quinta-feira, 13 de setembro de 2012

INVESTIMENTO VALIOSO

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante
do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão
da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para
discernir os pensamentos e intenções do coração" (Hebreus
4:12).


Andrew Young, antigo embaixador americano para as Nações
Unidas, persuadiu os formandos da Universidade de Maryland a
adquirir uma Bíblia e ler um capítulo por dia. "Não trará
danos a vocês", disse ele no início de seu discurso, "e lhes
dará mais iluminação e propósito na vida". É melhor investir
15 dólares em uma Bíblia, agora, do que 25 dólares por hora
em um psiquiatra, mais tarde."


Quando investimos nas coisas celestiais, estamos acumulando
um tesouro que valerá mais do que todo o ouro e prata do
mundo. Quando buscamos, na Palavra de Deus, uma forma de
viver abundantemente, não desperdiçamos nosso tempo, não
corremos o risco de nos arrepender lá adiante, não colhemos
frustrações e decepções, e jamais diremos: "Foi tudo em
vão".


Quando investimos somente em sucesso e fama; em poder e
riquezas; em rancor e ressentimento; em avareza e
mesquinharia; em mentiras e hipocrisia; não recebemos as
bênçãos do Senhor, não alcançamos as vitórias almejadas, não
encontramos a verdadeira felicidade, não temos vida e só
temos um pensamento: "De que adiantou?"


A Bíblia nos ensina a amar e a viver o amor de Deus. Ela nos
motiva a crer e esperar sempre pela vitória. Ela nos faz
perseverar, confiar sempre e não desistir jamais. Ela nos
enche de fé para aguardar, com grande gozo, o cumprimento
das promessas do Senhor.


Em que você está investindo o seu tempo? Quando investimos
no Senhor, tudo o mais poderá ser alcançado, não por nossa
força, mas, através do poder e das bênçãos de nosso Deus.
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

terça-feira, 11 de setembro de 2012

QUANDO VEMOS A GLÓRIA DE DEUS

Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais indignos e  miseráveis nos vemos. Basta observarmos os exemplos dos homens santos de Deus de todos os tempos:

n Quando  Moisés ouviu as palavras do Senhor (Êx 3.6) –   sentiu-se miseravelmente esmagado em  sua debilidade e insuficiência.
n Jó, no auge de seu sofrimento, tanto físico quanto emocional, reagiu com auto-comiseração e orgulho de sua própria justiça:  27.6; 32.1-2; 33.9-10; 34.5-6. Deus, então,  interveio para falar-lhe (Jó,38.2-40.1).
_  “Então, Jó respondeu ao Senhor e disse:  Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. Uma vez falei e não replicarei, aliás, duas vezes, porém não prosseguirei” (Jó 40.3-5).

Ou seja, quando Jó buscou a face do Senhor, com reverência e respeito, lamentando apenas pelos seus próprios pecados, e não pelo sofrimento, Deus manifestou a Sua glória e poder.  E quando Deus falou, além de sentir-se indigno de abrir a boca diante da majestade da presença divina.

n Isaías disse: “No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo... Então disse eu: Ai de mim! Pois  estou perdido; porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio  dum povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos!” (Is 6.1,5).
n Jeremias disse: “Ah, Senhor Deus! Eis que não  sei falar; porque sou um menino” (Jr 1.6).
n Paulo chorou diante do conhecimento da abrangência da lei de Deus – Rm 3.20; 7.9-10.  Esse sentimento, quando revela a nossa compreensão da Lei de Deus, traz a convicção do pecado e o peso de consciência. É interessante que não encontramos nenhuma lamentação de Paulo por causa de seus sofrimentos físicos e emocionais; mas ele demonstra profundo pesar em face  de sua luta íntima  com o  pecado. Não apenas pelo senso de culpa; mas, também,  pela sensibilidade do pecado presente  e atuante em sua vida. Isso provocava-lhe um tremendo conflito íntimo – Rm 7.15-24. O que nos faz sentir assim? É o temor de Deus numa consciência sensível e quebrantada pelo poder de Deus. Quando percebemos a glória de Deus, ficamos profundamente impactados, com temor e tremor...


Quanto mais nos aproximamos de Deus, da Sua majestade divina, mais percebemos o quão miseráveis e indignos somos. Quando vemos a glória de Deus, através de Cristo Jesus, somos confrontados conosco mesmos. E a constatação de nossa situação de indignos pecadores nos conduzirá, inevitavelmente, à humildade. Ao contrário do reconhecimento do apóstolo Paulo, a Igreja de Laodicéia não reconhecia seu triste estado de pecado: “Pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap 3.17).  Era uma igreja infeliz, e não sabia! Porém, triste mesmo, é alguém chegar a eternidade, e, tarde demais, ser  confrontado com o Senhor Jesus a dizer-lhe: “Fostes infeliz,  miserável, pobre, cego e nu, e não sabias!” Só os incrédulos “laudicenses” se orgulham do que pensam ter. Isto porque o Senhor está do lado de fora de  suas vidas...  
O salmista disse: “Os meus dias estão nas tuas mãos” (Sl 31.15 a). Podemos dizer o mesmo?

 Pr. Vanderlei Faria

NÃO É A ARITMÉTICA, NEM A GEOMETRIA, NEM A LÓGICA

"Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos
outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode
muito em seus efeitos" (Tiago 5:16).


"Não é a aritmética de nossas orações - quantas elas são;
nem a retórica de nossas orações - quão eloquentes elas são;
nem a geometria de nossas orações - quão longas elas são;
nem a música de nossas orações - quão doce nossa voz pode
ser; nem a lógica de nossas orações - quão argumentativas
elas podem ser; nem o método de nossas orações - quão
ordenadas elas podem ser, que Deus leva em consideração. O
que mais importa é o fervor espiritual" (William Lee).


Até que ponto cremos, realmente, que o Senhor vai atender às
nossas orações? São elas enfeitadas com floreios e palavras
bonitas, para que os outros percebam que temos um domínio
perfeito de nosso idioma ou as fazemos exclusivamente para
que o nosso Deus as ouça?


Muitas vezes julgamos que o "muito pedir" determinará a
resposta rápida e positiva do Senhor, porém, se a nossa fé
for autêntica, se o nosso falar for sincero, se o nosso
coração for fervoroso e crer verdadeiramente que o Deus Todo
Poderoso tem a bênção de que tanto necessitamos, então
seremos atendidos, na hora determinada pelo Senhor e da
maneira que melhor Lhe aprouver.


O segredo de toda oração não é a repetição, nem a beleza das
expressões aplicadas, nem a citação de versículos para
justificá-la, nem a duração de cada uma, nem se a fazemos em
casa, na congregação ou no alto do monte, mas, a fé com que
falamos com o Pai.


Quando nos dirigimos a Deus com confiança, podemos estar
sentados, em pé ou de joelhos, que não fará diferença. A
atitude que Deus quer ver em nós é a de obediência,
submissão, fervor, fé. Se fizermos assim, Ele nos ouvirá...
e nos atenderá!


Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

domingo, 9 de setembro de 2012

O SOFRIMENTO NOS TORNA MAIS SENSÍVEIS À VOZ DE DEUS


Ezequias reconheceu a soberania de Deus através de seu cântico de gratidão e adoração a Deus (Is 38.9-22). Especialmente nos versos a seguir, Ezequias confia inteiramente na provisão do Senhor para a sua vida:  “Que direi? Como prometeu, assim me fez; passarei tranqüilamente por todos os meus anos, depois desta amargura da minha alma.  Senhor, por estas disposições tuas vivem os homens, e inteiramente delas depende o meu espírito; portanto, restaura-me a saúde e faze-me viver.  Eis que foi para minha paz que tive eu grande amargura; tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção, porque lançaste para trás de ti todos os meus pecados” (Is 38:15-17).

Parece estranho o que Ezequias diz: “Eis que foi para minha paz que tive eu grande amargura”,  porém, ele está apenas confirmando o que a Bíblia diz em vários lugares. Em Fl 1.29, Paulo assim nos diz: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente  de crerdes nele”.

Na verdade, os textos nos mostram que: primeiro,  o próprio sofrimento é fruto da graça de Deus: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo. Segundo, o sofrimento também pode ser um meio pelo qual Deus queira produzir fruto de justiça em nós. Ou seja, “produz fruto de  pacífico  aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça”. Este é o ensino correto das Escrituras. Ensino não só esclarecedor no sentido doutrinário, mas, principalmente, o ensino confortador de Deus para nós. Levando-nos ao entendimento de que todas as coisas que nos acontecem estão sob o controle, direção e vontade de nosso Pai. E que tudo visa um bem maior: “a fim de sermos participantes da sua santidade”.
Deus estimula Seu povo a esperar que Ele mesmo complete a revelação  dos Seus propósitos. Até  que tenhamos a visão completa, devemos aguardar e perseverar crendo e orando. Em At 1.4, o Senhor Jesus recomendou aos Seus discípulos que aguardassem em Jerusalém a manifestação do Espírito Santo:

_ “E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual, disse ele, de mim ouvistes”.
Eles deveriam  obedecer ao Senhor, esperando e orando... Orando, para quê? Isto mostra que  orar não é só pedir, mas, principalmente, estar em comunhão plena com o Senhor. É ter acesso  ao trono da graça.

Pr. Vanderlei Faria


MUDANÇA TOTAL

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as
coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2
Coríntios 5:17).


Dr. Grenfell, de Labrador, contou sobre seu chamado para
atender a um homem muito doente, em um barco pesqueiro,
longe da costa. Quando deixava a cabine, passou por outro
homem doente que gritou para ele: "O senhor se esqueceu de
mim, doutor? Eu sou aquele homem que, há dois anos atrás,
converteu-se, abrindo o coração para Jesus". "Bem", disse
Grenfell, "que diferença aquilo fez em sua vida?" "Pergunte
ao capitão", ele respondeu. Ah, amigos, este é o grande
teste. Podem as pessoas testemunhar sobre a diferença que a
conversão fez em sua vida? (Leonard Trap)


O que é uma conversão? Uma simples mudança de religião? Uma
mudança de denominação? Uma troca de igrejas? Não! Conversão
é mudança de vida, de comportamento, de atitudes, de valores
espirituais. Um verdadeiro convertido é aquele que pode
dizer, com testemunho de outros: "Eu era daquele jeito e
agora sou diferente".


Se eu digo que me converti a Cristo e continuo vivendo de
maneira mundana, na realidade, não houve conversão alguma em
minha vida. Se eu digo que Cristo entrou em meu coração e
continuo mentindo, agindo com hipocrisia e dissimulação,
engano a mim mesmo e não ao Deus que tudo sabe e tudo vê.


O verdadeiro cristão, que deixou para trás a velha natureza
pecaminosa, não tem prazer no erro. Pelo contrário,
deleita-se em agradar ao Senhor, em louvar ao Seu santo
nome, em mostrar as maravilhas que Deus começou a operar
desde que se converteu. Ele é uma bênção e todos são
abençoados através de sua vida.


Se você se converteu, é preciso que as pessoas comprovem que
houve uma mudança total em sua vida. E se Cristo é, de
verdade, a razão de seu viver, você está seguindo, sem
dúvidas, o caminho da felicidade.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado