quinta-feira, 21 de agosto de 2014

OLHANDO PARA JESUS


Hb 12.1-6

 
“Olhando firmemente para Jesus”.
 
Mas, como fazê-lo?  O autor nos convida a vivermos sob a perspectiva divina, e  nos desafia a um comprometimento ético e espiritual, confiando na soberania de Deus. Ele compara nossa vida  cristã a uma maratona esportiva, uma corrida. E ele nos faz pensar em algumas lições  importantes e fundamentais; as quais, na verdade, refletem de forma clara, as doutrinas fundamentais da fé cristã:  “Portanto, nós também, pois estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas...”
Primeiramente, consideremos a quem se destina este encorajamento:  “Portanto, também nós...” (Hb 12.1a)
 

Para entendermos esta expressão precisamos considerar o contexto. De quem falava o autor, e quais as circunstâncias em que viviam?

Se voltarmos ao final do capítulo 10, vamos perceber a quem se referia o autor, e a quem se aplica a mensagem: Hb 10:19-39.

 

Portanto, o desafio e encorajamento se destinava, primeiramente, aos irmãos sofridos, escravizados e espoliados no tempo dos apóstolos. E, claro, se aplica a todos os cristãos que sofrem perseguições e maus tratos em todos os tempos. Como vimos, o autor procurava despertar o ânimo daqueles servos de Deus a fim de que perseverassem e se ajudassem mutuamente na caminhada cristã, vivendo acima das circunstâncias.

 

No capítulo 11 o autor procura  encorajar seus leitores a perseverarem firmes na fé cristã através de exemplos práticos do Antigo Testamento, continuando no capítulo 12.

 

Dessa forma, podemos entender que a mensagem encorajadora do Espírito Santo nesse texto se aplica a todos os salvos por Cristo Jesus, os quais fazem parte dessa grande família de redimidos pelo sangue de Jesus:  “Portanto, nós também...” somos, pela graça de Cristo, parte dessa comunidade dos remidos, a Igreja invisível de Cristo Jesus! Porém, antes de prosseguir, é importante que nos reavaliemos: Fazemos parte desse “nós também”? Se não, precisamos buscar a Deus, através de Jesus Cristo,  com urgência e determinação: Hb 10.32-39.

 

Vanderlei Faria

pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

 

ONDE ESTÁ SUA MOBÍLIA?


"Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu;
como, todavia, não sois do mundo..." (João 15:19).


Um turista americano, ao visitar o renomado rabino polonês,
Hofetz Chaim, ficou surpreso ao constatar que a casa do
rabino tinha apenas uma cama, uma mesa e alguns livros. O
turista perguntou: "Rabino, onde está sua mobília?" Hofetz
Chaim respondeu: "Onde está a sua?" O perplexo Americano
perguntou: "A minha? Eu sou somente um visitante aqui. Eu
estou apenas de passagem". O rabino respondeu: "Eu também."


Esta é uma grande verdade! Todos nós, cristãos, estamos
nessa terra como peregrinos a caminho da glória eterna. Aqui
não é o nosso lar. Não somos cidadãos do mundo e sim dos
Céus. Estamos de passagem e tudo o que temos aqui terá
duração curta. Na glória celestial, está o nosso verdadeiro
lar, glorioso, abençoado, eterno.


E se a nossa estadia na terra é por pouco tempo, por que
tanto anseio por riquezas? Por que tanto desejo de
prosperidade? Por que tanta luta e tanto esforço para ganhar
mais e mais dinheiro? Tudo ficará aqui. Quando nos
apresentarmos a Deus, nada levaremos!


A nossa mobília aqui neste mundo deve ser pequena.
Precisamos ter em nosso quarto um pouco de alegria, para não
viver murmurando sem motivos. Um pouco de paz, para dormir
tranquilamente. Um pouco de amor, para compartilharmos com
todos os que nos visitam e para levar à casa daqueles a quem
visitarmos. Um pouco de fé, para que todos saibam que nem as
lutas, nem as dificuldades financeiras, nem os problemas
gerais que venhamos a enfrentar, serão capazes de nos fazer
esquecer das promessas do Senhor.


Se tivermos esse tipo de mobília, nossos dias serão sempre
ensolarados, nossos caminhos serão sempre floridos, nossa
felicidade será verdadeira, aqui e para sempre!


Onde está sua mobília? Aqui no mundo, onde ficará quando
você partir, ou nos Céus, onde permanecerá com você para
sempre?




Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

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VAMOS RASPAR AS "BARBAS"


"eu saí após ele, e o feri, e livrei o cordeiro da sua boca;
levantando-se ele contra mim, agarrei-o pela barba, e o
feri, e o matei" (1 Samuel 17:35).


A última decisão de Alexandre, antes de uma batalha, era que
todos os seus soldados raspassem a barba. ele explicou:
"Nada melhor que uma barba para se agarrar em uma briga."


Precisamos aprender essa lição. Ela é muito útil para a
nossa vida espiritual. Devemos nos livrar das "barbas" que
facilitam a nossa queda e destruição em uma batalha. As
mágoas, os ressentimentos, as vaidades, o egoísmo, a inveja
e tantas coisas semelhantes, apenas impedem o nosso
crescimento espiritual e a nossa comunhão com o Senhor.


Ao nos esvaziarmos dessas "barbas" mundanas e malignas, o
nosso maior inimigo não encontra brecha e nem pontos fracos
para nos derrotar. Pelo contrário, ele se decepciona por não
poder nos pegar em pontos fracos e acaba desistindo,
procurando outros lugares mais propícios para atuar.


