quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O QUE NOS MOTIVA?


"Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos
céus" (Lucas 10:20).


Em uma determinada sequência em quadros, Carlos e Antônio
estão descansando debaixo de uma árvore em uma tarde de
verão. Os dois conversam sobre as coisas importantes da
vida. Carlos fala ao amigo: "E se não houver nenhum céu?
E se tudo acabar aqui mesmo neste mundo?" Antônio responde:
"Se tudo acabar aqui mesmo, somente teremos de aceitar".
Carlos volta a falar: "Sim, mas, se eu não vou ser
recompensado por minhas boas ações,
quero saber agora mesmo."


Tudo que o Senhor nos ensinou e tudo que colocamos em
prática após os Seus ensinos é o melhor para termos uma vida
abundante, tranquila e feliz. Não estamos trocando algumas
atitudes por uma senha que garantirá nossa entrada nos Céus,
mas, para que tenhamos dias de plena e perfeita felicidade.
Cremos que iremos para as moradas celestes do Senhor? Claro
que cremos! É só por isso que procuramos viver uma vida que agrade ao Senhor?
Claro que não! As duas coisas se
completam; as duas coisas nos motivam; as duas coisas enchem
nosso coração de júbilo.


Aceitamos o Senhor Jesus como nosso Salvador porque o
Espírito Santo nos convenceu do pecado e do juízo. Ao
aceitar a salvação, reconhecemos nossos pecados, mostramos
arrependimento, fomos renovados e passamos a viver uma nova
vida, diferente da anterior, com novos propósitos e novas
aspirações. Queremos ser abençoados; queremos a alegria
plena; queremos ser verdadeiramente vitoriosos.


Se não houvesse uma vida eterna, nada perderíamos ao
procurar viver segundo os padrões ensinados nas Escrituras.
Pior seria ignorar tais padrões, pois, caso ela exista, nem
a desfrutaríamos no Céu e nem teríamos a boa qualidade de
vida aqui na terra.


Eu quero ir para o céu, mas, não pratico boas ações a fim de
garantir ali a minha entrada . Eu quero praticá-las para
engrandecer o nome de Jesus e alegrar Seu coração. Quero
praticá-las porque assim me sinto bem, porque tenho prazer
em ser uma bênção nas mãos de Deus. Se procuro viver
corretamente, minha vida é abençoada e sou uma bênção para
minha família, meus amigos e todos que estão junto a mim.


Qual a motivação de suas boas atitudes?


Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

VASILHAS VAZIAS




No Antigo Testamento há um relato que nos ajuda a compreender a importância da busca constante do enchimento do Espírito Santo (2Rs 4.1-6).

Diz-nos o texto que, enquanto havia  vasilhas vazias, havia o enchimento das mesmas da parte do Senhor. Quando acabaram as vasilhas, o azeite parou. Deus não desperdiça  Suas bênçãos.  No deserto, quando o povo pegava mais do que o suficiente  para o seu consumo diário, Deus fazia com que as sobras apodrecessem. 

Dessa forma, mesmo sendo jogado fora, aqueles restos poderiam servir para fertilizar a terra como adubo. Da mesma forma, quando da multiplicação dos pães por Jesus,  depois que todos se fartaram e começaram a deixar as sobras, Jesus mandou que se recolhessem os pedaços restantes.

Muitas vezes nos privamos de receber as manifestações gloriosas do Senhor porque, simplesmente, não Lhe permitimos “encher nossas  vasilhas”.  Isto porque, apresentamo-nos a Ele cheios de nós mesmos, cheios de nossos pré-conceitos teológicos, cheios de nossa empáfia, arrogância e soberba. E isto  pelo fato de acharmos que Deus já nos disse e nos mostrou tudo o que precisamos enquanto estivermos aqui na terra. Nos contentamos  com um cristianismo morno, nominal e denominacional. Impedindo, assim,  que o Espírito Santo tenha liberdade de nos levar a experimentar um pouco mais da largura, comprimento, altura e profundidade do amor e da plenitude de Deus.

Paulo, ao contrário, orou em favor dos efésios para que eles fossem enriquecidos com essa plenitude de Deus: “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade  e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.14-19). 

_ “e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder;   o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais,   acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja,   a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (Ef 1.19-23).

 




Pr. Vanderlei Faria



PROVOCANDO ONDAS



"No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé
nele" (Efésios 3:12).


Eu ouvi que, se a neblina impede que o marinheiro de um
barco pequeno veja a bóia que marca seu percurso, ele gira
rapidamente seu barco em pequenos círculos sabendo que as
ondas que ele provoca balançará a bóia que estiver mais
próxima. Então ele pára, escuta e repete o procedimento até
ouvir o tilintar da bóia. Provocando ondas, ele encontra o
seu percurso. Muitas vezes o ato de "provocar ondas" implica
em correr riscos. O barco que permanece no porto nunca
enfrenta perigos, mas, também nunca chega a lugar algum
(The Christophers).


Em nossa caminhada neste mundo, é possível que tenhamos de
"provocar ondas" para atingir algum objetivo. Nesse ato de
"provocar ondas", podemos enfrentar perigos, podemos
contentar e desagradar pessoas, podemos alcançar admiração
ou críticas. Temos de estar preparados para tudo e, com
perseverança e determinação, confiar que seremos vencedores.


Há pessoas que preferem não se arriscar, que se acomodam em
sua insegurança, que se omitem quando alguma coisa depende
de ousadia e coragem. Não experimentam decepções, mas, ao
mesmo tempo, não saboreiam momentos de conquistas e
vitórias.


A nossa vida não pode ficar limitada à covardia. Já houve
quem dissesse que o medo de perder impede que uma pessoa
vença. Somos filhos de Deus e o Senhor nos conclamou a ter
coragem e crer que Ele estaria a nosso lado nas lutas e
batalhas. Se temos sonhos, lutemos bravamente por eles. Se
queremos chegar a algum lugar, sigamos em frente e contemos
com a direção de Deus. Se tememos a neblina que nos obstrue
a visão da bóia da vitória, façamos o barco de nossa vida
girar até atingirmos nossos propósitos. Só não podemos ficar
inertes, conformados, sem fé e esperança, ignorando que o
nosso Deus é poderoso para cumprir Suas promessas e nos
conduzir em segurança.


Você está pronto a, se necessário, provocar ondas ou prefere
ficar parado no porto da desilusão?




Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

sábado, 3 de novembro de 2012

VINDE, E TORNEMOS PARA O SENHOR!




Recentemente, quando fazia minha devocional pela manhã, uma irmã aflita telefonou-me solicitando minha visita urgente, para que fôssemos à casa de outra irmã cujo marido estava internado em consequência de um acidente de carro. Havia passado já uma semana do acidente e aquele homem estava numa situação precária num hospital da cidade. A esposa, uma crente segura e fiel, encontrava-se debilitada física e emocionalmente devido às muitas noites de vigília acompanhando sofregamente o tratamento do esposo. Era uma situação realmente preocupante, que requeria muitos cuidados especiais.  E foi  exatamente após eu ler um texto bíblico que tocou o telefone. E o texto que Deus colocou diante dos meus olhos e em meu coração era este:

“Irei e voltarei para o meu lugar, até que se reconheçam culpados e busquem a minha face; estando eles angustiados, cedo me buscarão, dizendo: Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará” (Os 5.15; 6.1)

Saí de casa com a convicção de que aquele era, realmente, o recado de Deus para aquela família. Então procurei mostrar para aquela esposa aflita e angustiada qual o propósito de Deus em nos conduzir, ou em nos permitir passar por tribulações e aflições. O texto é claro e objetivo: “até que se reconheçam culpados e busquem a minha face; estando eles angustiados, cedo me buscarão”. 

Não podemos deixar de observar a grandeza do poder e misericórdia de Deus expressas nesse texto. Procurei lembrar àquela irmã de quando éramos obrigados a dar remédios amargos e indigestos para nossos filhos; ou quando tínhamos  que obrigá-los a tomar injeções dolorosas... Como sofríamos juntos, mas, ainda assim, não permitíamos que o choro, o sofrimento e as lamentações de nossos queridos fossem impedimentos à consumação dos medicamentos. Não havia alternativas menos dolorosas e mais eficazes. Da mesma forma, quando Jesus foi à cruz para receber a culpa pelos nossos pecados, Ele precisou sorver todo o cálice da ira de  Deus. Foi o preço de nossa redenção diante da justiça de Deus.

A nossa salvação foi paga com preço de sangue, suor e lágrimas. Mas o que procurei enfatizar para a consolação daquela irmã aflita, e que serve para a nossa consolação também, é que o nosso Deus tem propósitos pedagógicos em nosso sofrimento. Primeiramente, para nos conduzir ao arrependimento “...até que se reconheçam culpados”. Em segundo lugar, Deus quer que acheguemos a Ele de todo o nosso coração; que sejamos dependentes dEle: “...estando eles angustiados, cedo me buscarão”. 

E o que é ainda mais fantástico é que esse pequeno texto nos diz em seguida: “Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará”. Deus nos diz que a aflição não apenas nos fará voltar para o Senhor, como, também, nos dará motivação para conduzir outros ao Senhor, o que de outra forma, devido ao nosso comodismo, jamais viríamos a fazer:  “Vinde, e tornemos para o SENHOR”!


Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
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JÓIAS TIRADAS DA LAMA




"Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o
nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos" (Isaías
64:8).


John Ruskin estava caminhando, em um dia chuvoso, por uma
das ruas de Londres. De repente ele notou que havia grande
quantidade de lama em seus pés. Um pensamento passou por sua
cabeça -- analisar e descobrir quais elementos inorgânicos
estavam contidos naquela lama. Isso foi providenciado. Foi
descoberto que a lama era constituída de areia, barro,
fuligem e água. Ele ficou surpreso pelo fato de serem essas
as mesmas substâncias que formam nossas jóias e pedras
preciosas. Da areia temos o ônix, a ágata, o berilo, o
jaspe, a ametista; do barro temos a safira, o rubi, a
esmeralda, o topázio e da fuligem temos o diamante. A lama
de Londres é composta de jóias preciosas!


O homem não pode transformar a lama em pontos de luz
reluzentes, mas, Deus transforma e recria o homem, simples
barro, pecador, desobediente e cheio de defeitos, em almas
redimidas que cantam uma nova canção e caminham em novidade
de vida e em grande regozijo.


Não importa o nosso estado quando nos encontramos com Jesus.
Por pior que seja a nossa situação, Ele nos toma com
carinho, nos molda conforme Sua vontade, nos purifica e,
onde havia trevas, passa a brilhar intensa luz.


Por mais insignificante que seja o barro de nossas vidas,
Ele o transforma em jóias de grande valor.E essas jóias vão
adornar o caminho por onde muitos passarão e cujos barros
também serão moldados e transformados em preciosidades que
enriquecerão novos caminhos, novos lares, novas vidas.


Sua vida ainda é um barro ou fuligem sem valor ou já foi
transformada em uma jóia do tesouro de Deus?



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Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado