quarta-feira, 3 de abril de 2013

CONFUSÃO MENTAL DO IDOSO


Leia, é pequeno, importante e sério

Principal causa da confusão mental no idoso
Arnaldo Lichtenstein, médico

Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
Quais as causas que mais fazem os idosos terem confusão mental?

Alguns arriscam: Tumor na cabeça.
Eu digo: Não.

Outros apostam: Mal de Alzheimer
Respondo, novamente: Não.

A cada negativa a turma se espanta... E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:

diabetes descontrolado;
infecção urinária;
- A família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.
Parece brincadeira, mas não é. Constantemente os idosos, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.

Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar
confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos, angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto, não é brincadeira.
Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50 por cento de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outra complicação: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva
hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

1 - O primeiro é para idosos: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite, sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!


2 - Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.

Líquido neles e rápido para um serviço médico".


Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das
Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
 

 

terça-feira, 2 de abril de 2013

OS SETE BRADOS DO SALVADOR SOBRE A CRUZ – ARTHUR W PINK (45)









"tenho sede”
 

5. Vemos aqui como Cristo pode se solidarizar com seu povo sofredor.

 O problema do sofrimento sempre foi o que causou perplexidade. Por que o sofrimento deve ser necessário em um mundo que é governado por um Deus perfeito? Um Deus que não apenas tem poder para impedir o mal, mas que é amor. Por que deve haver dor e desgraça, doença e morte? À medida que olhamos o mundo e tomamos conhecimento de suas incontáveis pessoas que sofrem, ficamos desconcertados. Esse mundo não é senão um vale de lágrimas. Uma fina aparência de alegria raramente tem êxito em esconder os tristes fatos da vida. Filosofar sobre o problema do sofrimento traz    pouco alívio. Após todos os nossos raciocínios, perguntamos, Deus vê?       

Há conhecimento no Altíssimo? Ele realmente se importa? Como todas as questões, essas devem ser levadas à cruz. Enquanto não acham elas uma resposta completa, entretanto elas encontram sim aquela que satisfaz o coração ansioso. Enquanto o problema do sofrimento não é plenamente resolvido aqui, todavia a cruz lança sim luz suficiente sobre ele para aliviar a tensão. A cruz mostra-nos que Deus não ignora nossas dores, pois na pessoa de seu Filho ele mesmo “tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores” (Is 53.4, ARA)!
 
A cruz nos mostra que Deus não está desatento às nossa tristeza e angústia, pois, ao se encarnar, ele próprio sofreu! A cruz diz-nos que Deus não é indiferente à dor, pois no Salvador ele a experimentou!  Qual então o valor de tais fatos? Este: “Porque não temos um sumo sacerdote que não pode compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hb 4.15). Nosso Redentor não é alguém tão afastado de nós que seja incapaz de entrar, solidariamente, em nossas tristezas, pois ele mesmo foi o “Homem de Dores”. Aqui então está o conforto para o coração dorido.

 Não importa quão desalentado possa estar você, não importa quão escarpada a sua senda e triste o seu quinhão, você é convidado a pô-lo todo diante do Senhor Jesus e lançar todo seu cuidado sobre ele, sabendo que “tem cuidado de vós” (1Pd 5.7). O seu corpo está arruinado pela dor? Assim estava o dele! Você é mal interpretado, julgado injustamente, deturpado? Assim era ele! Aqueles que lhe são mais próximos e mais queridos deram às costas a você? Fizeram isso com ele! Você está em trevas? Ele esteve assim por três horas! “Pelo que convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote” (Hb 2.17).

 

pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

PODE CONTAR COMIGO



"Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade" (Hebreus
10:9).


A habilidade mais "buscada" é a responsabilidade. Nada
acontece até que alguém avance e diga: "Pode contar comigo"
(John Maxwell - Locutor e Escritor).


Como anda a nossa responsabilidade espiritual?
Até que ponto o Senhor Jesus pode usar a nossa vida
para a glória de Seu nome?
Já nos apresentamos a Ele dizendo "pode contar comigo"?


