segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ORGULHO... DE QUE?

"Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar
santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não
entrega a sua alma à vaidade..." (Salmos 24":3, 4).


Duas senhoras, em Xangai, estavam conversando sobre Hudson
Taylor, desejando saber se, alguma vez, ele se sentiu
tentado a ser orgulhoso. Uma das senhoras se dirigiu à
esposa de Hudson Taylor e lhe fez a pergunta. A esposa do
missionário disse que não sabia responder a tal pergunta.
Mas, depois da conversa, ela foi até o marido e lhe falou
sobre o assunto. Ele se mostrou surpreso e perguntou:
"Orgulhoso, de que?" A esposa respondeu: "Pelas coisas que
você fez". Imediatamente, então, ela recebeu a bela
resposta: "Que eu saiba, nunca fiz nada". Taylor estava
certo. Ele nunca fez qualquer coisa. Deus fez tudo nele e
através dele.


Que grande privilégio é saber que Deus faz grandes e
maravilhosas coisas, tanto em nossas vidas como através
delas. Quando isso acontece, nós somos muito abençoados e as
pessoas que estão junto a nós também o são.


Quando deixamos Deus trabalhar em nossas vidas, andamos no
caminho certo, fazemos o que é correto e somos muito mais
felizes. A nossa vida transmite fé, o nosso rosto mostra um
sorriso inigualável, nossas atitudes são dignas de serem
imitadas, os ambientes são iluminados e o nome de Jesus é
sempre glorificado e engrandecido.


De que devemos nos orgulhar? Nada somos e, ao mesmo tempo, somos tudo. Somos
filhos de Deus e herdeiros do Céu de glória. Essa é a grande
razão de nosso contentamento.


A vaidade é o caminho mais rápido para o fracasso. A
humildade nos leva muito mais longe... Afinal, ter orgulho
de que?


Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

sábado, 29 de setembro de 2012

JESUS NOS ENSINA ORAR

O maior exemplo quanto à importância e necessidade de oração deu-nos o nosso Senhor no Monte da Transfiguração: “Cerca de oito dias depois de proferidas estas palavras, tomando consigo a Pedro, João e Tiago, subiu ao monte com o propósito de orar” (Lc 9.28).

O propósito do Senhor Jesus não era conduzir Seus discípulos a alguns momentos de lazer; ou mesmo uma experiência mística para se vangloriarem. Mas, sim, levá-los a uma intimidade maior com Deus, através da oração. Esse, sem dúvida alguma, deve ser, também, o propósito maior de nossas reuniões: achegarmo-nos mais ao Senhor da glória. E, pela sequência do texto (Lc 9.37), ficamos sabendo que aquele retiro espiritual durou uma noite toda... Foi uma  experiência marcante e  inesquecível para aqueles discípulos de Jesus. Mas é importante destacarmos o fato de que o propósito claro e evidente do Senhor em levar  Seus discípulos àquele  retiro foi a oração. E tudo o mais que aconteceu foi resultado da oração. Não houve qualquer outra preocupação do Senhor a ser acrescentada em sua  agenda do dia, ou melhor, da noite.   Era a preparação mais eficiente para a batalha, a qual haveriam de enfrentar no dia seguinte, e mais especificamente, a preparação para o Calvário.

É importante destacar o fato de que a primeira preocupação do Senhor Jesus, não foi  simplesmente levar Seus discípulos a terem, ou buscarem, experiências. As experiências que temos com Deus são fruto de nossa busca de comunhão com Ele. As experiências são consequências. Jesus conduziu Seus discípulos àquele lugar  solitário com o propósito específico de ensinar-lhes, de uma maneira prática, a orar.

É o Senhor Jesus que nos conduz, nos ensina e nos ajuda a orar. Em parte alguma  dos evangelhos encontramos referência de que os discípulos de Jesus tenham  se retirado voluntariamente com essa finalidade. Sempre observamos Jesus conduzindo-os à oração. Havia sempre alguma demonstração de resistência para que eles se retirassem de suas atividades regulares a fim de orar. Freqüentemente, também, isso ocorre conosco. Relutamos em deixar as nossas muitas e “importantes” atividades  (principalmente quando estamos trabalhando  PARA  o reino de Deus), para gastarmos tempo a sós com Deus.

Algumas vezes sentimos  algo como se fora um sentimento de culpa, por estarmos “perdendo tempo”, sem uma atividade produtiva... Sentimo-nos como se estivéssemos num devaneio irresponsável e improdutível... Assim, mesmo entre pastores e líderes cristãos, quase não se reserva tempo para o recolhimento em oração. Porém, Jesus assim o fez. Era-Lhe necessário parar para ver, sentir e ouvir a manifestação da glória de Deus através da oração. Vale a pena imitá-Lo. Amém.

Pr. Vanderlei Faria

REUNIDOS COM O PAI

"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome,
aí estou eu no meio deles" (Mateus 18:20).


"Houve um tempo em que o pai tinha alguma importância nos
Estados Unidos. Ele possuía certa estima na comunidade; ele
tinha alguma autoridade em sua própria casa; seu ponto de
vista era, às vezes, levado a sério por seus filhos; e até
sua esposa prestava atenção nele de vez em quando." (Adlai
E. Stevenson)


Por que muitos lares, hoje, estão desestruturados? Por que a
paz que ali deveria reinar, já não existe mais? Por que
muitos filhos se desgarram, enveredam-se por caminhos maus,
não compartilham da bênção de um lar feliz? O que está
faltando? O que mudou?


Muitos podem ser os motivos para isso, mas, quero enfatizar,
principalmente, a falta da presença do Pai celestial na vida
da família. Os homens se esqueceram de Deus; as mulheres não
se importam com o ensino de Deus; os filhos não se submetem
à correção dos pais e nem do Pai divino. Onde não há Deus,
não há vida abundante. Onde não há Deus, não há verdadeira
paz. Onde não há Deus, o amor não sobrevive. Onde não há
Deus, o modelo do lar abençoado não existe.


O Senhor nos deixou escrito que estaria conosco quando nos
reuníssemos em Seu nome. Ele estaria presente e nos
abençoaria. Assim é o lar que se une na presença do Pai.
Todos se alegram, todos se entendem, todos se regozijam com
o Seu amor.


Se o lar é edificado sob a direção de Deus, o marido é
carinhoso em relação à esposa e aos filhos; a esposa
desempenha seu papel com sabedoria e amor; os filhos são
bênçãos para os pais e para o Senhor. Todo o lar é iluminado
quando o Deus Todo Poderoso é Senhor da casa.


Sempre haverá um tempo para o lar ser bênção para a família
e a comunidade.


Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

DEUS TRABALHA CONOSCO


_ “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações,  sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança.  Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes” (Tg 1.2-4).

 Não é maravilhoso percebermos como Deus trabalha conosco e por nós? 

Desta forma, é melhor estarmos preparados em constante oração e jejum, antes que sejamos conduzidos ao deserto da tentação; visto que, se realmente somos filhos de Deus, inevitavelmente, mais dia menos dia seremos conduzidos ao deserto da tentação para oração e jejum. Não seria o caso de, ao invés de perdermos tempo em lamentações e cogitações do porquê  das tentações, percebermos que Deus quer nos conduzir à oração e jejum? E que Ele tem o direito de dispor de nossas vidas como bem Lhe convém, posto que Ele é que tem o controle absoluto de  cada um de nós? Ora, como o Espírito Santo pode nos conduzir a oração e jejum? Ou como Ele nos conduz à tentação para sermos motivados a orar e jejuar?

Certamente, em Sua sabedoria Deus tem  muitos e variados meios para alcançar tais propósitos. Às vezes, nos tira a saúde, colocando-nos num leito de hospital por vários dias, e até mesmo por longos anos. Outras vezes Ele nos tira amigos, parentes, bens materiais, empregos, um grande amor, nos priva de privilégios e honras. Nos tira a alegria, a vontade de viver. Nos leva ao pó, nos reduz à penúria, solidão, tristeza e frustrações. Perdas dolorosas, inesquecíveis e, algumas, irreversíveis.  Então, junto com as tentações vem o escape, Ele provê o  livramento, a vitória. Só então percebemos que, na verdade, não fomos nós, por sermos melhores crentes, ou por sermos mais espirituais, que procuramos o livramento através da oração e jejum; mas, sim, porque o Espírito Santo nos conduziu  ao “deserto” para sermos tentados pelo diabo. E lá, então, jejuamos e oramos. 

Amado irmão, talvez tenha sido  desgastante a sua luta contra a tentação; ou você esteja atravessando um deserto escaldante  e desanimador,  deixando-se abater  justamente  quando  desejava vencer, quando havia feito  votos de servir a Deus com  mais fervor  e dedicação,  renovando  seu compromisso   com o Senhor...  Quem sabe Deus esteja conduzindo-o à oração e ao jejum?! Assim, na verdade, o deserto da tentação é apenas e tão somente um meio de Deus fazê-lo crescer na comunhão  com Ele através da oração e do jejum. Pare de se maldizer! Diga  ao Senhor  que  você ainda  confia no Seu poder e  em Suas promessas! Pense nisto, e alegre-se no Senhor. Amém.

Pr. Vanderlei Faria


CRER OU NÃO CRER, EIS A QUESTÃO

"Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a
glória de Deus?" (João 11:40).


"Cinco por cento das pessoas pensam; dez por cento das
pessoas pensam que elas pensam. Os outros oitenta e cinco
por cento preferem morrer a pensar" (Thomas Edison).


Poderíamos dizer essa frase de outra forma: "Poucos crêem,
outros crêem que crêem e muitos preferem duvidar e murmurar
a crer. Por isso, poucos são abençoados e muitos perdem as
bênçãos que Deus tem preparado para todos.


Deus nos deixou muitas promessas em Sua Palavra. Nós as
conhecemos e até as repetimos várias vezes, porém, não somos
capazes de esperar pacientemente pelo cumprimento das
promessas do Senhor. Dizemos que tudo é possível ao que crê;
dizemos que para Deus tudo é possível; dizemos que Deus
sempre suprirá nossas necessidades; dizemos que somos mais
que vencedores; e... nos queixamos, nos lamentamos,
duvidamos de tudo e perdemos a bênção que dizíamos estar à
nossa disposição!


Quem crê é feliz e vive seus dias em perfeita tranquilidade.
Sabe esperar e louva ao Senhor mesmo antes de ver chegada a
sua bênção. Quem pensa que crê não sabe ter paciência e logo
vê sua fé se dissipar. Quem não crê, nada espera, nada
sonha, nada recebe. Passa pela vida sem ter o prazer de
vivê-la abundantemente.


Eu prefiro crer, primeiro porque creio verdadeiramente, e,
segundo, porque a fé me faz viver enquanto aguardo o que
Deus tem preparado para mim. Crendo eu sou feliz, crendo eu
me regozijo nos meus sonhos mesmo antes de realizá-los,
crendo eu caminho ao lado de meu Senhor e Salvador, crendo
eu jamais duvidarei de minha vitória.


Creia em Deus, creia em Suas promessas, creia que seu nome
está escrito nos Céus, creia que os momentos de luta são
passageiros, creia que o Senhor Jesus sempre estará ao seu
lado em qualquer situação.


Se você quer alcançar dias de felicidade, creia.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado