segunda-feira, 28 de março de 2011

SOMOS OBSERVADOS

"E ela disse a seu marido: Tenho observado que este que passa sempre por nós é um santo homem de Deus" (2 Reis 4:9). Uma secretária executiva disse, em certa ocasião: "Quando eu comecei a pressentir Jesus, de pé atrás de meu chefe, meu trabalho mudou. Eu tive que melhorar muito o meu desempenho.Até a humilde tarefa de servir café se tornou um prazer para mim e minha atitude arrogante se transformou em respeito." Que testemunho temos dado nos lugares onde passamos nossos dias? Como nossos colegas de trabalho ou estudo olham para nós? O que vêem em nós? Quais as suas atitudes em relação anós? Estamos despertando respeito ou indiferença? Estamos iluminando ou escurecendo os ambientes? Estamos engrandecendo o nome de nosso Senhor ou envergonhando-O? Quando permitimos a presença do Senhor junto a nós, as pessoas percebem, agem de forma diferente, desfrutam da alegria que nós sentimos, são edificadas e abençoadas como nós. Quando dizemos que somos cristãos e não mostramos nenhum brilho, ou transformação, ou atitudes santas, as pessoas não acreditam em nós, nem nos respeitam, nem experimentam mudanças.E se agimos assim, somos enganadores de nós mesmos, porque se as pessoas que convivem conosco não são iludidas, muito menos o nosso Deus, que tudo conhece e tudo vê. A secretária de nossa história foi muito abençoada por seu chefe ser um fiel seguidor de Cristo. E nós precisamos abençoar a todos da mesma maneira. Devemos ser um exemplo em nossa casa e fora dela. Devemos glorificar ao Senhor na igreja e fora dela. Devemos ser firmes na fé em qualquer lugar onde estejamos. Quando alguém olha para você, pressente a presença de Cristo ou não percebe nada? Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:Escuro Iluminado

domingo, 27 de março de 2011

A FÉ DOS BASTIDORES

Quando Jesus estava experimentando o sacrifício da cruz, as dores físicas e emocionais eram por demais dolorosas e cruéis. A multidão e a religião O agrediam física, emocional e moralmente. A impiedade humana se apresentava de forma avassaladora e vil, descarregando sobre o Santo de Deus como que uma avalanche de agressividade; demonstrando, assim, toda a ignorância e cegueira espiritual da raça humana. Na cruz o Filho de Deus vertia Seu sangue puro e santo, sentia a dor da solidão e do abandono de Seus amigos e parentes, e, sobretudo, o abandono do Pai. Sua alma sangrava tanto quanto o Seu corpo, ferido pelos nossos pecados. E no auge de sua agonia e dor, o diabo colocou na boca daquela turba ignorante e cega espiritualmente as palavras de escárnio e zombaria, relatadas por Mateus.[1] Entre tantas ofensas dirigidas ao Cordeiro de Deus, saltam aos nossos olhos estas palavras: “Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus” (Mt 27.43). Hoje, quando sinto n’alma o sussurrar do inferno a zombar de minha fé e confiança no Senhor em tempos de crise, tristeza e solidão; sou encorajado pelo silêncio de meu Senhor na cruz diante do escárnio e zombaria de uma multidão ignorante e má. Mas, sobretudo, sou encorajado pela vitória da cruz: a ressurreição e aparição do Senhor ressurreto. A presença de Jesus conosco e em nós, traz-nos consolo, paz, alegria e esperança eterna. Sim, prezado irmão, Deus quer renovar a nossa esperança hoje também! Deus quer que eu e você experimentemos a graça de vivermos pela fé em Cristo Jesus. Ou seja, quando perseveramos em oração, estamos dizendo ao Senhor que cremos em Sua Palavra. Dessa forma talvez possamos contribuir para a edificação e salvação de pessoas queridas, as quais de outra forma não seriam atingidas em sua sensibilidade. Além disso, precisamos saber que o nosso sofrimento está estimulando alguém a orar e falar sobre o evangelho de Cristo. Somente quando conseguimos aplicar os princípios, as lições bíblicas, à nossa vida é que entendemos de fato a Palavra de Deus. Essa é a fé dos bastidores, quando homens e mulheres de Deus saem por esse mundo a fora “andando e chorando”, enquanto semeiam a semente santa do genuíno evangelho de Cristo e o poder que “se aperfeiçoa na fraqueza”. Esse é o tipo de fé que persevera, a despeito do sofrimento e não pelo fato de apresentar muitas bênçãos e curas físicas. Sim, esse é o tipo de fé que mantém firme os cristãos pertencentes à igreja perseguida, a qual subsiste, literalmente, no submundo social em muitos países do mundo. Cristãos anônimos e, muitas vezes, agonizantes devido às afrontas, escárnios, zombaria e todo tipo de “espinhos na carne”, por amor a Cristo. Positivamente, essa fé incomoda a religião de shows, não faz o gosto da maioria, não produz adeptos interesseiros, não agrada aos admiradores dos shows da fé. Essa é a fé autêntica dos bastidores do cristianismo popular. É a fé daqueles que, a despeito da humilhação que o próprio Deus lhes permite suportar, são fortalecidos sobremaneira, a ponto de até mesmo sentirem alegria e contentamento nas fraquezas, injúrias, necessidades, perseguições e angústias. Esta é a fé no Autor da fé, o qual nasceu numa estrebaria, completamente distante e alheio aos holofotes e badalações da mídia religiosa; o qual viveu a maior parte de Sua vida em completo anonimato e morreu longe dos aplausos e honrarias populares. A única vez que foi aclamado pela multidão,[2] foi motivo de censura e perseguição da parte dos religiosos de Seu tempo. Mas o Senhor não Se intimidou por suas críticas e ameaças, como também não Se deixou envolver com os aplausos populares. Ao contrário, diz a Bíblia que Jesus chorou ao chegar à cidade de Jerusalém e proferiu uma pungente profecia sobre ela.[3] Quantas vezes nos deparamos com dificuldades, problemas intransponíveis, insolúveis aos nossos olhos, no mar da vida! Sentimo-nos distantes de Jesus... Nesses momentos, vale a pena nos lembrarmos de que a presença de Jesus sobre o mar não só acalmou os corações dos discípulos, como nos faz pensar que Ele deseja, quer mesmo, nos transportar sobre as ondas, sempre. Todas essas coisas serão banidas para sempre. Nossa luta não é contra a carne e sangue; por isso, não devemos temer os que matam o corpo e depois disso nada mais podem fazer, antes temer Àquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno.[4] Na vida secular diária, em meio às circunstâncias adversas, demonstramos a convicção de que o Senhor está conosco? Em meio às ondas turbulentas e à nossa carência material, afetiva, quando parece que estamos naufragando no mar da vida, podemos nos regozijar com o fato de entendermos que o Senhor continua ao nosso lado a despeito dos ventos contrários? Lembramo-nos da providência e provisão divina dos dias passados? Podemos exercer o autocontrole e a tranquilidade, quando todos ao nosso redor nos vêem como fracassados, infelizes e derrotados? Continuamos crendo que não estamos navegando à deriva, sem direção, sem rumo, sem destino? Podemos continuar crendo que jamais ficaremos abandonados, sem a provisão divina em meio às tempestades e às turbulências da vida cotidiana, rompendo em fé na certeza de que as tempestades da vida são oportunidades ou degraus através dos quais exercitamos a nossa fé? O diabo continua sussurrando aos nossos ouvidos, de uma forma velada ou claramente, através dos lábios de parentes, amigos e inimigos, declarados ou não, no dia da angústia e depressão, em momentos de penumbra e solidão, essas palavras inspiradas no mais profundo do inferno. Para nos fazer sentir derrotados, vencidos e completamente frustrados com Deus e com o fato de termos a Ele confiado os nossos dias e vida. São aqueles momentos desalentadores, sombrios, quando tudo e todos ao nosso redor parecem conspirar contra nós. Quando tudo de mal parece convergir sobre nossa cabeça. Nada dá certo. Nossas finanças ficam abaladas, a saúde definha, os amigos desaparecem, se esquecem de nós (até porque eles também estão enfrentando situações semelhantes)... Somos alvo de críticas, perseguições, incompreensões e zombaria. A morte se nos apresenta inexorável e maquiavélica. O mundo se alegra ao nosso redor, zombando de nossa fé, de nossa piedade e confiança no Senhor, enquanto nós choramos e gememos.[5] Ao nosso redor, bem próximo de nós, sentimos como se fora o próprio hálito de Satanás a nos dizer essas palavras: “Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem”. Mas, assim como as mulheres que foram ao sepulcro naquela manhã de domingo e ouviram da boca do Senhor ressurreto aquelas palavras de consolação e conforto – NÃO TEMAIS!; também somos confortados e encorajados com essas palavras do Filho de Deus em tais circunstâncias. Vanderlei Faria pastorvanderleifaria@yahoo.com.br [1] Mateus 27.39-44 [2] Lc 19.28-40 [3] Lucas 19.41-44 [4] Lucas12.5 [5] João 16.20

AS ESCRITURAS E O PECADO (7)

