com pedidos insignificantes; nós mesmos podemos e devemos resolvê-los – assim racionalizamos. Ou talvez não oramos porque reconhecemos que, se assim o fizermos, inevitavelmente teremos que nos reconciliar com alguém a quem detestamos; teremos que reconsiderar nossas atitudes diante de Deus; teremos que renunciar e rejeitar alguma coisa. Teremos que abrir mão de algum sentimento, ou de algum posicionamento; e somos muito auto-suficientes (para não dizer arrogantes) para abrir mão de nossos pressupostos.
Por isso, creio, Jesus nos ensinou a orar para que a vontade de Deus seja feita. E, mais ainda, reconhecendo que é Ele a quem pertencem o Reino, o poder e a glória. Portanto, quando oramos, precisamos reconhecer e expressar isto – que ao Senhor pertencem o Reino (domínio e soberania absoluta sobre tudo e sobre todos); o poder (toda a autoridade e controle, sobre tudo e sobre todos; e a glória (toda honra e toda adoração, de tudo e de todos), como fez Paulo no texto acima. Amém.
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
Normalmente, quando pensamos em oração pensamos em recebimento de bênçãos, pensamos nas dádivas de Deus para nós. Poucas vezes pensamos em oração como um tributo de gratidão, adoração e glorificação ao nome do Senhor. Daí a distorção do conceito de adoração em nossos arraiais. Hoje, quando se fala em louvor, só se pensa em cânticos (especialmente quando é apresentado por um grupo intitulado de ministério de louvor).
Talvez este seja o principal obstáculo, ou a nossa maior dificuldade, para nos desenvolvermos na prática da oração. Isto porque algumas vezes pensamos que os nossos problemas são tão complicados que nem mesmo Deus poderia solucioná-los. Outras vezes vemos os nossos problemas como algo tão fútil, ou banal, que não sentimos necessidade de pedir ajuda divina. Ou, como dizem alguns, não precisamos incomodar o Senhor com pedidos insignificantes; nós mesmos podemos e devemos resolvê-los – assim racionalizamos. Ou talvez não oramos porque reconhecemos que, se assim o fizermos, inevitavelmente teremos que nos reconciliar com alguém a quem detestamos; teremos que reconsiderar nossas atitudes diante de Deus; teremos que renunciar e rejeitar alguma coisa. Teremos que abrir mão de algum sentimento, ou de algum posicionamento; e somos muito auto-suficientes (para não dizer arrogantes) para abrir mão de nossos pressupostos.
Por isso, creio, Jesus nos ensinou a orar para que a vontade de Deus seja feita. E, mais ainda, reconhecendo que é Ele a quem pertencem o Reino, o poder e a glória. Portanto, quando oramos, precisamos reconhecer e expressar isto – que ao Senhor pertencem o Reino (domínio e soberania absoluta sobre tudo e sobre todos); o poder (toda a autoridade e controle, sobre tudo e sobre todos; e a glória (toda honra e toda adoração, de tudo e de todos), como fez Paulo no texto acima. Amém.
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
SOU UM SORTUDO!
"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR" (Salmos33:12).
Eduardo , um menino esperto e muito comunicativo, teve de se transferir para uma nova escola após as férias do meio doano. Por ser muito extrovertido e brincalhão, logo conquistou a amizade dos colegas e, também, de sua nova professora. Um dia, no final da tarde, quando a aula havia acabado, Eduardo procurou sua professora e disse: "Dona Mercedes, eu tenho um recado para lhe dar, de minha professora anterior. Não está escrito em papel, mas guardado em minha cabeça".
Ele se debruçou sobre a mesa da professora e continuou: "Ela mandou lhe dizer que a senhora é muito sortuda por eu estar agora em sua classe."
Realmente o menino era muito esperto! E talvez a professora fosse realmente uma felizarda por tê-lo ali, alegrando seus dias... Mas eu quero apenas aproveitar o tema de nossa ilustração para falar de um outro tipo de sorte -- ou melhor, de bênção.
Falo de alguém que também é Mestre. Ele é o Mestre dos mestres! Mas os sortudos ou grandemente abençoados somos nós, e não Ele. Como somos felizes por sermos seus discípulos! Como somos felizes por sermos amados por Ele! Como somos felizes por caminhar debaixo de Sua proteção egraça! Como somos felizes por tê-lo a nosso lado todos os dias de nossa vida!
Aquele menino, em sua alegria infantil, conquistou a sua professora e todos os seus colegas de sala. Sua felicidadeera apreciada por todos que estavam a seu redor. Todos sesentiam bem junto a ele. E nós? Temos conquistado a amizadee a confiança de nossos amigos? Temos agradado a nosso Senhor e a todos que estão conosco? Temos sido motivo deregozijo dos que nos conhecem? Temos compartilhado a nossa felicidade com todos que encontramos pelo caminho? Temos sido uma luz, um exemplo, uma bênção por onde passamos?
Que possamos ser gratos e dizer ao nosso Senhor e Mestre:"Eu sou muito sortudo -- abençoado -- por tê-lo em meucoração!
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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Eduardo , um menino esperto e muito comunicativo, teve de se transferir para uma nova escola após as férias do meio doano. Por ser muito extrovertido e brincalhão, logo conquistou a amizade dos colegas e, também, de sua nova professora. Um dia, no final da tarde, quando a aula havia acabado, Eduardo procurou sua professora e disse: "Dona Mercedes, eu tenho um recado para lhe dar, de minha professora anterior. Não está escrito em papel, mas guardado em minha cabeça".
Ele se debruçou sobre a mesa da professora e continuou: "Ela mandou lhe dizer que a senhora é muito sortuda por eu estar agora em sua classe."
Realmente o menino era muito esperto! E talvez a professora fosse realmente uma felizarda por tê-lo ali, alegrando seus dias... Mas eu quero apenas aproveitar o tema de nossa ilustração para falar de um outro tipo de sorte -- ou melhor, de bênção.
Falo de alguém que também é Mestre. Ele é o Mestre dos mestres! Mas os sortudos ou grandemente abençoados somos nós, e não Ele. Como somos felizes por sermos seus discípulos! Como somos felizes por sermos amados por Ele! Como somos felizes por caminhar debaixo de Sua proteção egraça! Como somos felizes por tê-lo a nosso lado todos os dias de nossa vida!
Aquele menino, em sua alegria infantil, conquistou a sua professora e todos os seus colegas de sala. Sua felicidadeera apreciada por todos que estavam a seu redor. Todos sesentiam bem junto a ele. E nós? Temos conquistado a amizadee a confiança de nossos amigos? Temos agradado a nosso Senhor e a todos que estão conosco? Temos sido motivo deregozijo dos que nos conhecem? Temos compartilhado a nossa felicidade com todos que encontramos pelo caminho? Temos sido uma luz, um exemplo, uma bênção por onde passamos?
Que possamos ser gratos e dizer ao nosso Senhor e Mestre:"Eu sou muito sortudo -- abençoado -- por tê-lo em meucoração!
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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domingo, 8 de maio de 2011
PARA UMA MULHER ESPECIAL
Ofereço esta mensagem para você, mulher especial
Eunice, Vanice, Vanessa...
Andressa, Xênia, Thaia, Etienne, Ramonny, Katarine, Lília, Andréia, Michele, Eliana e Ana Raquel; Silvia, Roseane, Rafaela, Gabriela e Graziele; Shirley, Shirlane, Bruna, Thais, Bianca e Tamara. Dorcas, Mara, Camila, Jacilene, Cíntia, Selma e Franciele. Ruth, Edi, Solange, Cristiane, Érica, Mônica, Jane, Rebeca, Kaly, Isamar; Paloma, Paola, Vera, Marlene, Madeleine e Marly. Renata, Roberta, Carla, Flávia, Josi, Josimar, Rochele, Ana Lúcia, Ana Luzia, Ana Paula, Ana Maria e Amanda. Sudália, Franciele, Stéfane, Kelly, Keila, Jussara e Helen. Neide, Sueli, Sâmela, Priscila, Suélen, Lucélia, Lucíola e Luciene. Fabiana, Fernanda, Fabíola, Claudia Karine, Kateline, Simone, Vanda, Roseana, Lídia Raíssa Ruana e Juliana. Air, Áurea, Ângela, Aída, Anete, Geanne, Lana e a todas quanto o Senhor alcançar com esta mensagem.
Para você, Maria rica, granfina; Maria pobre, sem nome e sem sobrenome. Maria miúda; Maria graúda. Mulher formosa, linda, atraente e cativante. Mulher mãe, abnegada, amorosa, zelosa e fiel.
Mulher sofrida, aflita, desesperada. Maria doente, Maria saudável, sadia. Maria tentadora, Maria tentada... Mulher triste, Mulher contente. Mulher amada, querida, desejada. Mulher ativa, mulher passiva.
Mulher "elétrica", esperta, espevitada, esfuziante, dinâmica, vibrante... Mulher calma, tímida, contida, reservada, tranqüila, meiga, serena, dengosa, melosa, sensível e sensual. Mulheres frágeis, prisioneiras, carentes, sofridas, esquecidas e desprezadas. Maria, simplesmente mulher! Mulher virtuosa, quem há de achá-la? Quem será o felizardo que vai poder passar o resto de seus dias ao seu lado?! Bem-aventuradas sois vós, mulheres preciosas!
Sejam todas lembradas, abençoadas, agraciadas, contempladas, afagadas, abraçadas, respeitosa, carinhosa e afetuosamente beijadas. Não só por mim, mas, sobretudo, pelo Senhor da glória! Não só hoje, mas em todo tempo. O Senhor, portanto, a todas abençoe, rica e abundantemente!
E para você, homem, a fim de que nunca se esqueça de honrar e respeitar as mulheres que fazem parte de sua vida. Transmita esta mensagem de carinho e afeto para a mulher a quem você ama, mãe, esposa ou filha!
Observe ainda as reflexões seguintes:
Hoje, depois de ler Jo 12, sobre a experiência de Maria, irmã de Lázaro, que quebrou o vaso de perfume caro sobre os pés de Jesus, e fazer alguns comentários; lembrei-me de que o salmista diz no Sl 139 que o Senhor tinha seus dias contados e os contemplara antes que ele houvesse nascido:
_ "SENHOR, tu me sondas e me conheces. 2 Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos. 3 Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos. 4 Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda. 13 Pois tu formaste o meu interior tu me teceste no seio de minha mãe. 14 Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; 15 os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. 16 Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda. 17 Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles!’
Todo o salmo é maravilhoso, mas o v. 16 é simplesmente fantástico, surpreendente e tremendamente confortador. O que o texto diz é semelhante ao que Jesus nos diz em Mt 6.27: "Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?" Em outras palavras, tanto o salmista como o Senhor Jesus, nos dizem que não precisamos alimentar qualquer tipo ansiedade quanto ao nosso futuro, já que ele já está determinado por Deus.
Além disso, embora devamos nos esforçar para fazer o máximo que pudermos para protelar a vida dos nossos queridos, ainda assim, não devemos alimentar qualquer tipo de culpa por não termos feito algo, ou por termos deixado de fazer alguma coisa que poderia ter mudado a situação.
É claro que isso não tira a nossa responsabilidade quanto ao trato, carinho e atenção para com os que sofrem, posto que fazemos parte dos propósitos de Deus neste sentido. Bem, não quero lhe cansar, apenas estou compartilhando minha sincera vontade de lhe comunicar conforto, carinho e esperança. E posso imaginar que, sem dúvida alguma, é isso que você está precisando mais do que tudo. Que Deus a abençoe grandemente! Que poderia eu desejar-lhe mais? A Ele, pois, toda honra, glória e louvor.
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
Eunice, Vanice, Vanessa...
Andressa, Xênia, Thaia, Etienne, Ramonny, Katarine, Lília, Andréia, Michele, Eliana e Ana Raquel; Silvia, Roseane, Rafaela, Gabriela e Graziele; Shirley, Shirlane, Bruna, Thais, Bianca e Tamara. Dorcas, Mara, Camila, Jacilene, Cíntia, Selma e Franciele. Ruth, Edi, Solange, Cristiane, Érica, Mônica, Jane, Rebeca, Kaly, Isamar; Paloma, Paola, Vera, Marlene, Madeleine e Marly. Renata, Roberta, Carla, Flávia, Josi, Josimar, Rochele, Ana Lúcia, Ana Luzia, Ana Paula, Ana Maria e Amanda. Sudália, Franciele, Stéfane, Kelly, Keila, Jussara e Helen. Neide, Sueli, Sâmela, Priscila, Suélen, Lucélia, Lucíola e Luciene. Fabiana, Fernanda, Fabíola, Claudia Karine, Kateline, Simone, Vanda, Roseana, Lídia Raíssa Ruana e Juliana. Air, Áurea, Ângela, Aída, Anete, Geanne, Lana e a todas quanto o Senhor alcançar com esta mensagem.
Para você, Maria rica, granfina; Maria pobre, sem nome e sem sobrenome. Maria miúda; Maria graúda. Mulher formosa, linda, atraente e cativante. Mulher mãe, abnegada, amorosa, zelosa e fiel.
Mulher sofrida, aflita, desesperada. Maria doente, Maria saudável, sadia. Maria tentadora, Maria tentada... Mulher triste, Mulher contente. Mulher amada, querida, desejada. Mulher ativa, mulher passiva.
Mulher "elétrica", esperta, espevitada, esfuziante, dinâmica, vibrante... Mulher calma, tímida, contida, reservada, tranqüila, meiga, serena, dengosa, melosa, sensível e sensual. Mulheres frágeis, prisioneiras, carentes, sofridas, esquecidas e desprezadas. Maria, simplesmente mulher! Mulher virtuosa, quem há de achá-la? Quem será o felizardo que vai poder passar o resto de seus dias ao seu lado?! Bem-aventuradas sois vós, mulheres preciosas!
Sejam todas lembradas, abençoadas, agraciadas, contempladas, afagadas, abraçadas, respeitosa, carinhosa e afetuosamente beijadas. Não só por mim, mas, sobretudo, pelo Senhor da glória! Não só hoje, mas em todo tempo. O Senhor, portanto, a todas abençoe, rica e abundantemente!
E para você, homem, a fim de que nunca se esqueça de honrar e respeitar as mulheres que fazem parte de sua vida. Transmita esta mensagem de carinho e afeto para a mulher a quem você ama, mãe, esposa ou filha!
Observe ainda as reflexões seguintes:
Hoje, depois de ler Jo 12, sobre a experiência de Maria, irmã de Lázaro, que quebrou o vaso de perfume caro sobre os pés de Jesus, e fazer alguns comentários; lembrei-me de que o salmista diz no Sl 139 que o Senhor tinha seus dias contados e os contemplara antes que ele houvesse nascido:
_ "SENHOR, tu me sondas e me conheces. 2 Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos. 3 Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos. 4 Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda. 13 Pois tu formaste o meu interior tu me teceste no seio de minha mãe. 14 Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem; 15 os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. 16 Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda. 17 Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles!’
Todo o salmo é maravilhoso, mas o v. 16 é simplesmente fantástico, surpreendente e tremendamente confortador. O que o texto diz é semelhante ao que Jesus nos diz em Mt 6.27: "Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?" Em outras palavras, tanto o salmista como o Senhor Jesus, nos dizem que não precisamos alimentar qualquer tipo ansiedade quanto ao nosso futuro, já que ele já está determinado por Deus.
Além disso, embora devamos nos esforçar para fazer o máximo que pudermos para protelar a vida dos nossos queridos, ainda assim, não devemos alimentar qualquer tipo de culpa por não termos feito algo, ou por termos deixado de fazer alguma coisa que poderia ter mudado a situação.
É claro que isso não tira a nossa responsabilidade quanto ao trato, carinho e atenção para com os que sofrem, posto que fazemos parte dos propósitos de Deus neste sentido. Bem, não quero lhe cansar, apenas estou compartilhando minha sincera vontade de lhe comunicar conforto, carinho e esperança. E posso imaginar que, sem dúvida alguma, é isso que você está precisando mais do que tudo. Que Deus a abençoe grandemente! Que poderia eu desejar-lhe mais? A Ele, pois, toda honra, glória e louvor.
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
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