quarta-feira, 4 de maio de 2011

AOS COMPANHEIROS DE TRIBULAÇÃO

Aquietai-vos e sabei que Deus é Deus! – diz-nos o Senhor no Salmo 46.19. Ou seja, Ele é a nossa salvação, a resposta que mais necessitamos. Ele é, e não “foi”, ou “será”. Ele é! Portanto, aquietemo-nos em oração. Este conselho do salmista não é algo simplesmente para ser assimilado pelo entendimento teológico, religioso, doutrinário. É algo para ser posto em prática, experimentalmente, no dia a dia.

Quando entregamo-nos completamente ao Senhor, consagrando a Ele o que lhe é devido, há paz em nosso coração. Deus promete, Deus cumpre. Você quer viver em paz consigo mesmo, com seus semelhantes, sua família e com Deus? Que tal começar hoje a observar estes princípios? Você já consagrou sua vida ao Senhor?

Na introdução do Livro do Apocalipse, João nos informa sobre sua situação de isolamento e de sua apresentação da palavra profética do Senhor: Ap 1.9-20. No v.9, João diz que se encontrava ilhado; impossibilitado de ter comunhão mais íntima com seus leitores. Porém, sentia-se sustentado e consolado por alguns motivos especiais:

_ “Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (Ap 1.9). Ele sentia-se confortado pela certeza de que tinha amigos e companheiros de jornada, os quais, certamente, estariam unidos com ele em oração: “Eu, João, irmão vosso...” (v.9 a).

João sentia-se fortalecido em saber que não estava só em sua firmeza de fé. Ele tinha irmãos em Cristo Jesus... Eles compartilhavam da mesma esperança, tinham o mesmo Salvador. Assim como Deus havia informado a Elias que ele não estava só em sua fé: “Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou” (1 Rs 19.18).

Elias precisava saber que não estava só em sua fé. Ele tinha companheiros de jornada para o céu, e não sabia. João, ao contrário, era fortalecido com essa certeza. E, mais que isso, sentia-se animado em poder compartilhar com eles através de uma carta.
Você já pensou em fazer uso de seu tempo ocioso, e talvez até tedioso, para glorificar a Deus e abençoar alguém transmitindo-lhe palavras de esperança em Cristo Jesus? Ou, quem sabe, como João, refletir e considerar o que Deus está lhe falando através do silêncio e solidão?!

Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

‘VOU ORAR POR VOCÊ’

Como dizer isto – e realmente orar – da forma como você gostaria.

Sentei-me à mesa, de frente para minha amiga Susan, olhando no fundo de seus olhos repletos de profunda tristeza e fiquei pensando em como eu poderia ajudá-la. Sua situação era algo fora do meu alcance: ela havia sofrido inesperadas críticas por parte de antigos amigos que freqüentavam a congregação que seu marido pastoreava. Eu não tinha palavras para consertar os erros dos outros e nem para diminuir a dor no coração dela.

“Sinto muito”, tentei dizer simplesmente. Susan me olhou e pediu que eu orasse por ela. Sem poder oferecer nada mais, prometi me unir a ela no seu projeto de tornar as segundas-feiras o dia de jejum e oração por ela e sua igreja. Mas, após sair do nosso encontro e voltar à minha rotina maluca, será que eu realmente poderia manter minha promessa?

Entrando no interior…

Muitas vezes, quando encontro alguém com uma necessidade iminente, ofereço a rápida frase “Você está nas minhas orações” sem mesmo pensar se vou manter minha palavra.
Orar realmente consistiria em falar com Deus sobre a situação durante o meu dia ocupado, sem que seja apenas cumprir mais um item de minha lista de tarefas. Mas a responsabilidade de orar por outras pessoas merece séria atenção, como indicam os inúmeros exemplos bíblicos.
Moisés falava com Deus regularmente da parte dos israelitas, por causa de seu pecado.[1] Ester pediu que seu povo jejuasse três dias antes que ela enfrentasse o rei.[2] Paulo pediu aos membros da igreja primitiva que orassem por seu ministério.[3] E Jesus passou a maior parte de seu longo tempo de oração intercedendo apaixonadamente por nós.[4]

Intercessão vem das palavras latinas inter (entre) e cedere (ir) – ou seja, uma intervenção ou mediação entre duas partes com o objetivo de reconciliar as diferenças. A chave para a intervenção espiritual é a oração. No livro Tudo para ele, Oswald Chambers chama a oração intercessória de “o ministério do interior” e “o real trabalho de sua vida como alma que já foi salva”. Portanto, precisamos ir além de nossas boas intenções e fazer com que a intercessão seja parte vital de nossa vida na comunidade cristã.