A obra do Senhor é realizada através de nós. Ele nos chamou
e nos separou para iluminar e transformar o mundo. Ele
confia em nós para compartilhar Sua Palavra e para dizer aos
perdidos que Ele veio para nos salvar, para nos dar vida
abundante, para nos dar a vida eterna.


Tudo acontece quando dizemos "Eis-me aqui". Vidas tristes
voltam a sorrir; lares desmoronados são reconstruídos;
andarilhos espirituais, sem rumo, derrotados, tornam a
encontrar o caminho da vitória; desalentados e sem
esperanças vêem renascer a fé e a vontade de viver.


A nossa responsabilidade, no mundo de hoje, é muito grande.
Somos a igreja do Senhor; somos o sal desta terra; somos a
luz que dissipa trevas; somos os ramos que, ligados à
Videira, produzirão os frutos necessários para que os
corações se encham de felicidade.


Quando ignoramos a vontade do Senhor e não nos importamos
com aqueles que nos rodeiam, deixamos de ser uma bênção e
não abençoamos a ninguém. Os que costumam murmurar
continuarão mergulhados em seus queixumes. Os que vivem
enclausurados em suas frustrações não serão capazes de
experimentar a libertação dAquele que torna o homem
"verdadeiramente livre".


Eu quero dizer, todos os dias, ao Senhor: "Pode contar
comigo".Ele pode contar também com você?

 
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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Escuro Iluminado

 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

OS SETE BRADOS DO SALVADOR SOBRE A CRUZ – ARTHUR W PINK (44)


“Tenho sede”

 

4. Vemos aqui a submissão do Salvador à vontade do Pai.

O Salvador estava com sede, e aquele que tinha tal sede, lembremos, possuía todo o poder no céu e na terra. Houvesse ele escolhido exercitar sua onipotência, poderia prontamente ter satisfeita a sua necessidade. Aquele que outrora fizera a água fluir da rocha ferida para saciar Israel no deserto, tinha os mesmos recursos infinitos à sua disposição agora.

 

Aquele que tornara a água em vinho com uma palavra, poderia ter dito a palavra de poder aqui, e satisfazer a sua necessidade. Mas ele, em nenhuma vez, operou um milagre para seu próprio benefício ou conforto. Quando tentado por Satanás para assim agir, recusou. Por que agora ele declina de atender a sua premente necessidade? Por que pendia na cruz com os lábios ressecados? Porque no princípio do livro que expressava a vontade divina, estava escrito que ele devia ter sede, e que, sedento, devia lhe ser “dado” vinagre para beber. E ele aqui veio para fazer aquela vontade e, por isso, se submete.

 

Na morte, como na vida, a escritura foi para o Senhor Jesus a palavra autorizada do Deus vivo. Na tentação, recusara-se a ministrar à sua necessidade à parte daquela palavra pela qual ele vivia e assim, agora, ele faz conhecida sua necessidade, não para que se pudesse ministrar a ela, mas para que a escritura pudesse ser cumprida.

 

Note que ele mesmo não a cumpriu, a Deus pode ser confiado que cuide disso; mas ele dá expressão à sua angústia de modo a fornecer ocasião para o seu cumprimento. Como alguém disse: “A terrível sede da crucificação está sobre ele, mas que não é suficiente para forçar seus lábios ressecados para falar; mas está escrito: Na minha sede me deram a beber vinagre — isso abre os seus lábios” (F. W. Grant).

 

Aqui, então, como sempre, ele mostra a si mesmo em ativa obediência à vontade de Deus, a qual ele veio para executar. Ele simplesmente diz, “Tenho sede”; o vinagre é oferecido, e a profecia é cumprida. Que perfeita absorção na vontade do Pai!  Novamente damos uma pausa para a aplicação a nós mesmos — uma aplicação dupla. Primeiro, o Senhor Jesus se deleitava na vontade do Pai mesmo quando envolvia o sofrimento da sede.

