segunda-feira, 27 de abril de 2015

PORTANTO, CORRAMOS...


Hb 12:1-3

 

Na corrida  de São Silvestre, realizada em São Paulo em 1993, aconteceu um fato que bem ilustra o perigo de se  deixar  o alvo estabelecido, o caminho seguro, por influências momentâneas e atraentes: Um atleta estava na frente da corrida, enquanto mantinha seu olhar  no alvo  estabelecido.
 
Num descuido momentâneo, provocado por um carro que se movimentara à sua frente,  foi conduzido a desviar-se do alvo, trilhando um caminho que o levaria a um atalho e à derrota. Felizmente para ele, ainda deu para voltar e continuar na direção certa. Porém, ficou sem o primeiro lugar no final da corrida. Precisamos estar atentos para não  corrermos esse risco. Seja por descuido, ou por falta de entendimento da Palavra de Deus.
 
Não podemos tirar  nossos olhos de  Jesus, sendo iludidos pelos ventos de doutrinas, tropeçando por veredas tortas...  Se a nossa fé não nos conduzir a uma  constante mudança de comportamento, uma  constante renovação do nosso entendimento; vidas no altar do Senhor, então algo está  errado conosco. Só iremos  influenciar positivamente, quando  comprovarmos a validade e importância da nossa fé prática. Isso é mais que receber  bênçãos, é SER UMA BÊNÇÃO, transportar bênçãos.
 

Quanto mais próximos de Deus estivermos vivendo  menos  ansiosos e preocupados com as coisas temporais  estaremos. Portanto, “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com  ações de graças”. É a ansiedade que tira a nossa paz. É a causa da maioria das nossas enfermidades. É ela a causa principal dos conflitos; tanto  os pessoais, íntimos; como dos conflitos interpessoais. É a ansiedade que mata a  alegria do coração humano, porque  passamos a antecipar as coisas ruins.  Passamos a sofrer antecipadamente. Sofremos hoje o dia de amanhã... Por isso Jesus disse: Mt 6.33, 34. Quando ficamos ansiosos o perigo passa a existir somente  em nossa  imaginação.

 

Deus mesmo providencia os meios  para amenizar o peso de nossa cruz (Rm 8.31-39).

É tempo de sentir, chegar junto, sentir junto!

 

 

Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

AFORTUNADOS


"agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu" (Salmos 40:8).


Dois cristãos ricos, um advogado e um comerciante,
resolveram fazer juntos uma viagem pelo mundo. Antes da
partida, o pastor da igreja onde congregavam lhes pediu que
observassem e fizessem um registro de todas as coisas
incomuns e interessantes que vissem nos países por onde
ambos passariam. Os homens se comprometeram a fazer tal
registro, embora não se mostrassem verdadeiramente dispostos
a isso. Certo dia, na Coréia, eles viram um menino no campo,
puxando um arado rudimentar, enquanto um homem idoso o
guiava com as mãos. O advogado achou a cena engraçada e
tirou uma foto deles. "Esta é uma foto curiosa. Eu suponho
que sejam muito pobres", disse o advogado ao missionário que
servia de intérprete aos viajantes. "Sim", foi a resposta.
"Esta é a família de Chi Noui. Quando a igreja estava sendo
construída, eles ficaram ávidos para contribuir com a obra,
mas não tinham nenhum dinheiro. Por isso, venderam o único
boi que possuíam e deram o que receberam para a igreja. Esta
é a razão por que estão puxando o arado, eles mesmos". O
advogado e o comerciante ficaram mudos por alguns minutos.
Então o comerciante disse: "Esse deve ter sido um sacrifício
muito grande". "Eles não pensaram assim", disse o
missionário. "Eles se acharam afortunados por terem um boi
para vender."


Não quero enfatizar, nesta reflexão, o fato de aquela
família ter dado tudo o que tinha para Deus, nem sugerir que
devamos fazer o mesmo. O que quero realçar é o amor a Deus e
à Sua obra. Levar a Palavra do Senhor e salvar os perdidos,
para aqueles coreanos, era o mais importante. Eles o fizeram
de coração e se sentiram afortunados e abençoados.


Que tipo de renúncia somos capazes de fazer para que a luz
de Cristo brilhe mais em lugares onde as trevas dominam?
Somos capazes de ignorar alguns de nossos interesses para
que o nome de Jesus seja engrandecido e glorificado no
mundo? Temos nós a coragem de abrir mão de algum benefício
supérfluo para que os homens que abriram mão de quase tudo
tenham condições de se manter em um campo missionário? Ou
apenas achamos a situação divertida, como os cristãos ricos
de nossa história inicial?


Você se sente afortunado por ter Cristo no coração e poder
ser uma bênção nas mãos de Deus?
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sexta-feira, 24 de abril de 2015

DEUS DA PROMESSA


“Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros” (Jo 14.18).

Além dessa promessa, Jesus nos  assegura o Seu próprio amor, o qual será percebido, expresso, através de Sua manifestação para conosco. Jesus enfatiza, ainda: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (v.23).
 
Ou seja, se alguém realmente amá-Lo, demonstrando esse amor de forma concreta através  da observação à Sua palavra, então o Pai também o amará e fará daquela pessoa uma habitação, ou morada do Altíssimo. E mais, o Espírito Santo, o outro Consolador que o Pai enviaria, há de nos ensinar e nos fazer lembrar de tudo quanto o Senhor Jesus nos ensinou.


