"Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas,nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares" (Josué 1:9).
"Coisas inanimadas são cientificamente classificadas em três categorias principais: aquelas que não funcionam, aquelas que quebram e aquelas que se perdem" (Russell Baker).
O que temos sido diante de nosso Senhor e Salvador? Qual tem sido o nosso comportamento? Qual tem sido a nossa participação no estabelecimento do reino de Deus? Temos sido ativos? Temos nos apresentado dizendo: "Pode contar comigo?"Deus chamou pessoas e não coisas inanimadas. Ele chamou aqueles que são fortes e corajosos e não se envergonham do Evangelho. Ele conta conosco para buscar as ovelhas perdidas e não com aqueles que não funcionam -- que estão acomodadas ou que se mostram indiferentes. Ele espera que sejamos firmes e inabaláveis, que não venhamos a sucumbir diante dos ventos das dificuldades e nem quebrar de desânimo diante de possíveis frustrações ou decepções. Ele nos fortalece paraque busquemos os perdidos e jamais venhamos a nos perder.
Não somos coisas e sim filhos amados de Deus. Não somos inanimados e sim muito animados por sermos salvos, porsermos escolhidos, por nossos nomes estarem gravados nos Céus, por termos uma vida abundante e feliz, por estarmos caminhando junto a nosso Senhor e Salvador, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.E se somos vidas animadas, deixemos para trás as queixas e murmurações, o pessimismo e as incertezas, a velha natureza que aceitava derrotas. Somos diferentes... somos luz do mundo... somos mais que vencedores!
Sua vida é inanimada ou cheia de animação?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
NOSSAS ATITUDES CUSTAM VIDAS!
_ “Quando eu for, voltarei e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (Jo 14.2).
Quão bom e agradável é quando nos sentimos cercados de pessoas queridas que nos acolhem, nos afagam e nos estimulam na caminhada, sem cobranças e sem críticas ferinas! Precisamos sempre agradecer a Deus por este privilégio. Desta forma, precisamos evidenciar o amor de Deus através de atos concretos para com o nosso próximo. Esta responsabilidade foi uma marca constante do Senhor Jesus, como demonstrou logo no início de Seu ministério em Samária: “Era-lhe necessário passar por Samária” (Jo 4.4).
Mais à frente, Jesus parou de caminhar, mas não deixou de aproveitar o tempo de descanso, evangelizando a mulher samaritana. A mulher, por sua vez, foi tomada pelo mesmo sentimento de responsabilidade e urgência para com os seus compatriotas. Deixou o seu cântaro junto à fonte, aos pés de Jesus, e, com determinação, foi buscar seus amigos. Eles acreditaram em sua mensagem, séria, urgente e envolvente. Todos saíram correndo... Fantástico! Sua história seria completamente diferente se ela pensasse e agisse como muitas vezes fazemos: “Primeiro vou cuidar dos negócios e interesses pessoais. Levar a água fresca para dessedentar os meus. Preparar minha refeição e alimentar-me convenientemente, juntamente com a minha família. Depois vou descansar um pouco, afinal, ninguém é de ferro... Ah, sim, agora então vou compartilhar aos outros a respeito de Jesus...” E Jesus já estaria longe de sua vila. Elias também sentiu-se responsável pelos seus amigos e por aqueles em quem exercia alguma influência.
Precisamos desenvolver o senso de responsabilidade e determinação no meio do povo de Deus. Considerando, principalmente, a situação espiritual das pessoas. Temos que pensar: “É agora ou nunca mais!” Quando a nossa fé deixa de ser apenas nominal, e passamos a nos envolver com essa realidade plena, começamos a desfrutar a vitória em Cristo Jesus. Começamos a frutificar. Deixamos de ser meros espectadores dos heróis da fé, e nos colocamos no palco das realizações espirituais. Sentindo cada vez mais o desafio de depender de Deus sempre. Deixamos de nos contentar em sermos apenas ouvintes da Palavra, e nos tornamos praticantes ativos, vibrantes, da Palavra viva. É tempo de mobilização dos válidos, frutificação abundante! Nossas atitudes custam vidas!