 

Nós fazemos esse tipo de renúncia para ele? Temos nós buscado graça para dizer: “Não se faça a minha vontade, mas a tua”?  Podemos nós exclamar, “Sim, ó Pai, porque assim te aprouve”? Temos nós aprendido em qualquer estado o que seja  “viver contente” (Fp 4.11)?

 

Mas agora, observe um contraste. Ao Filho de Deus foi negado um copo de água fria para aliviar seu sofrimento — quão diferente conosco! Deus nos tem dado uma variedade de alívios para nós, todavia, quão frequentemente somos mal agradecidos! Temos coisas melhores para nos deliciar do que um copo d’água quando estamos sedentos, entretanto, amiúde não somos gratos.

 

Ó, se esse brado de Cristo fosse mais credulamente considerado, levar-nos-ia a bendizer a Deus pelo que nós agora quase desprezamos, e geraria contentamento em nós pela mais comum das misericórdias.

 

O Senhor da glória clamou, “Tenho sede” e nada teve à sua volta para confortá-lo, e tu, que tens mil vezes perdido todo direito às misericórdias tanto temporais quanto espirituais, menosprezas as bondades comuns da providência! Quê! murmuras de um copo de água, tu que mereces senão um copo de ira.

 

Ó, ponha isso no coração e aprenda a se contentar com o que tens, ainda que seja mesmo as necessidades mais simples da vida. Não se queixe se você mora apenas em uma humilde cabana, pois seu Salvador não tinha onde reclinar a cabeça! Não se queixe se você não tem nada senão pão para comer, pois a seu Salvador faltou isso por quarenta dias! Não se queixe se você tem apenas água para beber, pois a seu Salvador ela foi negada até na hora da morte!

“Tenho sede”

pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

 

O AMANHÃ CUIDARÁ DE SI MESMO



"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia
de amanhã cuidará de si mesmo.
Basta a cada dia o seu mal" (Mateus 6:34).


Você já tentou erguer todos os fardos da vida de uma só vez?
É muito difícil carregar os fardos de ontem, de hoje e, às
vezes, os fardos e tentações de amanha no mesmo dia. Um
paciente, que havia sofrido um sério acidente, perguntou ao
médico: "Doutor, quanto tempo eu terei de permanecer aqui"?
O médico respondeu: "Um único dia de cada vez", ensinando ao
paciente uma lição preciosa. É a mesma lição que você e eu
necessitamos -- um dia de cada vez. Sejamos fiéis em um
pequeno dia e os longos anos cuidarão de si mesmos.


Não adianta nos preocuparmos por antecipação. Não seremos
capazes de, ao mesmo tempo, resolver todos os problemas do
mundo. É desnecessário nos angustiarmos com situações que,
talvez, nem aconteçam. Melhor é descansar em Deus. Melhor é
colocar em Seu altar as nossas inquietações e crer que Ele,
como prometeu, nos dará a vitória almejada.


Quantas vezes murmuramos, sofremos, perdemos o sono e o
prazer da vida por alguma coisa que nunca aconteceu?
Deixamos de cantar, de sorrir e de fazer planos. Nossa vida
fica parada, nossos sonhos ficam estagnados, nossa esperança
desaparece e, por que? Por nada! Para nada!


E o Senhor nos diz: "Crê somente". E repete: "Crê somente".
E o tempo perdido... ficou para trás! E o Médico dos médicos
continua nos dizendo: "Não temas, Eu estou ao seu lado".
Cremos no primeiro momento e, logo, esquecemos. E tornamos a
nos preocupar -- e amanhã, como será? Ora, amanhã o Senhor
estará novamente conosco! Amanhã Ele nos socorrerá outra
vez! Amanhã Ele continuará segurando em nossas mãos ! Amanhã
seremos, também, mais que vitoriosos!


Entreguemos nossas vidas ao Senhor -- hoje, amanhã, sempre.



Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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