7. O indivíduo se beneficia espiritualmente quando a Palavra o leva a praticar o contrário do pecado. "... o pecado é a transgressão da lei" (I João 3 :4). Deus diz: "Farás...'', mas o pecado retruca: "Não quero". Deus diz: "Não farás...", e o pecado diz: "Farei". Assim, pois, o pecado é a rebeldia contra Deus, é a determinação do indivíduo seguir o seu próprio caminho (ver Isa. 53:6). Isso capacita-nos a entender que o pecado é uma espécie de anarquia no campo espiritual, o que pode ser comparado com o ato de sacudir uma bandeira vermelha no rosto de Deus. Ora, a atitude oposta ao pecado contra Deus é a submissão a Ele, da mesma maneira que o contrário da iniqüidade é a sujeição à lei. Portanto, praticar o contrário do pecado é andar na vereda da obediência. Esta é uma das outras grandes razões pelas quais as Escrituras nos foram dadas: tornar conhecida a senda pela qual devemos andar, o que agrada a Deus. As Escrituras são proveitosas não somente para repreensão e correção, mas também para a "instrução na justiça". Neste ponto, pois, encontramos outra importante regra mediante a qual devemos testar freqüentemente a nós mesmos: Os meus pensamentos estão sendo formados, o meu coração está sendo controlado e a minha conduta e as minhas obras estão sendo regulamentadas pela Palavra de Deus? Eis o que o Senhor exige: "Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos" (Tiago 1:22). E aqui temos a declaração de como devem ser expressos a nossa gratidão e os nossos afetos por Cristo: "Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos" (João 14:15). Para tanto, é necessário a ajuda divina. Davi orava: "Guia-me pela vereda dos teus mandamentos, pois nela me comprazo" (Salmos I19:35). "Precisamos não somente de luz para reconhecermos o nosso caminho, mas também de um coração bem disposto para andar por esse caminho. A orientação é necessária por causa da cegueira das nossas mentes; e os impulsos eficazes da graça são necessários par causa da fraqueza dos nossos corações. Não cumpriremos o nosso dever mediante a mera noção das verdades, a menos que as abracemos e as sigamos". (Manton). Notemos que o salmista falava sabre a "... vereda dos Teus mandamentos..." Não aludia ele a algum caminho pessoal, auto-escolhido, e, sim, a um caminho bem demarcado; não se trata de uma estrada "pública", mas de uma vereda ''particular''. Que tanto o escritor como o leitor se aquilatem, honesta e diligentemente, como na presença de Deus, pelas sete coisas acima enumeradas. O estudo da Bíblia, prezado amigo, o tem tornado uma pessoa mais humilde, ou mais orgulhosa – orgulhosa com o conhecimento que assim adquiriu? Esse estudo o elevou na estima de seus semelhantes, ou o rebaixou a um lugar inferior, na presença de Deus? Tem isso produzido, em sua experiência, uma atitude de mais profunda repulsa e asco par si mesmo, ou tornou-o mais complacente? Isso tem feito com que aqueles que entram em contato consigo, aos quais talvez você ensine, digam: "Gostaria de ter o seu conhecimento sobre a Bíblia!"; ou isso os tem levado a orar: "Senhor, dá-me a fé, a graça e a santidade que tens conferido a meu amigo ou professor?'' "Medita estas cousas, e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto" (1 Timóteo 4:15). A. W. Pink

SEGUIDORES DO MANSO, HUMILDE E CRUCIFICADO JESUS

“Humildade deve ser definida como um hábito da mente e coração correspondente à nossa comparativa indignidade e vileza diante de Deus, ou um senso de nossa própria miséria à Sua vista, com a disposição de um comportamento que corresponda a isto. E um homem verdadeiramente humilde é consciente da diminuta extensão de seu próprio conhecimento, da grande extensão de sua ignorância e da insignificante extensão de seu entendimento comparado com o entendimento de Deus. Ele é consciente de sua fraqueza, de quão pequena sua força é, e de quão pouco ele é capaz de fazer. Ele é consciente de sua distância natural de Deus, de sua dependência dEle, da insuficiência de seu próprio poder e sabedoria; e de que é pelo poder de Deus que ele é sustentado e guardado; e de que ele necessita da sabedoria de Deus para lhe conduzir e guiar, e de Seu poder para capacitá-lo a fazer o que ele deve fazer para Ele. A humildade tende a nos prevenir de um comportamento ambicioso e pretensioso diante dos homens. O homem que está sob a influência de um espírito humilde está satisfeito com a posição que Deus lhe deu entre os homens, e não está ávido por honra, e nem é atingido com o desejo de ser o mais brilhante e de se exaltar acima de seus vizinhos. A humildade também tende a nos prevenir de um comportamento arrogante e insolente. Pelo contrário, a humildade dispõe uma pessoa a um comportamento condescendente de mansidão e insignificância e a uma submissão cortês e afável, como sendo consciente de sua própria fraqueza e depreciabilidade diante de Deus. Se nós, então, nos consideramos seguidores do manso e humilde e crucificado Jesus, andaremos humildemente diante de Deus e dos homens todos os dias de nossa vida na terra. Busquemos todos, ardentemente, um espírito humilde, e nos esforcemos para sermos humildes em todo nosso comportamento diante de Deus e dos homens. Busque por um profundo e permanente senso de sua miséria diante de Deus e dos homens. Conheça a Deus. Confesse sua nulidade e desgraça diante dEle. Desconfie de si mesmo. Conte somente com Deus. Renuncie toda glória, exceto dEle. Renda-se à Sua vontade e serviço. Evite um comportamento pretensioso, ambicioso, ostentoso, insolente, arrogante, desdenhoso, teimoso, impetuoso e auto-justificador; e aspire mais e mais do espírito humilde que Cristo manifestou quando Ele esteve na terra. Humildade é o traço mais essencial e distinguidor em toda verdadeira piedade. Ardentemente procure então, e diligentemente e em oração cultive um espírito humilde, e Deus andará com você aqui embaixo; e quando uns poucos dias tiverem passado, Ele o receberá às honras concedidas ao Seu povo à destra de Cristo”. Jonathan Edwards