Levantando-se na brecha

Deus nos convida a participar de seu cuidado com seus filhos, mas temos de nos aproximar dEle por parte dos outros. Durante a vida do profeta Ezequiel, Deus ansiava por mostrar misericórdia a seu povo através de um intercessor: “Procurei entre eles um homem que erguesse um muro e se pusesse na brecha diante de mim e em favor desta terra, para que eu não a destruísse...”[5] Minha amiga descreve este tipo de oração na brecha como “estender a mão acolhedora para um amigo machucado enquanto seguro minha outra mão na mão firme de Deus. Você faz uma conexão vital”.

Apesar de minhas orações alcançarem Deus, sem levar em conta seu tamanho ou eloquência,[6] elas precisam ir além de simples conversas ou discursos de minha parte, para que sejam conexões a tantos que precisam.
Há algumas semanas, uma amiga perdeu a mãe. Uma mulher grávida que frequenta meu grupo de estudo bíblico foi abandonada pelo marido. E na semana passada, o marido de outra amiga apontou uma arma para ela. Para estas necessidades, minhas orações parecem ser apenas comparáveis a uma situação onde a casa de meus vizinhos está em chamas e chego com uma garrafa de água para ajudar. Não dou o devido valor à necessidade por não responder ao real significado do problema.

Deus criou a intercessão primeiramente para que pudéssemos responder ao grande problema com uma solução suficiente. Por reconhecer que as chamas de nossa natureza pecadora nos consumiam, ele enviou Jesus, Deus encarnado. Cristo nos ofereceu uma conexão vital: uma de suas mãos estendida a nós e a outra segurando firmemente nossa salvação. Ele não nos deu uma garrafa de água: Ele abriu os portais de rios de água viva. E Sua intercessão por nós continua: “… Cristo Jesus que morreu, e mais; que ressuscitou e está a direita de Deus, e também intercede por nós”.[7]

Posicionados com um objetivo

Sei que as orações intercessórias de Cristo são eficientes, mas me questiono se as minhas farão alguma diferença. A Bíblia está repleta de exemplos de situações assim e de orações intercessórias transformadoras. Os amigos de Jó obtiveram perdão de Deus depois que Jó orou por eles.[8] Lázaro ressuscitou da morte quando Jesus pediu aos céus.[9] E as portas da prisão se abriram depois que Paulo e Silas louvaram e oraram.[10]

Ainda assim, todos nós já sentimos muitas vezes que nossas orações foram em vão. Nosso ente querido faleceu, o conflito nunca foi resolvido, a enfermidade permaneceu. Clamei a Deus repetidamente para restaurar a saúde de minha amiga Kate que vive com câncer no pâncreas há quatro anos. Apesar de ter se sentido quase “normal” nos últimos meses, esta semana me telefonou para dizer que os médicos lhe contaram que seu oásis de saúde está secando. Enquanto chorava com ela, muitas questões internas surgiram: Será que preciso orar com mais força? Será que Deus está ouvindo? Qual o objetivo das minhas orações?

A tortuosa jornada da enfermidade era familiar para C.S. Lewis, já que sua esposa Joy sofreu com um câncer, conforme relatado no filme Terra das sombras, baseado na relação do casal. Em resposta a este casamento de alegria e dor, a personagem de Lewis comenta: “Oro porque não posso evitar: a necessidade flui em mim. Não muda Deus, mas me transforma.”
Talvez o objetivo da oração seja mais um posicionamento do que uma petição. A oração me move, deixo de ser o centro para que Deus e os outros sejam o centro. Tenho orado diariamente por Kate, e passei a enxergar minhas prioridades e meus conflitos relacionais através das lentes de seu câncer. Agora sou grata por estar fisicamente capacitada a ter uma agenda de compromissos em vez de me sentir sufocada com o estresse diário. Procuro refletir a Graça de Deus aos desconhecidos e sua paciência em relação a meus amados. A intercessão me libertou de ficar absorvida em mim mesma,[11] e me libertou de minha tristeza para que eu pudesse me engajar no ministério.

