domingo, 19 de maio de 2013

O MELHOR OU O QUE SOBRA?


"Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e o mais ele fará" (Salmos 37:5).


Uma caricatura humorística mostra nossa falta de dedicação: Um homem se apresenta, chapéu na mão, no gabinete do pastor.
"Oi. Eu estou aqui, disposto a oferecer meus talentos em um ministério sensível de sacrifício para atender uma sociedade secularizada, cujos valores empobrecidos, clama pelos desafios do Evangelho.
Eu tenho as tardes de quinta-feira
livre, de três às cinco horas."


Quantos de nós somos parecidos com o personagem de nossa caricatura? Quantos de nós demonstramos tamanha indiferença à obra de Deus?
Quantos de nós oferecemos ao Senhor apenas o
que nos sobra?


Há um hino muito antigo que costumávamos cantar na igreja:
"Tudo entregarei, tudo entregarei.
Sim, por Ti, Jesus bendito, tudo entregarei".
E o que há de real em nosso
testemunho nos dias de hoje?
Qual tem sido o nosso "tudo"?
Duas horas por semana, como o homem citado acima? Um pouco mais? Um pouco menos?
E como fica o versículo "Entrega o teu
caminho ao Senhor... e o mais Ele fará"?
Conhecemos e não cumprimos?
Ou será que nem mesmo o conhecemos?


Feliz aquele que aprendeu a colocar, nas mãos do Senhor, não apenas o que sobra, mas tudo o que tem.


Quando oferecemos ao Senhor o que nos sobra, mostramos que Ele não é a nossa prioridade e, portanto, não O amamos de verdade.
O que nos sobra não tem valor algum, não serve para
nada. O Senhor nos mandou amar ao nosso próximo como a nós mesmos. E o que desejamos para nós?
O resto? As sobras?


Eu quero Lhe dar, amado Salvador, o que tenho de melhor. Aceite, Senhor, o meu coração...
toda a minha vida.




Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

Visite minha homepage:
Escuro Iluminado

sábado, 18 de maio de 2013

ENQUANTO É TEMPO


­ “Retira o teu pé  do mal” (Pv 4.27 b).

 

 
Quando você começa a se achar forte suficientemente para resistir à tentação, capaz de abandonar quando quiser, ou coisa desse tipo, você já está correndo um tremendo risco.  Por isso Paulo chega a dizer:  “Quando estou fraco, então é que sou  forte...” (2 Co 12:10). Se você ainda é um bem-aventurado que não experimentou o pecado na sua forma mais intensa, como de um contato extraconjugal, ou coisa dessa ordem, procure tirar lições das amargas experiências dos que já passaram tais aflições. 
 
Ainda que no momento se tenha a ilusão do prazer imediato, ou do gozo fora do comum, o preço é tão alto que não vale a pena arriscar a bênção de uma consciência tranqüila...  Além do mais, o que você poderia “aproveitar”  quando comparado com o custo e o saldo negativo em sua conta emocional?  Só os tolos acham que vale a pena arriscar. “Se você não fugir esta noite, pela manhã você vai ser morto” (1 Sm 19:11 B.V.).

 

Fuja enquanto é tempo – foi o aviso de Mical que salvou a vida de Davi das mãos do rancoroso Saul. Era a voz que ele precisava ouvir, considerar, também, mais tarde diante da exuberante e  tentadora Bate-Seba. Este, também, foi o apelo de  Jeremias ao povo de  Israel e Judá  - “Fugi   para segurança vossa, filhos  de  Benjamim, do meio de  Jerusalém!” (Jr 6.1).
 
É o grito de alerta para você em momentos de vacilação perigosa: Fuja para salvar sua vida, e, quem sabe, as vidas de tantas outras pessoas que estiverem ligadas  a você. Principalmente, porque não há nada melhor e mais importante do que você colocar a cabeça no travesseiro  e dormir tranqüilo com a sua consciência e com Deus... Acredite, perder essa bênção é um preço alto demais para ser desprezado...

 

 

 

Vanderlei Faria

pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

PALAVRAS DE VIDA


"Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida
eterna" (João 6:68).


"Um elogio sincero é um dos mais motivacionais e efetivos
métodos de ensino que existem. Eles podem parecer ser apenas
um pouco de ar, porém, é com ar que enchemos os pneus dos
carros que nos conduzem com tranquilidade pelas estradas da
vida" (Zig Ziglar).


Como estamos usando nossas palavras? Temos estado prontos a
criticar? A colocar defeito em tudo? A murmurar
incessantemente? Ou temos nos preocupado em proferir
palavras que consolam, que animam, que edificam, que
levantam aqueles que, sem esperança, começam a desistir de
tudo?


Uma palavra pode ferir ou curar, fazer sorrir ou chorar,
tirar uma pessoa do poço ou afundá-la ainda mais. Uma
palavra pode transformar uma vida, iluminar o lar, salvar o
mundo. O Senhor Jesus nos chamou e nos orientou a "Ir e
pregar". O mundo espera por nossas palavras; os incrédulos
necessitam de nossas palavras; a nossa felicidade verdadeira
depende de nossa obediência.


