_ “O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O SENHOR é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?” (Sl 27.1).
Aqui está a base da confiança do cristão. O salmista não diz que é um homem corajoso e destemido por si mesmo. A sua confiança e coragem são fruto de uma absoluta ligação e intimidade com o Senhor. Ele não enfrenta os inimigos de peito aberto, confiando arrogantemente em sua força e capacitação. Ele olha para o Senhor e se coloca debaixo de Sua proteção. Então, uma vez assegurado da companhia e proteção divina, ele vê os inimigos como meros ajuntamentos de gafanhotos.
Quem é capaz de vencer o nosso Deus? Quem pode resistir a sua força e poder? Quem é capaz de se opor a Ele e prevalecer vitorioso?
Baseado e confiado nesta proteção sobrenatural, invisível mas real, não há o que temer, não há circunstancia ou obstáculo que possa nos amedrontar ou nos fazer calar.
Isto não significa que passaremos pela vida sem sofrer oposição, dores e aflições. Não significa que vamos viver sem problemas, sem doenças, sem sofrimentos, sem tentações. Porém, ainda que eles nos atinjam, ainda assim continuaremos seguros no fato de que “maior é o que está em nós do que o que está no mundo”.
As aflições e tribulações virão, inevitavelmente, porque estamos em guerra permanente; mas a nossa postura continua firme e resoluta. Não agimos com orgulho ou arrogância, como se fossemos super-heróis humanos. Não agimos com soberba e prepotência, querendo nos mostrar ao mundo, nos auto-promover como dignos de honra e valor. Não temos o que temer, mas também não temos o que pretender. Não queremos aparecer, nos exaltar, nos auto-promover.
Não somos nós a razão de nossa confiança. Não se trata de auto confiança, mas de confiança no Senhor. É Ele a razão de nossa esperança e confiança. Se de fato Ele está comigo como creio, por que haveria eu de temer e tremer diante das circunstancias adversas? Ainda que andando pelo vale da sombra da morte, não temerei... Vou levantar e caminhar, na certeza de que tudo posso naquele que me fortalece, não temerei mal algum. Prossigo para o alvo supremo, a vitória final! Não há o que temer. O diabo pode usar quem ele queira para me atingir, me ofender, me hostilizar; não temerei mal algum, porque Ele, o Senhor, está comigo, sempre e eternamente!
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
O Senhor É Tudo Em Todos
_ “Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (1Co 15.27, 28).
_ “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos” (Cl 3.11).
Apesar de sabermos que é Deus quem nos expõe, ou nos conduz à tentação, Ele está no controle das ações diabólica. Ele é o Senhor de tudo e de todos. Apesar de confiarmos em Sua proteção e cuidado para conosco quando somos levados ao deserto da tentação; nada disso nos dá o direito, a liberdade, ou a desculpa para pecarmos.
Se você permanece no pecado, continuamente, precisa, urgente e seriamente, considerar o que diz a Palavra: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?... E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum! Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?... pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor...” (Rm 6.1, 2, 15, 16; 2Pe 2.19 b).
O fato de sabermos que é Deus quem tem o controle de nossas vidas, sendo Ele quem dispõe de cada um de nós, e que algumas vezes nos conduza a um deserto escaldante da tentação; não somos, por causa disso, justificados ou desculpados para entregarmo-nos, vencidos, à tentação. Pelo contrário, tudo isso deve nos fortalecer e nos encorajar a imitarmos o nosso Mestre, e, ao mesmo tempo, servirmos de exemplos para aqueles que nos rodeiam; seja nos admirando e imitando o nosso bom exemplo, ou nos censurando e imitando o nosso mal exemplo. Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Ali, orando e jejuando, venceu o inimigo. Dando-nos assim o exemplo.