Faça parte desta experiência

Seguir o exemplo do ministério de Jesus tem um preço. A intercessão que ele fez em nosso favor, posicionando-se entre nós e nossas necessidades, foi algo que consumiu sua própria vida. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá sua vida pelos seus amigos”, proclamou Jesus ([12]). E, apesar de nossa oração intercessória não ser comparada à oração dele, ela requer sacrifício, que neguemos a nós mesmos, que mudemos nossos hábitos e doemos nosso tempo para levar diante de Deus as necessidades dos outros.

Quando optei por separar as segundas-feiras para orar e jejuar pelas questões de Susan e por sua igreja, não tinha idéia do que estava por vir. Gosto de fazer pelo menos três refeições ao dia. Mas, quando saí de minha zona de conforto, mudei meus compromissos das segundas-feiras e aceitei o desconforto da fome ao me ajoelhar diante de Deus em oração, me descobri inserida no meio da crise de Susan, chorando suas perdas, vivendo sua sensação de impotência, sentindo a dor de suas feridas profundas de decepção e traição. No entanto, este envolvimento com a vida de Susan através da intercessão, apesar de sacrificial, trouxe também um bônus: tornei-me intimamente conectada com Deus. Enquanto estendia uma de minhas mãos para Susan, estendia a outra mão para que Deus nos fortalecesse. E testemunhei a atuação de Deus no meio da crise: Vi sua preocupação, senti sua presença e acreditei em seus propósitos.

Também descobri a motivação para a questão sacrificial, arriscada e muitas vezes exaustiva da intercessão: o amor de Deus.[13] Philip Yancey, em seu livro Oração: ela faz alguma diferença?, explica o efeito do amor: “Quando oro por outra pessoa, estou orando para que Deus abra meus olhos para que eu veja aquela pessoa como Deus a vê e então entrar no canal amoroso que Deus já direciona para aquela pessoa. Algo acontece quando oro por outros desta maneira. Levá-los à presença de Deus transforma minhas atitudes em relação a eles e afeta profundamente nosso relacionamento.”

Aprender a amar uns aos outros da maneira que Deus nos ama nos leva a fazer coisas que nunca havíamos considerado. Quando não temos habilidade, nosso coração se enche de bondade. Somos cheios de compaixão quando gostaríamos de ficar omissos. Somos libertos de nossas agendas lotadas quando percebemos que um amigo, ou até um inimigo, precisa de nossa intercessão. E se tememos não ter amor suficiente para esta tarefa, podemos clamar ao Autor do amor para derramar sobre nós amor direto de seu coração para o nosso, conforme nos abrimos para este apaixonante ministério de nos levantarmos em oração na brecha.

Michele Cushatt [14]



[1] Números 21:7
[2] Ester 4:15-16
[3] Efésios 6:19-20
[4] João 17
[5] Ezequiel 22:30
[6] Mateus 7:7-12; Apocalipse 5:8
[7] Romanos 8:34
[8] Jó 42:8-10
[9] João 11:41-42
[10] Atos 16:25-26
[11] Gálatas 6:2; Mateus 5:44-45
[12] João 15:13
[13] Romanos 8:34, 9:1
[14] Michele Cushatt é professora bíblica, escritora e conferencista. Mora com sua família no Colorado, Estados Unidos.

EU ERA FELIZ E NÃO SABIA

"E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado" (Mateus 23:12).

Conta-se a história de um relógio que sentia-se insatisfeito por viver escondido na bolsa de sua senhora. Ele invejava o Big Ben, o grande relógio na torre de Londres. Um dia,enquanto passava sobre a Ponte de Westminster com sua senhora, ouviu-se o pequeno relógio dizer: "eu gostaria de estar lá em cima. Eu poderia, dessa forma, servir a uma multidão". "Você terá sua oportunidade, pequeno relógio", disse uma voz. Como em um passe de mágica, o relógio foi parar, elegantemente, no topo da torre. Quando ele alcançou o topo, sua senhora falou: "Onde está você, pequeno relógio?Eu não posso vê-lo". E nenhuma outra pessoa podia ver orelógio. Sua elevação causou sua destruição.

