quinta-feira, 10 de abril de 2014

O MINISTÉRIO DA CONSOLAÇÃO





O apóstolo Paulo afirma que assim como experimentamos os sofrimentos de Cristo (quando sofremos  por amor a Cristo e para Cristo), “assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2Co 1.5). E continua (v.6) dizendo que  os seus sofrimentos tinham como resultado a consolação e o encorajamento para aqueles  irmãos vencerem seus próprios sofrimentos. Que coisa incrível!

Mesmo quando  sofremos, estamos  ajudando alguém. Isto quando vivemos sem murmuração, a despeito das circunstâncias adversas que estejamos enfrentando, injustiças ou doenças debilitadoras e dolorosas.

O texto nos fala de nossa missão no mundo – repassar a consolação que recebemos  constantemente da parte do Senhor  (2Co 1.4). Ou seja, aqui temos um exemplo da prática da unidade na consolação.

Após discorrer sobre o  mistério da consolação com que somos agraciados por Deus, o nosso Pai, Paulo fala do ministério da consolação que temos recebido como filhos  do Pai de misericórdias e Deus de toda  consolação.

No mesmo versículo (4) em que o apóstolo discorre sobre a nossa consolação, que é algo fantástico e misterioso, porque é divino, Paulo fala também do ministério e responsabilidade daqueles que compartilham da mesma  esperança em Cristo. De todos os cristãos, não apenas  dos pastores e líderes eclesiásticos.

Podemos observar que Paulo faz uma tremenda afirmativa sobre a consolação do Senhor (2Co 1.2,3a). Mas isto, baseado em pelo menos duas considerações importantes. A primeira diz respeito à  nossa responsabilidade em repassar as bênçãos que recebemos. Não podemos reter nada que  Deus nos dá, como se fora  por  méritos pessoais nossos. Nem mesmo as consolações nos são dadas para o nosso único desfrute. Temos a missão de  repassador de consolações (v.4).

 Pr. Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

 

COPO VAZIO


"antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo,
tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em
figura humana" (Filipenses 2:7).


Um jovem marcou um encontro com seu pastor, no gabinete da
igreja. O pastor, após ele entrar na sala, olhou-o fixamente
e esperou que falasse. O jovem começou: "Pastor, eu creio
que já tenho conhecimento bíblico suficiente para debater
com qualquer outra pessoa da igreja. Sou capaz de fazer
análises e exegese bíblica usando os originais em hebraico e
grego. Prego constantemente em outros lugares e todos me
admiram. Quero ser cheio de Deus e ser um grande líder aqui
na igreja. Que devo fazer?" O pastor, antes de lhe
responder, perguntou se desejava um copo de água. O jovem
aceitou e o pastor colocou o copo diante dele. Começou então
a derramar água dentro do copo e não parou quando este já
estava cheio. O copo começou a transbordar e a água estava
escorrendo para o chão. O jovem gritou: "Pare! Está
entornando! Não há lugar para mais água no copo". O pastor,
então, respondeu à sua pergunta: " assim como este copo,
você está cheio de si mesmo e não há lugar para Deus em sua
vida a não ser que se esvazie."


Amados, temos deixado Deus tomar nossas vidas e dirigi-las
conforme Sua vontade? Temos reconhecido que nada somos sem
ele e que o pouco que produzimos é para Sua honra e glória?
Temos nos esvaziado de toda vaidade, de toda prepotência, de
tudo que é carnal para que Ele possa habitar em nossos
corações e brilhar em todos os lugares por onde passarmos?
Temos nos oferecido para servi-lo, não por que somos
capazes, mas porque confiamos que Ele pode fazer qualquer
coisa através de nós?


Quando as nossas virtudes aparecem mais do que as do Senhor,
quando a nossa verdade ecoa mais alto que a Verdade bíblica,
quando reivindicamos os direitos por nossos méritos, estamos
dizendo ao mundo que não precisamos de Cristo, que não
existe mérito no que Ele fez e faz por nós, que somos
auto-suficientes e não há lugar para Ele em nossos corações.


Se queremos ser cheios de Deus, precisamos esvaziar o copo
de nossas vaidades. O seu está cheio ou vazio?


Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

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Escuro Iluminado

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O DEUS DO IMPOSSÍVEL


Precisamos descansar no Senhor, porém, continuando  a caminhada, sempre. Não há  retorno para o cristão. O  cristão  tem que ser  um campeão! E, para tanto, é preciso lutar sempre, sem desistir. Retroceder é expor-se ao  inimigo. É ser nocauteado, beijar a  lona e  pedir a toalha... Isto é, sofrer um baque, ir ao chão e desistir da luta.
 
Diante do povo de Deus sempre  haverá este desafio. Deus quer que confiemos  inteiramente nEle! Resta-nos escolher: Interpretar a  Deus pelas  dificuldades ou interpretar as dificuldades  por Deus, e na presença de Deus!  Não existe dificuldade  demais para Deus. As portas do inferno não prevalecerão contra o povo de Deus – a Igreja de Jesus.  O nosso Deus é o Deus do impossível!

Assim como  sofremos com a morte de queridos nossos de outros lugares, como em Angra dos Reis, Minas, Haiti, Chile, e mais recentemente sofremos com as perdas irreparáveis ocorridas no Rio de Janeiro e Niterói. Além de tantos irmãos perseguidos  e torturados em várias partes deste mundo por causa do nome de Jesus; assim  como choramos  juntos, também  nos alegramos juntos, na  certeza de que haveremos de receber a consolação que precisamos.
 
Mais que isto, estamos certos de que haveremos de nos regozijar  eternamente na glória celeste; onde Deus promete  enxugar toda lágrima e onde não  haverá mais qualquer tipo de dor ou sofrimento. Quando todos  os membros da familia de Deus, os salvos por Cristo Jesus, haveremos de receber a plenitude da consolação de Cristo, no céu.

 
Pr. Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

FERTILIZANTE


"antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como
no dia eterno" (2 Pedro 3:18).


"A razão pela qual uma pessoa não cresce na fé cristã é
porque não aplica o fertilizante da Palavra de Deus na terra
do coração" (Bill Gordon).


Muitas vezes murmuramos porque não vemos Deus agir em nossas
vidas e nem através delas. Enquanto isso, olhamos para
outros filhos de Deus e percebemos o quanto são vitoriosos,
felizes e bem sucedidos em tudo o que fazem. Lamentamos os
nossos fracassos, os sonhos não concretizados, a ineficácia
de nossa fé e a falta de brilho em nossas vidas cristãs.


O que os outros têm que nós não temos? Por que Deus age mais
através de outros irmãos do que através de nós? Por que
somos tão insignificantes? Por que nossos irmãos são sempre
escolhidos e nós completamente ignorados?


O problema, quase sempre, não está nas outras pessoas, nem
em nossos líderes, nem na igreja que frequentamos. O motivo
pode ser, simplesmente, a falta de fertilizante! A nossa
árvore espiritual está seca, sem vigor, sem a folhagem
característica das plantas bem tratadas, sem nenhum fruto.
Está faltando fertilizante!


E que fertilizante é esse? A Palavra de Deus. Sem ela somos
fracos e vazios, insípidos e sem brilho, sem raízes
profundas e prestes a cair diante de qualquer tempestade.


Quando buscamos a Deus e colocamos nossas vidas em Seu
altar; quando dedicamos o máximo de tempo possível no estudo
da Bíblia e na oração para receber a orientação do Senhor e
conhecer Sua vontade para cada passo a seguir; estamos
adquirindo o fertilizante que nos fará crescer em graça e
unção, em fé e poder, em esperança e alegria. O fertilizante
de Deus fará de nossas vidas abundantes e abençoadas e os
galhos de nossa árvore espiritual produzirão frutos de
verdadeira e eterna felicidade.


Você tem colocado fertilizante na árvore de sua vida?


Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

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terça-feira, 8 de abril de 2014

O SENHOR ESTÁ TRABALHANDO CONOSCO


A Bíblia nos  diz como  nosso Senhor está trabalhando conosco: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: é meu povo, e ela dirá: O SENHOR é meu Deus” (v.9). Isto quer dizer que estamos sendo  provados com um propósito  especial, específico.
Quando somos expostos à provação, ainda  que sintamos  tremendamente mal, ainda que  abominemos essa dramática condição humana; ainda que sejamos levados  a praguejar o dia em que nascemos, como fizeram  Jeremias e Jó; ainda que fiquemos irados  e aborrecidos com tudo e com todos, até mesmo com Deus. Ainda assim,  sinto-me grato pelo  incondicional e insondável  amor de Deus por mim, quando reflito mais detidamente  no texto referido. Então o texto diz: “ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: é meu povo, e ela dirá: O SENHOR é meu Deus”.  Faz-nos lembrar de Hebreus, 12.4-11 e  Segunda Pedro, 1.3-10.

Quando cremos e demonstramos  na prática diária, como Jó, que o nosso Deus é digno de nossa gratidão, louvor e adoração, mesmo quando sofremos toda sorte de problemas e enfermidades; então O glorificamos de fato, e repassamos a consolação do Senhor.
É claro que  isto não significa que o cristão não possa  eventualmente  cair em abatimento, tristeza e depressão. Afinal, somos humanos, sujeitos a essas  coisas. Tudo isso faz parte do processo de consolidação  da nossa consolação. Mas o fato é que podemos glorificar a Deus a despeito de todos os  problemas e  tribulações que enfrentamos a cada dia;  porque, pela fé, podemos contemplar a glória de Deus através de Sua terna misericórdia e  consolação.

 

Pr. Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br