terça-feira, 19 de junho de 2012

DISCAGEM DIRETA


"Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto
está perto" (Isaías 55:6).


Você já ouviu sobre um ateu que estava reclamando a
existência de um número de serviço que oferecia -- "disque e
receba uma oração? Após muito reivindicar, finalmente ele
conseguiu que a companhia telefônica dispusesse um número
semelhante para ele. Agora ele tem um serviço exclusivo --
disque e receba uma oração para ateus. Ele disca um número e
ninguém responde" (Desconhecido).


De que adianta eu ter um canal de comunicação onde ninguém
responde? De que adianta eu ir para aqui e ali e nada
encontrar? De que adianta eu ter uma fé se o objeto de minha
fé para nada serve? De que me serve um direito que não me dá
direito algum?


Eu tenho um canal direto com o meu Senhor, falo com Ele e
Ele sempre me responde. Que bênção? Eu ando por um Caminho
que me leva exatamente onde quero ir e isso me proporciona
satisfação e alegria. Eu ponho em prática uma fé em um Deus
que cuida de mim, me protege no meio de grandes batalhas, me
orienta quando não sei que decisão tomar, que me fortalece
quando estou desfalecendo, que me anima quando as decepções
me atingem, que me dá vitória quando tudo parece perdido.


Eu não quero um canal inútil, apagado, sem valor e sem
propósitos. Eu quero um canal vivo, real, verdadeiro,
poderoso.


Há pessoas que caminham sem rumo, que esperam o
desconhecido, que investem em alguma coisa insignificante.
Há pessoas que crêem no que não conhecem, que perdem tempo
em buscar fontes não confiáveis, que se frustram por não
achar o alvo que nem sabiam qual era. De que adianta um ateu
exigir um canal de orações para incrédulos se não há quem
creia em tais orações para fazê-las?


Você tem um serviço de discagem direta com o Senhor? Use-a
sempre -- sua bênção será muito grande.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O SENHOR É TUDO EM TODOS

“Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (1Co 15.27, 28). “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos” (Cl 3.11). Apesar de sabermos que é Deus quem nos expõe, ou nos conduz à tentação, Ele está no controle das ações diabólica. Ele é o Senhor de tudo e de todos. Apesar de confiarmos em Sua proteção e cuidado para conosco quando somos levados ao deserto da tentação; nada disso nos dá o direito, a liberdade, ou a desculpa para pecarmos. O fato de sabermos que é Deus quem tem o controle de nossas vidas, sendo Ele quem dispõe de cada um de nós, e que algumas vezes nos conduza a um deserto escaldante da tentação; não somos, por causa disso, justificados ou desculpados para entregarmo-nos, vencidos, à tentação. Pelo contrário, tudo isso deve nos fortalecer e nos encorajar a imitarmos o nosso Mestre, e, ao mesmo tempo, servirmos de exemplos para aqueles que nos rodeiam; seja nos admirando e imitando o nosso bom exemplo, ou nos censurando e imitando o nosso mal exemplo. Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Ali, orando e jejuando, venceu o inimigo. Dando-nos assim o exemplo. Paulo diz que “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8.14). Logo, os filhos de Deus são conduzidos pelo Espírito Santo também para serem tentados pelo diabo. E, naturalmente, para fazerem uso dos mesmos recursos utilizados pelo Senhor, a fim de obterem, à semelhança dEle, a vitória sobre o inimigo: “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas. Exorto-te, perante Deus, que preserva a vida de todas as coisas, e perante Cristo Jesus, que, diante de Pôncio Pilatos, fez a boa confissão, que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo... A ele honra e poder eterno. Amém!” (1Tm 6.12-16). Vanderlei Faria pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

O VALOR DE CADA UM

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome" (João 1:12). Era verão e o ministro da igreja estava de férias. Nesse dia, em particular, o ministro auxiliar também estava ausente. O único presente era o ministro dos jovens. O telefone tocou no gabinete e uma pessoa pediu para falar com o ministro titular. A secretária informou à senhora que o ministro não estava presente. Ela, então, pediu para falar com o ministro auxiliar. A secretária informou que este também estava ausente. Tentando ajudar, a secretária perguntou: "O ministro dos jovens está aqui. Deseja falar com ele?" A senhora pensou por alguns momentos e respondeu: "Não, não quero ir tão baixo", e desligou. Muitas vezes somos como aquela senhora ao telefone. Julgamos as pessoas, classificando-as por ordem de importância. E, é claro, sendo nós mais importantes que tudo e todos, não podemos aceitar um relacionamento com os "mais inferiores". Somos altivos, arrogantes, prepotentes e contrários ao ensino do Senhor. Na realidade, nada somos sem Deus. A nossa verdadeira importância consiste em termos Cristo no coração. Ao recebê-lo, tornamo-nos filhos de Deus. Quando aprendemos a valorizar as pessoas, não pelo cargo que ocupam ou pelo dinheiro que possuem, somos muito mais agradáveis e felizes. A Palavra de Deus nos diz que "aquele que se exalta será humilhado e aquele que se humilha será exaltado". Bom é reconhecer que nada somos, que o importante é o Senhor, e que todos que nEle confiam têm o mesmo valor e que são, igualmente, amados por Ele. O apóstolo Paulo nos deixou escrito que devemos considerar os outros superiores a nós mesmos. Se formos capazes de colocar isso em prática, seremos sempre uma bênção nas mãos de Deus e teremos uma vida de plena felicidade. Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A PROVIDÊNCIA DE DEUS

“O SENHOR é tardio em irar-se, mas grande em poder e jamais inocenta o culpado; o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés” (Naum 1.3). Quando nos sentimos angustiados, via de regra nossa oração é para que o Senhor nos livre do mal que nos aflige. Oramos para que tenhamos alegria e força para enfrentar os desafios da vida... Clamamos ao Senhor por Sua misericórdia. Oramos reclamando e reivindicando nossos “direitos” como filhos do Reino, filhos do Deus Todo Poderoso... Questionamos a Deus em oração quanto à nossa triste situação... Enfim, toda a nossa oração (e eu não sou diferente, também tenho agido dessa forma muitas vezes) centraliza-se na busca da bênção e da misericórdia do Senhor. Toda a nossa petição se concentra apenas em nós mesmos ou nas pessoas a quem amamos. Poucas vezes nos lembramos de orar a Deus com sinceridade, pedindo que, antes de tudo, a Sua vontade seja feita e que tudo nos aconteça seja para a glória de Deus. Entretanto, quando atentamos para o exemplo supremo de nosso Mestre e Senhor, quanta diferença de ênfase na oração podemos observar! Quando a expectativa da cruz se aproximava , a tristeza e angústia atingiam o coração de nosso Senhor. E no auge de Sua angústia, Ele continuava ensinando e exortando aos Seus ouvintes. Mas, acima de tudo, havia um objetivo maior em Seu coração: A Glória do Pai. _ “Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará. Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora. Pai, glorifica o teu nome” (Jo 12.26-28a). Confesso que muitas vezes tenho orado equivocadamente como que reclamando com Deus pelas circunstâncias adversas em que enfrento. E como nos é comum este fato! Não entendemos como pode um filho de Deus passar tantas agruras, tristezas, injustiças, decepções, dores, enfermidades e mágoas. Em tais circunstâncias, normalmente, nossas orações não passam de lamúrias e lamentações chorosas e comoventes. É raro nos lembrarmos de que a nossa angústia, ou os fatos que a provoca, possam estar nos eternos e soberanos propósitos divinos. Pensamos: “Tudo, menos isso; que seja propósito de Deus nos fazer sofrer, chorar, passar por momentos tão tristes e angustiantes, jamais! Entretanto, o Senhor Jesus foi enfático em afirmas a Seu próprio respeito assim: “Mas precisamente com este propósito vim para esta hora”. E, em seguida, Ele se dirige ao Pai: “Pai, glorifica o teu nome”. Vanderlei Faria pastorvanderleifaria@yahoo.com.br