Mas talvez você diga: “Mas eu não tenho como parar um longo tempo para orar e jejuar”. Observe que o texto diz que o Espírito O conduziu ao deserto. Paulo diz que “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8.14). Logo, os filhos de Deus são conduzidos pelo Espírito Santo também para serem tentados pelo diabo. E, naturalmente, para fazerem uso dos mesmos recursos utilizados pelo Senhor, a fim de obterem, à semelhança dEle, a vitória sobre o inimigo: “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas. Exorto-te, perante Deus, que preserva a vida de todas as coisas, e perante Cristo Jesus, que, diante de Pôncio Pilatos, fez a boa confissão, que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo... A ele honra e poder eterno. Amém!” (1Tm 6.12-16).
_ “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos” (Cl 3.11).
Apesar de sabermos que é Deus quem nos expõe, ou nos conduz à tentação, Ele está no controle das ações diabólica. Ele é o Senhor de tudo e de todos. Apesar de confiarmos em Sua proteção e cuidado para conosco quando somos levados ao deserto da tentação; nada disso nos dá o direito, a liberdade, ou a desculpa para pecarmos.
Se você permanece no pecado, continuamente, precisa, urgente e seriamente, considerar o que diz a Palavra: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?... E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum! Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?... pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor...” (Rm 6.1, 2, 15, 16; 2Pe 2.19 b).
O fato de sabermos que é Deus quem tem o controle de nossas vidas, sendo Ele quem dispõe de cada um de nós, e que algumas vezes nos conduza a um deserto escaldante da tentação; não somos, por causa disso, justificados ou desculpados para entregarmo-nos, vencidos, à tentação. Pelo contrário, tudo isso deve nos fortalecer e nos encorajar a imitarmos o nosso Mestre, e, ao mesmo tempo, servirmos de exemplos para aqueles que nos rodeiam; seja nos admirando e imitando o nosso bom exemplo, ou nos censurando e imitando o nosso mal exemplo. Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Ali, orando e jejuando, venceu o inimigo. Dando-nos assim o exemplo.
Mas talvez você diga: “Mas eu não tenho como parar um longo tempo para orar e jejuar”. Observe que o texto diz que o Espírito O conduziu ao deserto. Paulo diz que “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8.14). Logo, os filhos de Deus são conduzidos pelo Espírito Santo também para serem tentados pelo diabo. E, naturalmente, para fazerem uso dos mesmos recursos utilizados pelo Senhor, a fim de obterem, à semelhança dEle, a vitória sobre o inimigo: “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas. Exorto-te, perante Deus, que preserva a vida de todas as coisas, e perante Cristo Jesus, que, diante de Pôncio Pilatos, fez a boa confissão, que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo... A ele honra e poder eterno. Amém!” (1Tm 6.12-16).
sábado, 19 de julho de 2008
Jesus Veio Buscar E Salvar Pecadores
Certa vez uma mãe aflita procurou Napoleão para interceder em favor de seu filho. Napoleão argumentou que ele deveria ser punido de acordo com a justiça.
_ “Majestade” – disse a mãe – “não é justiça que estou pedindo, é misericórdia!”
_ Mas ele não merece – respondeu Napoleão.
_ Eu sei – insistiu a mãe – se ele merecesse não seria misericórdia!
A graça não se limita a um simples mudança de condição, mas, também opera uma transformação no caráter, sem a qual a pessoa não poderia desfrutar das
bênçãos celestiais... A graça produz a transformação moral na pessoa. O corpo permanece o mesmo, e a identidade mental não é destruída. A regeneração, ou novo nascimento, é a produção do amor no coração pelo Espírito Santo, pois “todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 Jo 4.7). Jesus veio buscar e salvar os pecadores que confiam nEle, arrependendo-se dos seus pecados:
_ “Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:20-23).
Não é pelo nosso valor ou merecimento que o Senhor nos alcança com Sua infinita graça. Somos todos inteiramente dependentes dEle, como filhos atraídos pelo amor do Pai. É esse amor que levou Jesus a sofrer a maldição da cruz, passando como criminoso e malfeitor, a fim de que você e eu sejamos salvos da condenação eterna. Bendito amor de Jesus! Foi esse amor sublime de Deus que entregou Seu Amado Filho, Jesus, à morte de cruz, para nos resgatar da condenação eterna: "Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios... Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.6, 8).
Finalmente, este texto nos faz lembrar, ainda, do que nos diz a Palavra de Deus: "Nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça... Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (Jo 1.16; 1 Pe 4.10).
_ “Majestade” – disse a mãe – “não é justiça que estou pedindo, é misericórdia!”
_ Mas ele não merece – respondeu Napoleão.
_ Eu sei – insistiu a mãe – se ele merecesse não seria misericórdia!
A graça não se limita a um simples mudança de condição, mas, também opera uma transformação no caráter, sem a qual a pessoa não poderia desfrutar das
bênçãos celestiais... A graça produz a transformação moral na pessoa. O corpo permanece o mesmo, e a identidade mental não é destruída. A regeneração, ou novo nascimento, é a produção do amor no coração pelo Espírito Santo, pois “todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 Jo 4.7). Jesus veio buscar e salvar os pecadores que confiam nEle, arrependendo-se dos seus pecados:
_ “Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:20-23).
Não é pelo nosso valor ou merecimento que o Senhor nos alcança com Sua infinita graça. Somos todos inteiramente dependentes dEle, como filhos atraídos pelo amor do Pai. É esse amor que levou Jesus a sofrer a maldição da cruz, passando como criminoso e malfeitor, a fim de que você e eu sejamos salvos da condenação eterna. Bendito amor de Jesus! Foi esse amor sublime de Deus que entregou Seu Amado Filho, Jesus, à morte de cruz, para nos resgatar da condenação eterna: "Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios... Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Rm 5.6, 8).
Finalmente, este texto nos faz lembrar, ainda, do que nos diz a Palavra de Deus: "Nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça... Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (Jo 1.16; 1 Pe 4.10).
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Sozinha, Mas Bem Acompanhada
Gn 16.7-15
É interessante que o texto anterior a este fala, exatamente, do encontro de Deus com Abraão e da aliança estabelecida por Deus com ele sobre a sua descendência. Deus lhe falara, deu-lhe uma visão completa até mesmo quanto aos sofrimentos pelos quais haveria de passar a sua posteridade, durante quatrocentos anos. Enfim, justamente quando Deus lhe falara, de forma clara e objetiva, sobre tudo quanto haveria de suceder-lhe... Logo depois, foi Abraão convencido por Sara de que a única forma para eles alcançarem seus objetivos (que eram o mesmos de Deus – como ele fora informado) seria fazendo uso de um atalho humano, um jeito mais fácil e mais rápido de se obter os resultados pretendidos; mesmo que estes já estivessem determinados previamente por Deus. Aqui temos um exemplo do fracasso dos métodos humanos quando eles não se coadunam com os princípios bíblicos.
A mesma pessoa que até então fora importante (na ótica de Sara) para se alcançar a solução de um problema “insolúvel”, de repente passava a ser descartada por se constituir em uma ameaça à paz e à harmonia familiar. Agar, sem mesmo querer, constituíra-se numa personificação constante do desprezo, afronta e humilhação para Sara.
É sempre assim, a felicidade alheia provoca ressentimento e amargura para alguns. Assim, a alegria de Agar proporcionava um sentimento de inveja, amargura e humilhação em Sara; ainda que a outra não lhe dissesse nada. Apenas a sua presença feliz já era o suficiente para provocar todo o tipo de constrangimento e contrariedade na outra. Além disso, provavelmente, Sara estava remoendo um sentimento de arrependimento tardio. Talvez já começasse a pensar na tremenda mancada que dera com aquela fatídica sugestão. Ela mesma havia sugerido e aprovado a ruptura dos laços conjugais, entregando seu marido “de bandeja” para outra mulher; exposto sua intimidade conjugal. Ela que planejara apenas ter uma barriga de aluguel, constituíra e alojara dentro de sua própria casa uma concorrente fértil, jovial, e, quem sabe, mais atraente para seu marido. Qual a lição que poderíamos tirar desse episódio? Quantas vezes ouvimos história de jovens casais que agem imprudentemente expondo-se às tentações uns aos outros, por motivos os mais variados e banais!
É interessante que o texto anterior a este fala, exatamente, do encontro de Deus com Abraão e da aliança estabelecida por Deus com ele sobre a sua descendência. Deus lhe falara, deu-lhe uma visão completa até mesmo quanto aos sofrimentos pelos quais haveria de passar a sua posteridade, durante quatrocentos anos. Enfim, justamente quando Deus lhe falara, de forma clara e objetiva, sobre tudo quanto haveria de suceder-lhe... Logo depois, foi Abraão convencido por Sara de que a única forma para eles alcançarem seus objetivos (que eram o mesmos de Deus – como ele fora informado) seria fazendo uso de um atalho humano, um jeito mais fácil e mais rápido de se obter os resultados pretendidos; mesmo que estes já estivessem determinados previamente por Deus. Aqui temos um exemplo do fracasso dos métodos humanos quando eles não se coadunam com os princípios bíblicos.
A mesma pessoa que até então fora importante (na ótica de Sara) para se alcançar a solução de um problema “insolúvel”, de repente passava a ser descartada por se constituir em uma ameaça à paz e à harmonia familiar. Agar, sem mesmo querer, constituíra-se numa personificação constante do desprezo, afronta e humilhação para Sara.
É sempre assim, a felicidade alheia provoca ressentimento e amargura para alguns. Assim, a alegria de Agar proporcionava um sentimento de inveja, amargura e humilhação em Sara; ainda que a outra não lhe dissesse nada. Apenas a sua presença feliz já era o suficiente para provocar todo o tipo de constrangimento e contrariedade na outra. Além disso, provavelmente, Sara estava remoendo um sentimento de arrependimento tardio. Talvez já começasse a pensar na tremenda mancada que dera com aquela fatídica sugestão. Ela mesma havia sugerido e aprovado a ruptura dos laços conjugais, entregando seu marido “de bandeja” para outra mulher; exposto sua intimidade conjugal. Ela que planejara apenas ter uma barriga de aluguel, constituíra e alojara dentro de sua própria casa uma concorrente fértil, jovial, e, quem sabe, mais atraente para seu marido. Qual a lição que poderíamos tirar desse episódio? Quantas vezes ouvimos história de jovens casais que agem imprudentemente expondo-se às tentações uns aos outros, por motivos os mais variados e banais!
domingo, 13 de julho de 2008
Deus Que Conforta
Deus continua falando e confortando o Seu povo. Acompanhe comigo o encontro de Jesus, o Deus da vida, com uma caravana da morte: Lc 7.14.
O texto nos conta a história de um milagre realizado por Jesus. Os que presenciaram tal fato ficaram estupefatos, e, unânimes, glorificaram a Deus pelo ocorrido. Entretanto, milhões de pessoas já experimentaram milagres semelhantes a este, e todos os dias Deus está efetuando a obra de ressurreição de mortos. A Bíblia diz que Ele, o Senhor, é quem nos deu vida, nos tirou e nos libertou de entres os mortos: Ef 2.1-10. E mais à frente Paulo lança um desafio aos efésios que se achavam como que num estado de letargia mental e espiritual: Ef 5.14-21.
A maioria dos crentes hoje em dia está vivendo como se o viver cristão se constituísse na busca de bênçãos materiais, riquezas e prosperidade. Por outro lado, há aqueles que acham que a Igreja de Jesus só é importante e relevante nos momentos de dificuldades e aflições. Cabe a nós alertarmos aos crentes acomodados e aos não crentes, que só procuram a igreja na aflição, que ser crente envolve o sofrimento, perseguição; mas, com os sofrimentos vem também a consolação do amor de Deus por nós.
Deus o Espírito Santo foi concedido à Igreja com um propósito específico: a fim de sermos testemunhas. No livro de Atos vemos a igreja crescendo explosivamente na comunhão, na perseverança, etc. Mas, enquanto não veio a perseguição sobre o povo de Deus (At 8), a igreja não se deu conta de sua missão no mundo, qual seja a de fazer discípulos. Vindo a perseguição, os crentes foram obrigados a sair de sua comodidade pelo mundo a fora, pregando e testemunhando de Cristo Jesus.
A igreja de Cristo não pode se acomodar no seu status quo, não pode se contentar em buscar os seus próprios interesses, sua própria realização; não pode apenas contentar-se com o bem estar pessoal de seus filiados, com a prosperidade material daqueles que são seus.
Infelizmente, a maioria das pessoas que se dizem cristãs está vivendo acomodada pelo simples fato de um dia ter experimentado uma grande emoção ou sentimento de arrependimento e fé... Mas, durante a semana vive a sua vida "normal" como qualquer incrédulo, sem ler e refletir na Palavra de Deus, sem oração e sem relacionar suas decisões e atitudes com os ensinos bíblicos. Contentando-se com com um tipo de reza, ou uma oração formal na hora das refeições e quando vão dormir. Isso não significa vida cristã real, é vida religiosa apenas. Daí o fato de tantos ficarem sendo levados pelos ventos de doutrina que surgem a cada dia; pelos enganos de doutrinas triunfalistas e superficial sobre o que seja de fato a vida abundante.
O texto nos conta a história de um milagre realizado por Jesus. Os que presenciaram tal fato ficaram estupefatos, e, unânimes, glorificaram a Deus pelo ocorrido. Entretanto, milhões de pessoas já experimentaram milagres semelhantes a este, e todos os dias Deus está efetuando a obra de ressurreição de mortos. A Bíblia diz que Ele, o Senhor, é quem nos deu vida, nos tirou e nos libertou de entres os mortos: Ef 2.1-10. E mais à frente Paulo lança um desafio aos efésios que se achavam como que num estado de letargia mental e espiritual: Ef 5.14-21.
A maioria dos crentes hoje em dia está vivendo como se o viver cristão se constituísse na busca de bênçãos materiais, riquezas e prosperidade. Por outro lado, há aqueles que acham que a Igreja de Jesus só é importante e relevante nos momentos de dificuldades e aflições. Cabe a nós alertarmos aos crentes acomodados e aos não crentes, que só procuram a igreja na aflição, que ser crente envolve o sofrimento, perseguição; mas, com os sofrimentos vem também a consolação do amor de Deus por nós.
Deus o Espírito Santo foi concedido à Igreja com um propósito específico: a fim de sermos testemunhas. No livro de Atos vemos a igreja crescendo explosivamente na comunhão, na perseverança, etc. Mas, enquanto não veio a perseguição sobre o povo de Deus (At 8), a igreja não se deu conta de sua missão no mundo, qual seja a de fazer discípulos. Vindo a perseguição, os crentes foram obrigados a sair de sua comodidade pelo mundo a fora, pregando e testemunhando de Cristo Jesus.
A igreja de Cristo não pode se acomodar no seu status quo, não pode se contentar em buscar os seus próprios interesses, sua própria realização; não pode apenas contentar-se com o bem estar pessoal de seus filiados, com a prosperidade material daqueles que são seus.
Infelizmente, a maioria das pessoas que se dizem cristãs está vivendo acomodada pelo simples fato de um dia ter experimentado uma grande emoção ou sentimento de arrependimento e fé... Mas, durante a semana vive a sua vida "normal" como qualquer incrédulo, sem ler e refletir na Palavra de Deus, sem oração e sem relacionar suas decisões e atitudes com os ensinos bíblicos. Contentando-se com com um tipo de reza, ou uma oração formal na hora das refeições e quando vão dormir. Isso não significa vida cristã real, é vida religiosa apenas. Daí o fato de tantos ficarem sendo levados pelos ventos de doutrina que surgem a cada dia; pelos enganos de doutrinas triunfalistas e superficial sobre o que seja de fato a vida abundante.
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