sábado, 26 de março de 2011

AS ESCRITURAS E O PECADO (6)

6. O indivíduo se beneficia espiritualmente quando a Palavra o fortalece contra o pecado.

As Sagradas Escrituras nos foram dadas não somente com o propósito de revelar-nos a nossa pecaminosidade inata, ou a fim de mostrar as muitas e muitas maneiras mediante as quais carecemos "da glória de Deus" (Romanos 3:23), mas igualmente para ensinar-nos como podemos obter livramento do pecado, como podemos ser livres de desagradar a Deus. "Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti" (Salmos 119:11). E de cada um de nós é requerido o seguinte: "Aceita, pego-te, a instrução que profere, e põe as suas palavras no teu coração" (Jó 22:22).

O de que precisamos é, particularmente, dos mandamentos, das advertências, das exortações da Bíblia, para que sejam como que nosso tesouro particular; devemos memorizá-los, meditar sobre os mesmos, orar a seu respeito e pô-los em prática. Eis a única maneira eficaz de se evitar que um terreno qualquer seja invadido por ervas daninhas: é semear ali a boa semente: "...vence o mal com o bem" (Romanos 12:21). Por conseguinte, quanto mais "ricamente" estiver habitando em nós a Palavra de Cristo (ver Colossenses 3:16), menos espaço haverá para o exercício do pecado, em nossos corações e em nossas vidas.

Não é suficiente apenas assentirmos à veracidade das Escrituras, mas é necessário que elas sejam recebidas em nossos afetos. É uma verdade soleníssima aquela em que o Espírito Santo especifica a base da apostasia, "...porque ao amor da verdade eles não receberam" (II Tessalonicenses 2:10, grego).

"Se essa semente ficar apenas na língua ou na mente, para que seja apenas uma questão de palavras ou de especulação, não demorará muito para que desapareça. A semente que jaz à superfície será apanhada pelas aves do céu. Portanto, que cada qual a esconda no profundo do ser; que vá dos ouvidos para a mente, da mente para o coração; e que ela penetre cada vez mais profundamente. Somente ao exercer ela um domínio soberano sobre o coração, é que a receberemos na força de seu amor – quando ela é mais cara para nós que nossas concupiscências mais queridas, então nos apegamos a ela". (Thomas Manton).

Não há qualquer outra coisa que nos preserve das infecções deste mundo, que nos livre das tentações de Satanás, que se mostre preservativo tão eficaz contra o pecado, como a Palavra de Deus recebida em nossos afetos: "No coração tem ele a lei do seu Deus; os seus passos não vacilarão" (Salmos 37:31). Enquanto a verdade mostrar-se ativa em nosso íntimo, despertando-nos a consciência e sendo realmente amada par nós, seremos preservados da queda. Quando José foi tentado pela esposa de Potifar, respondeu ele: "... como, pois, cometeria eu tamanha maldade, e pecaria contra Deus?" (Gênesis 39:9). A Palavra de Deus se achava em seu coração, pelo que também prevaleceu sobre os seus desejos. Essa é a inefável santidade, o grandioso poder de Deus, o qual é poderoso tanto para salvar como para destruir.

Nenhum de nós sabemos em que ocasião será sujeito às tentações; portanto, é mister estarmos preparados contra elas. "Quem há entre vós que ouça isto? que atenda e ouça o que há de ser depois?" (Isaías 42:23). Sim, compete-nos antecipar o futuro e nos fortalecermos intimamente para ele, entesourando a Palavra em nossos corações, para as emergências futuras.

A. W. Pink