Qual tem sido a nossa atitude ao ver um irmão triste? Que
julgamento fazemos quando um irmão está desanimado e
afastado do Senhor? Que dizemos aos que, sem experiência
espiritual, ainda não conseguem testificar eficazmente das
bênçãos celestiais? Temos oferecido palavras duras, temos
censurado suas atitudes, ou, como cristãos verdadeiros,
temos elogiado seus esforços e trabalhado para que sejam
edificados e cresçam no conhecimento do Senhor?


Que conceito damos àqueles que professam outras religiões ou
filosofias? Qual a nossa reação quando encontramos alguém
que se mostra indiferente á nossa fé e que diz preferir
outros caminhos? Nós os temos ajudado a se afastar mais e
mais do caminho eterno ou, com amor, os temos abraçado e
falado da grande alegria que experimentamos ao ter Jesus no
coração?


Que nossas palavras sejam como as de Jesus -- palavras de
vida... de vida eterna.




Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

Visite minha homepage:
Escuro Iluminado

sexta-feira, 17 de maio de 2013

JUNTO À CRUZ


Junto à Cruz, ao lado de outras destemidas mulheres (Mt 27.56), acompanhou  os últimos momentos da  VIA DOLOROSA  de Jesus. E, ao terceiro dia, estavam lá outra vez. Bem cedo, antes de brilhar  os primeiros raios solares, foram lá, na esperança de prestar ao Senhor  uma singela homenagem, ungindo-O com perfume (Mc 16.1).

 

Era noite, o vento forte e a friagem da noite pareciam transmitir a tristeza e revolta da própria natureza, diante dos fatos bárbaros ali ocorridos. Assim também, aquelas mulheres, refletiam em suas próprias almas a penumbra exterior. Em meio ao cansaço, tristeza e lágrimas, constataram, surpresas, que a pedra do sepulcro havia sido removida. Pelo menos uma barreira estava superada!
 
A pedra, como imaginavam, não seria mais o obstáculo para reverem o amado Mestre. Porém, ve-lo-íam de forma  inesperada e muito melhor. Maria Madalena, especialmente, teria sua esperança renovada, quando se encontrou com Jesus. Assim, também nós, podemos  ter nossa esperança renovada e obter vitórias em Cristo Jesus.

 

Quantas mulheres por este mundo a fora chorando copiosamente por alguns desses motivos mencionados acima, ou por tantos outros, os quais sequer podemos imaginar...  Certamente cada um de nós teria outras tantas razões para chorar nesse tempo de tanta violência, injustiça social e sofrimentos diversos. O que, ou  quem escondeu, ou tem escondido de você  a percepção e o contato pessoal e consolador com seu Senhor? Por que, ou por quem  você chora?

 

Se você está vivendo um momento confuso e conturbado, sem expectativas vibrantes, alvissareiras,  não se desespere. Lembre-se: O melhor  ainda está para acontecer! Pense na possibilidade  de  começar um novo dia, recomeçar, renovar sua esperança em Cristo Jesus. Sim, hoje, agora, pode ser  o momento sublime do reencontro  de sua alma com Jesus. Então, pode acreditar, algo novo  e desafiante estará acontecendo em sua vida!

 

“Estavam ali muitas mulheres, observando de longe; eram as que vinham seguindo a Jesus desde a Galiléia, para o servirem; 56  entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mulher de Zebedeu” (Mt 27.55, 56).

 

Vanderlei Faria

pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

A FOFOCA


"Irmãos, não faleis mal uns dos outros" (Tiago 4:11).


John Dryden, um poeta e dramaturgo britânico do século VII,
comentou, certa vez, sobre a propensão que as pessoas tem de
fofocar: "Existe uma avidez, nada agradável, na humanidade,
de publicar ruidosamente as vergonhas de seus vizinhos. Como
consequência, os escândalos voam nas asas imortais da águia,
enquanto as ações virtuosas desses mesmos vizinhos, nascem e
morrem.


É muito triste constatar que essas antigas palavras
continuam sendo reais nos dias de hoje. Estamos sempre
prontos a criticar, a a encontrar erros nas atitudes de
todos, a desmerecer os valores daqueles que nos cercam. As
qualidades são ignoradas, as ações virtuosas não são
percebidas, a excelência é tratada com indiferença. Queremos
achar os defeitos... procuramos com determinação os
defeitos... e, quando achamos algum, logo o proclamamos com
uma satisfação impressionante.


O maior defeito, em tudo isso, nos passa despercebido: a
nossa falta de amor e rejeição à vontade de Deus. O que o
Senhor espera de nós é um testemunho verdadeiro de
transformação. Ele deseja que nossas atitudes glorifiquem o
Seu nome e sirvam somente para abençoar o nosso próximo e
jamais condená-lo.


O verdadeiro amor não busca os defeitos, mas o que cada
pessoa tem de melhor. Não apresenta ações de julgamento,
mas, de sincero e completo perdão. O verdadeiro cristão não
fala mal de ninguém, apenas o bem. E, quando percebe que um
irmão falha, cala-se, ora, estende a mão para ajudá-lo a
consertar os erros.


Uma fofoca pode destruir um sonho, um lar, uma vida. É uma
atitude mesquinha e imprópria aos que têm Cristo como Senhor
e Salvador. Da boca do filho de Deus deve sair coisas boas,
estímulo, conforto e bênçãos.


Quem fala mal está precisando de Deus, mais do que aqueles
de quem fala.




Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet!

Visite minha homepage:
Escuro Iluminado