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
Quão bom e agradável é quando nos sentimos cercados de pessoas queridas que nos acolhem, nos afagam e nos estimulam na caminhada, sem cobranças e sem críticas ferinas! Precisamos sempre agradecer a Deus por este privilégio. Desta forma, precisamos evidenciar o amor de Deus através de atos concretos para com o nosso próximo. Esta responsabilidade foi uma marca constante do Senhor Jesus, como demonstrou logo no início de Seu ministério em Samária: “Era-lhe necessário passar por Samária” (Jo 4.4).
Mais à frente, Jesus parou de caminhar, mas não deixou de aproveitar o tempo de descanso, evangelizando a mulher samaritana. A mulher, por sua vez, foi tomada pelo mesmo sentimento de responsabilidade e urgência para com os seus compatriotas. Deixou o seu cântaro junto à fonte, aos pés de Jesus, e, com determinação, foi buscar seus amigos. Eles acreditaram em sua mensagem, séria, urgente e envolvente. Todos saíram correndo... Fantástico! Sua história seria completamente diferente se ela pensasse e agisse como muitas vezes fazemos: “Primeiro vou cuidar dos negócios e interesses pessoais. Levar a água fresca para dessedentar os meus. Preparar minha refeição e alimentar-me convenientemente, juntamente com a minha família. Depois vou descansar um pouco, afinal, ninguém é de ferro... Ah, sim, agora então vou compartilhar aos outros a respeito de Jesus...” E Jesus já estaria longe de sua vila. Elias também sentiu-se responsável pelos seus amigos e por aqueles em quem exercia alguma influência.
Precisamos desenvolver o senso de responsabilidade e determinação no meio do povo de Deus. Considerando, principalmente, a situação espiritual das pessoas. Temos que pensar: “É agora ou nunca mais!” Quando a nossa fé deixa de ser apenas nominal, e passamos a nos envolver com essa realidade plena, começamos a desfrutar a vitória em Cristo Jesus. Começamos a frutificar. Deixamos de ser meros espectadores dos heróis da fé, e nos colocamos no palco das realizações espirituais. Sentindo cada vez mais o desafio de depender de Deus sempre. Deixamos de nos contentar em sermos apenas ouvintes da Palavra, e nos tornamos praticantes ativos, vibrantes, da Palavra viva. É tempo de mobilização dos válidos, frutificação abundante! Nossas atitudes custam vidas!
Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
DOIS TIPOS DE PESSOAS
"... e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora"(João 6:37).
Existem apenas dois tipos de pessoas: aquelas que dizem para Deus "tua vontade seja feita" e aquelas para quem Deus dirá no fim "tua vontade seja feita". Todos que passarão a eternidade sem Deus, fizeram essa escolha. Ninguém que tenha feito escolha diferente ficará longe de Deus. Nenhuma alma que deseja ardentemente a alegria verdadeira, deixará de experimentá-la" (C.S. Lewis).
É verdadeira a afirmação de Lewis. Cabe a nós escolher o lugar onde passaremos a eternidade -- com Deus ou sem Ele.Quando nossa escolha é fazer a vontade do Senhor, não apenas estamos assegurando um lugar no Céu, para sempre, mas passamos a desfrutar de uma vida nova, cheia de regozijo eplena de conquistas espirituais. Caminhamos seguros e confiantes de que estamos no rumo certo e, mesmo debaixo de tormentas, sempre vislumbraremos os raios de sol das bênçãos de nosso Deus.
Quando escolhemos rejeitar a Deus, perdemos a oportunidade de gozar de Sua companhia, de ouvir a Sua voz amorosa, de sentir as carícias de Suas mãos carinhosas, de poder, nos momentos de dificuldades, ouvir: "não temas que eu estou aqui, a seu lado".
Se escolhemos fazer a vontade de Deus, temos o nosso nome escrito no Livro da Vida e ouviremos, naquele último dia, o convite de nosso Salvador: "Vinde, benditos de meu Pai". Se
escolhemos fazer exclusivamente a "nossa vontade", a única coisa que poderemos ouvir, quando estivermos diante do trono do Senhor, será: "Tua vontade seja feita"... e mais nada!Que tipo de pessoa é você? A que faz a vontade de Deus ou a que faz sua própria vontade?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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Existem apenas dois tipos de pessoas: aquelas que dizem para Deus "tua vontade seja feita" e aquelas para quem Deus dirá no fim "tua vontade seja feita". Todos que passarão a eternidade sem Deus, fizeram essa escolha. Ninguém que tenha feito escolha diferente ficará longe de Deus. Nenhuma alma que deseja ardentemente a alegria verdadeira, deixará de experimentá-la" (C.S. Lewis).
É verdadeira a afirmação de Lewis. Cabe a nós escolher o lugar onde passaremos a eternidade -- com Deus ou sem Ele.Quando nossa escolha é fazer a vontade do Senhor, não apenas estamos assegurando um lugar no Céu, para sempre, mas passamos a desfrutar de uma vida nova, cheia de regozijo eplena de conquistas espirituais. Caminhamos seguros e confiantes de que estamos no rumo certo e, mesmo debaixo de tormentas, sempre vislumbraremos os raios de sol das bênçãos de nosso Deus.
Quando escolhemos rejeitar a Deus, perdemos a oportunidade de gozar de Sua companhia, de ouvir a Sua voz amorosa, de sentir as carícias de Suas mãos carinhosas, de poder, nos momentos de dificuldades, ouvir: "não temas que eu estou aqui, a seu lado".
Se escolhemos fazer a vontade de Deus, temos o nosso nome escrito no Livro da Vida e ouviremos, naquele último dia, o convite de nosso Salvador: "Vinde, benditos de meu Pai". Se
escolhemos fazer exclusivamente a "nossa vontade", a única coisa que poderemos ouvir, quando estivermos diante do trono do Senhor, será: "Tua vontade seja feita"... e mais nada!Que tipo de pessoa é você? A que faz a vontade de Deus ou a que faz sua própria vontade?
Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!
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segunda-feira, 14 de março de 2011
BARREIRAS IMAGINÁRIAS
_ “Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem embalsamá-lo. E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo. Diziam umas às outras: Quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo? E, olhando, viram que a pedra já estava removida; pois era muito grande” (Mc 16:1-4).
Precisamos evitar que as pedras, os problemas em nossa caminhada, sejam barreiras intransponíveis para o encontro com Jesus. Quanto tempo perdemos quando super valorizamos nossas dificuldades, permitindo que sirvam de desculpas para não buscarmos ao Senhor Jesus! Quando permitimos que pedras, ao longo de nossa caminhada, sejam barreiras que obstruam nossa vontade e determinação de nos encontrar com o Salvador.
Quando vencemos, superamos esse sentimento negativo, percebemos que Deus tem muito a realizar em nossas vidas, e através de nós. Era noite, porém, sua vida estava mais confusa e triste que a própria negritude daquele amanhecer. O que ela não imaginara é que aquele seria UM LINDO AMANHECER, jamais esquecido. Quantas vezes isto acontece conosco, quando estamos vivendo na penumbra, solitários e sem esperança... Eis que os primeiros raios do Sol da Justiça despontam, trazendo-nos alegria, paz e consolação; coisas novas, desafios extraordinários!
Se você está vivendo um momento confuso e conturbado, sem expectativas vibrantes, alvissareiras, não se desespere. Lembre-se: O melhor ainda está para acontecer! Pense na possibilidade de começar um novo dia, recomeçar, renovar sua esperança em Cristo Jesus. Sim, hoje, agora, pode ser o momento sublime do reencontro de sua alma com Jesus. Então, pode acreditar, algo novo e desafiante estará acontecendo em sua vida!
Pedro e João, após conferirem que o sepulcro estava vazio, se retiraram apressadamente. Maria, porém, permaneceu ali, numa espécie de esperança obstinada, teimosa. Como que pressentindo algo inusitado, glorioso. Esperava o inesperado pela própria fé. Ansiava pelo consolo de sua alma com algo que superasse as meras informações angelicais, ou mesmo a constatação dos fatos narrados pelos anjos. Triste, não se contentava com as palavras santas e consoladoras dos seres superiores. Ainda que respeitando e reconhecendo a majestade daquelas figuras angelicais. Porém, não se contentava apenas com boas informações. Ser crente, na verdade, não significa apenas ouvir a respeito do evangelho de Cristo. É preciso experimentá-lo, participar, vivê-lo diariamente. Assim, pois, jamais alguém poderia ocupar o lugar de Jesus em seu coração. Ninguém poderia suprir-lhe o conforto da presença viva de Jesus em sua vida.
Pr. Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
Precisamos evitar que as pedras, os problemas em nossa caminhada, sejam barreiras intransponíveis para o encontro com Jesus. Quanto tempo perdemos quando super valorizamos nossas dificuldades, permitindo que sirvam de desculpas para não buscarmos ao Senhor Jesus! Quando permitimos que pedras, ao longo de nossa caminhada, sejam barreiras que obstruam nossa vontade e determinação de nos encontrar com o Salvador.
Quando vencemos, superamos esse sentimento negativo, percebemos que Deus tem muito a realizar em nossas vidas, e através de nós. Era noite, porém, sua vida estava mais confusa e triste que a própria negritude daquele amanhecer. O que ela não imaginara é que aquele seria UM LINDO AMANHECER, jamais esquecido. Quantas vezes isto acontece conosco, quando estamos vivendo na penumbra, solitários e sem esperança... Eis que os primeiros raios do Sol da Justiça despontam, trazendo-nos alegria, paz e consolação; coisas novas, desafios extraordinários!
Se você está vivendo um momento confuso e conturbado, sem expectativas vibrantes, alvissareiras, não se desespere. Lembre-se: O melhor ainda está para acontecer! Pense na possibilidade de começar um novo dia, recomeçar, renovar sua esperança em Cristo Jesus. Sim, hoje, agora, pode ser o momento sublime do reencontro de sua alma com Jesus. Então, pode acreditar, algo novo e desafiante estará acontecendo em sua vida!
Pedro e João, após conferirem que o sepulcro estava vazio, se retiraram apressadamente. Maria, porém, permaneceu ali, numa espécie de esperança obstinada, teimosa. Como que pressentindo algo inusitado, glorioso. Esperava o inesperado pela própria fé. Ansiava pelo consolo de sua alma com algo que superasse as meras informações angelicais, ou mesmo a constatação dos fatos narrados pelos anjos. Triste, não se contentava com as palavras santas e consoladoras dos seres superiores. Ainda que respeitando e reconhecendo a majestade daquelas figuras angelicais. Porém, não se contentava apenas com boas informações. Ser crente, na verdade, não significa apenas ouvir a respeito do evangelho de Cristo. É preciso experimentá-lo, participar, vivê-lo diariamente. Assim, pois, jamais alguém poderia ocupar o lugar de Jesus em seu coração. Ninguém poderia suprir-lhe o conforto da presença viva de Jesus em sua vida.
Pr. Vanderlei Faria
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br
HISTÓRIA DE UMA VIDA
Tudo começou quando um dia, em minha mãe, num local bem protegido chamado trompa, dois elementos se encontraram: um de minha mãe, o óvulo, e outro de meu pai, o espermatozóide. Como dois apaixonados se aproximaram e se abraçaram tornando-se uma pequenina gota d´água. Esse foi o dia mais feliz de minha existência.
Deram-me o nome de ovo. Eu era muito pequenino, muito menor do que um grão de areia. Iniciei, então, uma longa viagem. Empurrado para diante por algo semelhante a cílios, que desenvolviam movimentos delicados como os do mar quando beija docemente a praia, indo e vindo, cheguei enfim a um lugar chamado útero. Era um lugar macio, quentinho e logo notei não correr perigo. Sem muito esperar, fui me aninhando, agarrando-me firmemente em uma das paredes. Já contava com três dias de vida. Aos poucos fui me cobrindo com uma membrana daquela mesma parede. Aos nove dias de vida, minha forma era a de um disco e tinha meio milímetro de diâmetro. Fui crescendo e aos doze dias de vida já tinha o dobro do tamanho: um milímetro.
Recebi o nome de embrião. Comodamente instalado, fui formando uma almofada que se chamava placenta, para que melhor me pudesse alimentar, retirando do organismo de minha mãe tudo o que precisava. Já estava com quase um mês. A expectativa de minha existência era muito grande. A ansiedade de minha mãe se transformou em pura alegria quando os testes deram positivo. Agora era meu pai a querer saber se eu seria menino ou menina.de olhos castanhos ou pretos. Quando ele perguntou: Como será ele? Fui logo respondendo: Tenho forma da letra c, e pareço com um cavalo-marinho. Tenho um centímetro de tamanho. Não sei se me ouviram, mas o que sei é que redobraram cuidados e recomendações.
Aos dois meses, meu corpinho estava mais reto, minha boca mais formada, meu nariz começava a aparecer, meus olhos estavam mais desenvolvidos. Meu tamanho? Quatro centímetros. Meu peso? Cinco gramas. Aos três meses já tinha forma de gente... E o tempo foi passando. Emoção mesmo foi no dia em que mamãe pôde ouvir o meu coraçãozinho bater. Sentia como se fosse uma mensagem para ela. E era mesmo. Era meu agradecimento por tudo o que ela fazia e pensava por mim. Ela esperava, papai aguardava e eu também. Como seria o nosso reencontro? Seis, sete, nove meses. O médico marcou o dia de minha chegada. O meu enxovalzinho estava pronto e meu bercinho me aguardando. Última semana de espera. Quando me apresentei para toda a família. Que alegria! Meu primeiro dia de vida, nos braços de minha mãe. Como a obra de Deus é perfeita!
Louvemos ao Senhor da criação, na riqueza de tantos detalhes, que perfeição, maravilhoso és!!!
anônimo
Deram-me o nome de ovo. Eu era muito pequenino, muito menor do que um grão de areia. Iniciei, então, uma longa viagem. Empurrado para diante por algo semelhante a cílios, que desenvolviam movimentos delicados como os do mar quando beija docemente a praia, indo e vindo, cheguei enfim a um lugar chamado útero. Era um lugar macio, quentinho e logo notei não correr perigo. Sem muito esperar, fui me aninhando, agarrando-me firmemente em uma das paredes. Já contava com três dias de vida. Aos poucos fui me cobrindo com uma membrana daquela mesma parede. Aos nove dias de vida, minha forma era a de um disco e tinha meio milímetro de diâmetro. Fui crescendo e aos doze dias de vida já tinha o dobro do tamanho: um milímetro.
Recebi o nome de embrião. Comodamente instalado, fui formando uma almofada que se chamava placenta, para que melhor me pudesse alimentar, retirando do organismo de minha mãe tudo o que precisava. Já estava com quase um mês. A expectativa de minha existência era muito grande. A ansiedade de minha mãe se transformou em pura alegria quando os testes deram positivo. Agora era meu pai a querer saber se eu seria menino ou menina.de olhos castanhos ou pretos. Quando ele perguntou: Como será ele? Fui logo respondendo: Tenho forma da letra c, e pareço com um cavalo-marinho. Tenho um centímetro de tamanho. Não sei se me ouviram, mas o que sei é que redobraram cuidados e recomendações.
Aos dois meses, meu corpinho estava mais reto, minha boca mais formada, meu nariz começava a aparecer, meus olhos estavam mais desenvolvidos. Meu tamanho? Quatro centímetros. Meu peso? Cinco gramas. Aos três meses já tinha forma de gente... E o tempo foi passando. Emoção mesmo foi no dia em que mamãe pôde ouvir o meu coraçãozinho bater. Sentia como se fosse uma mensagem para ela. E era mesmo. Era meu agradecimento por tudo o que ela fazia e pensava por mim. Ela esperava, papai aguardava e eu também. Como seria o nosso reencontro? Seis, sete, nove meses. O médico marcou o dia de minha chegada. O meu enxovalzinho estava pronto e meu bercinho me aguardando. Última semana de espera. Quando me apresentei para toda a família. Que alegria! Meu primeiro dia de vida, nos braços de minha mãe. Como a obra de Deus é perfeita!
Louvemos ao Senhor da criação, na riqueza de tantos detalhes, que perfeição, maravilhoso és!!!
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