Quando estamos revestidos apenas do brilho do Senhor, da
armadura espiritual que ele nos oferece como proteção,
enfrentamos as batalhas sem correr o risco de fracassos. O
Senhor está conosco, Ele é a nossa vitória completa.


Além das citadas acima, é bom raspar também as "barbas" da
impaciência, da murmuração, da desesperança, das mentiras e
muitas outras. Tudo isso deixa nosso semblante espiritual
com um aspecto desagradável que embaça o fulgor da presença
de Cristo em nós.


Você quer ser vitorioso em todas as batalhas? Quer
glorificar o nome de Jesus em todas as circunstâncias? Quer
ser uma bênção por onde andar? Quer ser um cristão autêntico
e fiel? Raspe as barbas do pecado em sua vida e deixe a
beleza de Cristo ser vista em você.


Eu tenho procurado raspar esses tipos de "barba". E você?




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PEQUENAS COISAS FEITAS COM AMOR


"SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu
olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas
maravilhosas demais para mim" (Salmos 131:1).


"Se você almeja fazer grandes coisas, comece fazendo
pequenas coisas com amor."


Quando o pouco que fazemos tem como motivo o amor,
certamente estamos fazendo grandes coisas. Se o que fazemos
com amor é para a glória do nosso Senhor, não poderíamos
almejar coisa melhor. Se nosso caminho é cercado de coisas
que fazemos como oferta de gratidão a Deus, é pavimentado
com alegria e felicidade.


Às vezes sonhamos com grande sucesso, com muita
prosperidade, com acontecimentos que nos darão notoriedade e
projeção. E o que é tudo isso senão a determinação de
agradar ao Senhor e fazer a Sua vontade? Que conquista mais
completa poderíamos buscar além das ricas e maravilhosas
bênçãos do Senhor Jesus? Que vitória maior poderíamos
alcançar que a de sermos contados entre os filhos de Deus e
possuidores de uma morada celestial?


As nossas atitudes, mesmo pequeninas, serão grandiosas para
o nosso Deus se não vierem acompanhadas de interesse
pessoal, de egoísmo e vaidade. Elas precisam glorificar ao
Senhor, engrandecer o Seu nome, proclamar o Seu reino,
exaltar a Sua majestade. Devemos estar felizes por servir a
Deus e isso nos fará crescer na Sua presença. Grande será o
nosso Deus e o que fazemos, por menor que seja, terá um
grande valor.


Queira ser uma pessoa pequena, mas de um grande Deus. Queira
fazer pequenas coisas com amor, para um grande Deus. Queira
receber diariamente a sua bênção, mesmo que seja pequenina,
de seu amado e grande Deus.


Se tudo isso for realidade em sua vida, tenha certeza de que
será uma pessoa imensamente feliz!


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terça-feira, 19 de agosto de 2014

QUANDO ORARDES


_ “E, quando orardes...” (Mt 6.5a).

 
– Quando orardes... –  Esta expressão, portanto, mostra-nos a ênfase de Jesus sobre a importância e necessidade da oração. “Quando”, não no sentido de tempo, propriamente, mas, diz respeito às circunstâncias em que Deus  nos propicia viver a fim de nos induzir à oração. Creio que o Senhor não disse quando como uma possibilidade remota, ou como algo distante do cotidiano. Mas, sim, como orientação para que em quaisquer circunstâncias em que fizessem uso da oração tivessem as orientações quanto ao procedimento adequado para que a oração fosse eficaz, e não se tornasse uma formalidade, ou ritual desprovido de conteúdo espiritual. Mostrando-nos, assim, o Senhor, que precisamos nos desenvolver na prática da oração. Precisamos saber como e com quem vamos nos dirigir na oração; como  falar  com Deus em oração: 1 Co 3:11; 1 Tm 2:5-6; Hb 10:19-23.
 
A Bíblia nos ensina que oramos a Deus Pai, por meio de Jesus, pelo Espírito Santo: Ef  2:13-18. É o Espírito Santo que cria uma mente espiritual: Rm 8:26-27. 
Sem a atuação do Espírito, não sabemos e nem conseguimos orar: "Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites" (Tg 4.3). É o Espírito Santo que nos revela Deus e a Sua glória. Ele nos leva a conhecer a Jesus na intimidade. Ele nos leva a conhecer e proclamar a Palavra de Deus e Suas promessas: Jo 4.14; 7.38-39.
Precisamos entender que é "por um só Espírito": Ef 2.17-19; Jd 1.20-21. Portanto, não é questão de lugar, postura, ou a forma de orar: Jo 4.23-24.
Na exposição deste assunto, a começar do texto que temos diante de nós, o Senhor nos dá uma verdadeira aula sobre a teologia e prática da oração. Jesus nos ensina a orar, começando com a questão das condições e tempo que requerem oração. Em seguida Jesus explica-nos como não se deve orar e como devemos fazê-lo. 
 
Depois o Senhor nos leva a pensar no porquê devemos orar, quando o Pai  já sabe o que precisamos.  Somente após apresentar essas questões preliminares é que o Senhor começa a falar mais especificamente sobre a oração modelo; ou, sobre as ênfases que precisamos dar em nossa oração. Começando, naturalmente, com uma expressão de louvor e adoração ao Pai, prosseguindo com a confissão de pecados e as petições... Assim, pois, somos encorajados a orar em todas as circunstâncias.

 

Vanderlei Faria

pastorvanderleifaria@yahoo.com.br