Como nos faz mal a soberba! Queremos ser sempre maiores e ocupar lugares de destaque para que todos nos admirem e aplaudam. Queremos ser os melhores, queremos estar nos lugares mais elevados, queremos ser distinguidos entre todos os demais. Achamo-nos superiores e não aceitamos o fato de estarmos em um lugar menos honroso, mesmo que sejamos felizes ali.

A nossa altivez nos conduz pelo caminho do inconformismo e até a alegria desaparece, dando lugar a lamentos e murmurações.Há um dito popular muito verdadeiro: "Eu era feliz e não sabia".

Quantas vezes já repetimos isso em nosso íntimo?Quantas vezes já reconhecemos que todo o nosso empenho e ansiedade foram inúteis? Quantas vezes deixamos o refrigério do pouco para experimentar a inquietude do muito?Podemos nós almejar um lugar melhor, um cargo superior, um sonho mais audacioso? É claro que sim. Mas que tudo aconteça na hora certa, por uma humilde determinação, pela maravilhosa bênção de nosso Deus. É melhor ser exaltado por uma atitude humilde do que ser humilhado por uma atitude arrogante e prepotente. É melhor sentar na última cadeira e ser convidado a vir para a primeira do que sentar na primeira cadeira e ser convidado a ir para a última.É muito melhor ser pequeno e guardado no coração do Senhor do que estar no topo, longe do Senhor, perdido e ignorado.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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terça-feira, 3 de maio de 2011

TEMOS O PAI CONOSCO

Não precisamos temer, ainda que os “montes” de problemas nos lancem para o meio do mar da vida. Podemos ter a certeza (não apenas a certeza intelectual, mas uma certeza forjada e respaldada na própria experiência e vivência com Deus) de que, ainda que haja tremores de todos os lados, e em todos os nossos relacionamentos; ainda que falte-nos as coisas que reputamos como essenciais para a nossa sobrevivência física, temos o Pai conosco.

Ainda que estejamos enfrentando perigo de morte, ou mesmo que a morte se nos avizinhe, projetando em nós sua tenebrosa e assustadora sombra, como escreveu o salmista Davi (Sl 23), ainda assim, temos esse conforto inaudito e sublime da companhia do Altíssimo. Esse é, no meu entendimento, o refúgio e fortaleza ao qual precisamos nos dirigir. Creio que aí se encontra a grande necessidade e importância da oração. Não há como sentir o efeito, ação poderosa e sustentadora de Deus, sem que nos voltemos para Ele. E isso só é possível através da oração e da reflexão na Palavra de Deus.

A oração é o meio que Deus estabeleceu para termos acesso a Ele. Não que Ele esteja limitado em Suas ações às nossas orações. Deus não se limita em Seu poder soberano. Ele nos protege e nos guia, mesmo quando não oramos. Porém, a oração nos proporciona senti-Lo. É como a criança que, aconchegada nos braços do pai, bem junto ao seu coração, pode até sentir o bater do coração do pai. Quando oramos, em momentos de angústia e decepção, sentimo-nos como que junto do coração do Pai. Sentimos o pulsar do Seu grande amor envolvendo a nossa alma, enxugando, carinhosamente, os nossos olhos. Trazendo alívio e conforto ao nosso coração.

_ “O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Vinde, contemplai as obras do SENHOR, que assolações efetuou na terra. Ele põe termo à guerra até aos confins do mundo, quebra o arco e despedaça a lança; queima os carros no fogo. Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra” (Sl 46.7-10)
Precisamos ter esta confiança para orarmos ao nosso Pai. Sabendo que esse Deus grandioso quer que nos acheguemos a Ele na condição de filhos queridos e amigos. Portanto, ainda que... aquietemo-nos em oração, a fim de nos abrigar no esconderijo do Altíssimo. Amém.

Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

MALAQUIAS 3:3

'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'

Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e à natureza de Deus. Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico.

Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assisti-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo. Ela foi assisti-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar. Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que se segure a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.

A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...' Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a prata estava sendo refinada. Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas.

Se a prata ficasse um minuto a mais no fogo, seria destruída. A mulher ficou em silêncio por um momento. Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?' Ele sorriu e disse: 'Ah, isso é fácil... É quando eu vejo minha imagem nela.' Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de você até que Ele veja Sua imagem em você.

Se puder, passe essa mensagem adiante. Provavelmente, existe alguém que precisa saber que Deus está cuidando dele. E, seja o que for que estiverem passando, eles sairão 'refinados' no final. Grande abraço!

Simone Carvalho