Baseado em todas essas promessas, Jesus nos conforta, nos convida a deixarmos o sentimento de orfandade,  depressão e ansiedade, na certeza de que ninguém é órfão em tais companhias: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo; os quais se fazem presentes conosco e em nós.  Ninguém é órfão, se está tão bem acompanhado!

 
Daí porque o Senhor  nos assegura e nos desperta com  estas palavras confortadoras: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). 


Quando a nossa fé deixa de ser apenas um tipo de religiosidade nominal, e passamos a nos envolver com a realidade plena  da glória de Deus através da oração e da ação,  começamos a desfrutar do gozo da vitória em Cristo. Começamos a frutificar, realmente. Isto não depende das circunstâncias. A vitória não será medida e sentida por causa daquilo que nos aconteça aqui, mas, devido à uma nova dimensão da compreensão da própria  vida cristã.
 
Isto parece complicado, até que deixemos de ser meros espectadores diante dos heróis da fé e nos  coloquemos no palco das realizações espirituais. Sentindo cada dia o desafio de depender de Deus  em oração. Até que, como disse Tiago, deixemos de nos contentar em sermos apenas “ouvintes da palavra” e nos tornemos praticantes  ativos, vibrantes, da  palavra viva!
 
É preciso, pois, que os salvos não se contentem em  viver imobilizados espiritualmente, infrutíferos  e derrotados. É preciso entender que servir a Jesus, amar a Sua palavra, buscar  a Deus em oração constante e fervorosa, não é  tortura, nem  atividade enfadonha. Mas é algo prazeroso, quando experimentado de todo o coração e segundo a vontade de Deus. O Senhor Jesus  jamais desampara os que  são Seus. 

 

Vanderlei Faria

pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

É POSSÍVEL A MINHA VITÓRIA?


"Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará" (Salmos 37:5).


Quando o ator Charlton Heston se mostrou preocupado a respeito de não ser capaz
de vencer a corrida de bigas no filme Ben Hur, o diretor Cecil B. DeMille
lhe disse: "Seu trabalho é se manter em cima da biga. O meu é assegurar a sua
vitória". Da mesma maneira, cada um de nós deve fazer apenas aquilo que Deus
deseja que façamos e deixar a vitória por conta dEle.


Muitas vezes ficamos tão ansiosos na busca de um propósito, pela realização de
um sonho, pela conquista de um ideal, que esquecemos de colocar tudo diante de
Deus, pedir sua direção e e esperar que nos conduza pelos caminhos da vitória.
Questionamo-nos se temos ou não condições ou capacidade para uma grande
conquista e deixamos de lado a palavra que nos assegura: "Tudo é possível ao que
crê". A atitude mais sábia a tomar, em qualquer empreendimento, é obedecer ao
Senhor, confiar nEle e esperar o momento de comemorar a vitória. Ele nos
prometeu e é certo que cumprirá a Sua Palavra.


Se queremos ser "mais que vencedores", precisamos "crer mais e mais"! A vitória
vem de Deus e devemos confiar sem restrições. Nada é difícil para Ele, não há
obstáculos que Ele não possa superar, não há batalhas que não seja capaz de
vencer, não há impossível que não possa ultrapassar. Sem Ele nada podemos fazer,
mas, com Ele não há limites para o nosso sucesso.


Sua vitória está difícil de alcançar? É possível consegui-la mesmo assim? Claro!
Basta esperar um pouco... e confiar!


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NÃO TENHO NENHUM TALENTO


"A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um..." (Mateus 25:15).


"Eu não tenho nenhum talento particular; apenas tenho curiosidade de conhecer de tudo" (Albert Einstein - Físico).


Queremos, com ansiedade, mostrar nossos talentos. Procuramos apresentar nossa
capacidade de desenvolver isso ou aquilo, nossa competência para determinadas
atividades, nossa superioridade sobre os demais para assumir cargos especiais
em algum segmento profissional. Queremos ser destaques! Queremos notoriedade!


Mas, quando recebemos talentos que certamente abençoariam nossas vidas e as
vidas de nossos irmãos e amigos, os ignoramos, tratamo-los com indiferença, não
lhes damos o valor que, certamente, merecem. Queremos mostrar talentos e
rejeitamos os melhores. Queremos luzes sobre nós, por causa de nossos talentos e
nós mesmos as apagamos por virar as costas aos talentos que nos fariam brilhar.


Deus nos dá talentos de amor para que o amor se espalhe através de nós. Ele nos
dá talentos de semear esperança, mas, guardamos essas sementes abençoadoras no
fundo de uma gaveta qualquer. Ele nos dá talento para louvar, através do canto
ou de algum instrumento musical e são mantidos calados e escondidos.Talvez você
diga: "Quero mostrar meu talento" e Deus apenas sorri e diz: "Quais? Você tem
tantos... escolha qualquer um dos que lhe dei".


Muitos dizem: "Não tenho nenhum talento", mas isso não é verdade. Deus dá
talentos a todos e devemos compartilhá-los com nossos amigos. Descubra seus
melhores talentos e use-os para a glória do Senhor.


Você vai usar os seus talentos ou mantê-los enterrados?


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